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domingo, 19 de outubro de 2014

Transtornos Mentais e Obsessivos - Divaldo Franco

O Dr. Emil Kräepelin estabeleceu que não há doenças que, quanto algumas funcionam na esfera psicológica, têm uma resposta fisiológica, não se podendo conceituar separadamente a mente e o espírito. Teve o cuidado de classificar em fichas todos os possíveis desequilíbrios mentais, liberando a Psiquiatria da Neurologia e dando-lhe um campo de investigação independente. Foi cognominado o pai da Psiquiatria moderna. Por outro lado, os notáveis trabalhos dos Drs. Breuler e Freud abriram espaço à Psicanálise, enquanto Alfred Adler e Carl Gustav Jung, descordando da ditadura do sexo proposta por Freud, ampliaram os estudos dando diferentes rumos à compreensão da psique humana.

Desde quando o Dr. Eugene Breuler, em 1911, definiu a esquizofrenia como “fragmentação das funções mentais”, a questão tem tomado vultos significativos, e as terapêuticas aplicadas variaram desde o lamentável “poço das serpentes”, aos eletrochoques, aos barbitúricos, às “catarses verbais", às recreações, etc.

Os pacientes esquizofrênicos já podem ter uma vida perfeitamente saudável sob controle e equilíbrio. Nada obstante, aumenta consideravelmente o número de vítimas dessa lamentável doença e as melhores terapêuticas aplicadas não conseguem os resultados anelados. Ao Espiritismo, ciência que estuda a alma sob vários aspectos, coube a tarefa de demonstrar que o doente é sempre o Espírito e não o corpo, devendo as atenções ser dirigidas também ao mesmo, embora a aplicação dos conhecimentos científicos logrados.

Sem que o paciente abandone o tratamento médico, que deve ser cuidadoso e paciente, cabe-lhe buscar os valiosos recursos psicoterapêuticos da renovação moral, da oração, dos passes ou fluidoterapia, das sessões desobsessivas, embora sem a sua presença nas mesmas, por considerar-se que, na raiz de toda enfermidade há interferências espirituais perturbadoras.

O Espiritismo insere-se, desse modo, como psicoterapia de saúde e paz.

Divaldo Franco

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 09-10-2014.

Divaldo Franco escreve na quinta-feira, quinzenalmente.

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