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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

TACA EDUCAÇÃO, DEPOIS TACA LIVROS E RETIRA DAS RUAS - ADEILSON SALLES

(Foto: Yasmin Formiga/Arquivo Pessoal)

TACA EDUCAÇÃO, DEPOIS TACA LIVROS E RETIRA DAS RUAS

O que um pai pensa ao ouvir uma música (Uma surubinha de leve - título da música), se podemos chamar de música, uma verdadeira apologia ao estupro e a violência contra a mulher.


Para compor uma letra chamada, "Taca bebida, depois taca a pica e abandona na rua", o compositor talvez não valorize a própria mãe, e também não deve pensar em sua irmã (se tiver).


Na verdade, o propósito desse tipo de arte é chocar, e ganhar dinheiro as custas da exaltação da promiscuidade e da cultura de outros vícios.


Minhas palavras não nascem de um sentimento puritanista, pois não sou puritano, elas surgem em minha mente num misto de revolta e tristeza.


É esse tipo de sociedade que está sendo construída pela ausência de um projeto educativo sério, que contemple primeiramente a valorização da criatura humana no âmbito ético moral e também intelectual.


Todos os dias temos notícias de mulheres que são assassinadas pela cultura machista, quase tribal, de grande parte dos homens brasileiros.


Eu gostaria muito de saber a opinião da mãe do compositor dessa "música", que certamente irá vitimar muitas jovens pelo país afora.


Caso ela se orgulhe da produção musical do seu filho, a questão é ainda mais grave.


Não podemos assistir escandalizados, ficar omissos diante dessa agressão que as mulheres sofrem rotineiramente, não podemos aceitar a banalização do mal.


Muitos vão me criticar, porque virão com o discurso de que tudo isso faz parte de um planeta de provas e expiações e blá blá blá...

Essas alegações em minha opinião, resvalam na omissão.

Faço parte dessa sociedade, estou vivendo esses dias e tenho obrigação, como alguém que escreve para adultos, jovens e crianças de me solidarizar com todas as mulheres que são assediadas, violentadas e mortas em nosso país.
Sugiro ao "compositor" dessa perola da cultura nacional que ele componha uma música com o título:


"TACA EDUCAÇÃO, DEPOIS TACA LIVROS E RETIRA DAS RUAS"


Minha solidariedade a estudante paraibana Yasmin Formiga.
Adeilson Salles (autor e palestrante)


Estudante Yasmin Formiga faz protesto contra funk de 

Mc Diguinho. 
(Foto: Yasmin Formiga/Arquivo Pessoal)

Sua música ajuda para que as raízes da cultura do estupro se estendam”. Foi assim que a paraibana Yasmin Formiga começou uma manifestação nas redes sociais contra o funk “Só surubinha de leve”, de Mc Diguinho. Segundo a estudante de Artes Visuais, de 20 anos, a música faz apologia ao estupro.  Por Dani Fechine, G1 PB
 


terça-feira, 19 de dezembro de 2017

CUIDADO COM A TPN (TENSÃO PRÉ-NATAL) - JOSÉ CARLOS DE LUCCA


Cuidado com a TPN (Tensão Pré-Natal). 

Sintomas: correria, agitação, ansiedade, irritabilidade, sensação que o mundo vai acabar, muitas reuniões e poucos encontros, muitos presentes e pouca presença.

Tratamento do Médico Jesus: Não ande ansioso por nada. Contemple as flores e os pássaros que são alimentados diariamente por Deus e aprenda que Deus cuidará de vocês com amor muito maior. Sejam simples, humildes e serenos. Por que tanta pressa? Onde pretendem chegar assim tão agitados? Meu Natal é paz. Meu Natal é criança dormindo. Meu Natal é de homens se amando no compasso da eternidade!


(Texto de José Carlos De Lucca)
https://www.facebook.com/jose.c.delucca

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

ONDE HÁ ESPERANÇA, HÁ A PRESENÇA DO AMOR - DIVALDO FRANCO


Divaldo Franco em Salvador

12 de dezembro de 2017 – Centro Espírita Caminho da Redenção

Onde há esperança, há a presença do amor. (Divaldo Franco)
A atividade doutrinária teve início com a formação da mesa diretiva por Demétrio Lisboa, Presidente do Centro Espírita Caminho da Redenção – CECR -; João Araújo, dirigente do encontro; Francisco Batista Ferraz, do Paraná, representando as caravanas e pessoas que vieram para os diversos eventos realizados pelo CECR; e Divaldo Franco, renomado expositor espírita. Fomentando a paz foi divulgada a programação do 20º Movimento Você e a Paz que será levado a efeito em Salvador/BA, nos dias e locais a seguir: 13/12 – Dique do Tororó, às 18h30min; 15/12 – Farol da Barra, às 19h30min; 17/12 – Shopping da Bahia, às 18h00min; e 19/12 – Praça do Campo Grande, a partir das 18h00min.
No sábado, às 16h00min, terá início mais um encontro de reflexões sobre a obra psicológica de Joanna de Ângelis, carinhosamente denominado aulão de psicologia. Além dos habituais expositores estará presente Roberto Crema, Antropólogo, Psicólogo e Mestre em Ciências Humanas e Sociais pela Universidade de Paris, Reitor da Universidade Internacional da Paz – UNIPAZ.
Divaldo destacou, que em todos os tempos, os falsos profetas estiveram e ainda estão presentes no seio da humanidade, chamando a atenção para que se tenha prudência com notícias alarmista com conteúdos proféticos. Não creiamos nos falsos profetas, salientou o lúcido médium baiano. Falando sobre as suas últimas experiências com as dores no corpo físico, externou a sua gratidão a todos que oraram pelo seu pronto restabelecimento após uma cirurgia - rizotomia - para eliminar as dores cruciantes que vem experimentando há sete meses. Divaldo aproveitou as dores para poder se exercitar no domínio do Espírito sobre a matéria, dizendo que a Doutrina Espírita lhe dá a coragem necessária para dominar a matéria e a dor. É uma verdadeira bênção não sentir dores.
Nesta passagem pelo sistema de saúde, enalteceu o atendimento de excelência que recebeu do quadro funcional e técnico do hospital, bem como o componente estrutural, tendo inclusive, neste pequeno período, atendido solicitações de auxílio espiritual, reconfortando os pacientes. Onde há esperança, há a presença do amor. O homem moderno vive em uma verdadeira crise interior oriunda da insatisfação, do vazio existencial. O homem está somente pensando em si mesmo. Alheio ao próximo, fixa-se e refugia-se nos prazeres transitórios. Salientou que uma consciência tranquila, o dever retamente cumprido com justiça, e onde impera o amor, as tribulações momentâneas da vida tendem a desaparecer. Todo aquele que ama é feliz por que faz o bem.
Como o amor com Jesus é especial. Fazer o bem, alegrando crianças e adultos, destacando o seu valor, oferecendo auxílio sem nada exigir de troca, tornando a vida das criaturas humanas mais digna, é amar. Divaldo discorreu sobre a importância da família como instituição primorosa que visa moldar o caráter, preparando criaturas melhores. Neste sentido discorreu sobre a obra realizada por Bert Hellinger (1925 -), é um psicoterapeuta alemão, inventor das Constelações familiares. O pesquisador alemão afirma que a família estabelece, ou procura estabelecer três vínculos. O do pertencimento, onde uns pertencem aos outros; o do progresso, quando cada dia é melhor do que foi ontem; e o da ardem, para que a vida seja mantida. A família, então constituída, também se relaciona com outras, canalizando energias para o bem, transformando a sociedade para o bem.
Novamente reconheceu a inestimável colaboração que recebeu de muitos, externando a sua gratidão. Destacando a coragem do Papa Francisco em dizer que o céu e o inferno não existem e que Adão e Eva são seres mitológicos. Assim, os indivíduos, mais esclarecidos e consolados, sairão das crises interiores, doando-se uns aos outros, caminhando a par e passo com a alegria. Sempre semeando esperança e conforto espiritual, Divaldo embalou os corações e produziu nas mentes dos assistentes a certeza da vida futura e da felicidade, a excelência do amor como fonte de vida, embora ainda experimentando dores de toda monta e ordem.
Texto: Paulo Salerno

Fotos: Jorge Moehlecke

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

MAIS PRÓXIMO DOS 50. E O QUE A VIDA ME ENSINA?



Mais próximo dos 50. E o que a vida me ensina? 


Se existe uma coisa inexorável na vida é o tempo. E o tempo traz algo que muita gente não gosta: o envelhecimento. Mas qual a função do envelhecimento? Primeiro, impedir que passemos a vida toda reféns de nós mesmos, presos a ingenuidade egocêntrica que em algumas fases da vida até nos protege, é necessária, mas que precisa passar para que possamos evoluir. Depois, porque é preciso realmente que a vida nos apresente novas possibilidades e nos ensine a pensar sobre algo mais. Envelhecer traz uma lição que não podemos deixar de aprender: A felicidade nada tem a ver com o corpo, com o status, com o apego, com as relações. Muitos de nós só percebemos a felicidade quando o tempo passa. Quando o corpo perfeito já não pode ser preocupação, a opinião alheia perde a importância e viver passa a ser uma verdadeira dádiva. Hoje eu envelheço um pouco mais, e como todas as fases da vida essa minha nova fase traz dificuldades, aprendizados e muita coisa boa para vivenciar. A minha hérnia de disco não me deixa pular mais como o menino de 20 anos atrás, mas me permite buscar ter disciplina comigo mesmo, me ensina que posso fazer tudo que quero, mas não do jeito que quero. E por que isso é bom? Porque me contém, me permite parar. 

Em cada nova fase, aprendemos novos valores. E a hérnia ou o cansaço a mais, pouco significam no composto belo da vida que apenas o tempo traz. Tenho aprendido muito. Descubro a cada dia que existem muito mais pessoas boas que nós nos permitimos imaginar. 

A capacidade de enxergar e conectar-se com o outro é também amadurecimento. Minhas viagens têm me permitido conhecer pessoas maravilhosas, ampliar uma rede de relacionamento e solidariedade, comprometida com o bem estar da coletividade e de uma sociedade melhor. Me sinto feliz em fazer parte disso. Mas não sou melhor que ninguém, entendo hoje que sou parte do processo, desse processo de um novo tempo, que não é só meu. Envelhecer não é um problema, problema é não se permitir envelhecer. “Cada um de nós compõe a sua própria história e cada ser em si carrega o dom de ser capaz de ser feliz”, mas para isso acontecer eu tenho que envelhecer.


Rossandro Klinjey - psicólogo clínico, palestrante e autor.
www.rossandro.com
www.facebook.com/rossandro.klinjey