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sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

2º CEU VIRTUAL – CONGRESSO ESPÍRITA DE UBERLÂNDIA - Programação


VAMOS TRANSMITIR AO VIVO

2º CEU VIRTUAL – CONGRESSO ESPÍRITA DE UBERLÂNDIA

A Intelítera Editora vai transmitir ao vivo em seu canal do Youtube, sem necessidade de inscrição.

Dias 28, 29 e 30 de janeiro 2022.

E tem como TEMA CENTRAL: VEM e SEGUE-ME - (Jesus).

*Expositores: *

Alberto Almeida / Ana Tereza Camasmie / Denise Lino / Eulália Bueno / Haroldo Dutra Dias / Irvênia Prada / Jorge Elarrat Canto / José Carlos De Lucca / Juselma Coelho / Jussara Korngold / Rossandro Klinjey / Simão Pedro de Lima / Victor Hugo (Menino)

*Apresentações Artísticas: *

Cacá Rezende / Moacyr Camargo / Andrea Bien / Charles Medeiros

Programação:

28/JAN - Sexta-feira

Bloco 1
Palestra 1 (50 min) Perguntas e respostas (20min)

19h30 às 20h40 – A Preparação para a vinda de Jesus, o Messias da Humanidade terrestre
Expositor: Simão Pedro de Lima (MG)

Palestra 2 (50 min) Perguntas e respostas (20min)
20h45 às 21h55 – As pregações de Jesus – O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar
Expositor: Haroldo Dutra Dias (MG)

Encerramento
22h – Duas músicas e encerramento – Prece final

29/JAN - Sábado/manhã

Bloco 2
07h30 às 08h – Abertura Musical (prece inicial)

Palestra 3 (50 min) Perguntas e respostas (20min)
08h às 09h10 – As Mulheres do Evangelho
Expositor: Eulália Bueno (SP)

Palestra 4 (50 min) Perguntas e respostas (20min)
09h15às 10h25 – As curas de Jesus – Curas do
Corpo ou do Espírito?
Expositor: Irvênia Prada (SP)

Palestra 5 (50 min) Perguntas e respostas (20min)
10h30 às 11h40 – Romances de Emmanuel, testemunhos de um encontro com JESUS
Expositor: Victor Hugo (Menino) (SP)

Encerramento manhã
11h40 – 12h – Música e Prece

29/JAN - Sábado/tarde

Bloco 3
Palestra 6 (50 min) Perguntas e respostas (20min)
14h às 15h10 – A visão espírita dos apóstolos de
Jesus e sua missão
Expositor: Denise Lino (PB)

Palestra 7 (50 min) Perguntas e respostas (20min)
15h15 às 16h25 – Jesus Cristo sob o olhar e o
sentimento de Chico Xavier
Expositor: Juselma Coelho (MG)

Palestra 8 (50 min) Perguntas e respostas (20min)
16h30 às 17h40 – Jesus acalma a tempestade
Expositor: Rossandro Klinjey (PB)

Encerramento tarde
17h40 às 18h – Prece

29/JAN - Sábado/noite

Bloco 4 – CEU Jovem

Pinga fogo
19h às 22h -Jesus e a Juventude
Expositor: Jorge Elarrat Canto (RO)

Mesclar com apresentações musicais
(jovens convidados para a roda de perguntas e respostas)

30/JAN - Domingo/manhã

Bloco 5
07h30 às 08h – Abertura Musical (prece inicial)

Palestra 9 (50 min) Perguntas e respostas (20min)
08h às 09h10 -A última ceia
Expositor: Ana Tereza Camasmie (RJ)

Palestra 10 (50 min) Perguntas e respostas (20min)
09h15 às 10h25 – O calvário, a crucificação e a
ressurreição de Jesus
Expositor: Alberto Almeida (PA)

Palestra 11 (50 min) Perguntas e respostas (20min)
10h30 às 11h40 – Os Quinhentos da Galiléia
Expositor: Jussara Korngold (EUA)

Encerramento manhã
11h40 – 12h – Encerramento manhã (Prece encerramento manhã)

30/JAN -Domingo/tarde

Bloco 6
Palestra 12 (50 min) Perguntas e respostas (20min)
14h às 15h10 – “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim…”
Expositor: Simão Pedro de Lima (MG)

Palestra 13 (50 min) Perguntas e respostas (20min)
15h15 às 16h25 – Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará
Expositor: José Carlos De Lucca (SP)

Palestra 14 (50 min) Perguntas e respostas (20min)
16h30 às 17h40 -“… vem e segue-me.” (JESUS – Mateus, 19:21)
Expositor: Jorge Elarrat Canto (RO)

Encerramento do 2º CEU Virtual
17h40 às 18h30 – Prece Final
(José Carlos De Lucca)


sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Pandemia de Desamor - Divaldo Franco.

 


Artigo de Divaldo Franco ➤ Publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 01/10/2020
Passando os olhos pelo Facebook, um título chamou-me a atenção: “Jovem empurra namorada ao ônibus”.
A moça tomba quase que sob as rodas do veículo, mas salvou-se, levantando-se e buscando auxílio.
O mais impressionante foram a frieza e desfaçatez do psicopata, que tentou abraçá-la como se nada houvesse acontecido... Ela saiu manquejando.
Não me havia superado a emoção derivada do ato perverso, quando encontrei mais duas cenas equivalentes: dois novos pares caminhando, e os companheiros, ante aproximação de ônibus, empurram suas respectivas companhias, tornando o odiento crime como tentativa de homicídio algo banal.
A perda da sensibilidade humana está chegando a um ponto que ultrapassa os mais estranhos comportamentos.
Como se pode estar ao lado de alguém cuja atenção afetiva foi despertada e ao mesmo tempo ser detestada, ao limite de ser cometido um crime com todas as características da perversidade e da indiferença. O mais surpreendente é a ausência de sentimento de humanidade, num momento em que o amor pelas florestas e pelos animais atinge índices os mais elevados que se pode imaginar.
Repassamos mentalmente os hediondos crimes do nazismo e equivalentes no mundo, quando as pessoas eram assassinadas como insetos danosos que não faziam parte do concerto social.
A pandemia da Covid-19 preocupa a humanidade que ainda lhe sofre o aguilhão cruel e destruidor, enquanto as criaturas atormentam-se pelo medo dos relacionamentos domésticos, das agressões e enfrentam insensivelmente “paredões” e semelhantes, nos quais o contágio se torna volumoso e suicida, ampliando os quadros dos contaminados e dificultando o seu desaparecimento.
O ser humano, infelizmente, permanece o lobo devorador da velha tradição, para o qual o sentido da vida é o prazer servil, filho especial do egoísmo alucinado.
A decadência da ética moral, substituída pelas paixões amesquinhantes, exibida nos campeonatos da luxúria e da agressividade, vem governando, cada dia, o homem e a mulher, que se transformaram em objeto de prazer, a prejuízo da nobreza do caráter, dos sentimentos de solidariedade e da cultura tecnológica, que proporciona comodidades e bem-estar.
Os instintos que lhes predominam ainda se encontram nas fases básicas do comer, dormir e reproduzir-se, sem o acompanhamento luminoso e libertador das emoções superiores, que respondem pelas aspirações da inteligência.
Numa comparação estranha, a epidemia de desamor e a que diz respeito à saúde física, a Covid-19 parece menos danosa, porque a ciência médica vem vencendo-a com larga margem de triunfo, enquanto o crime de toda espécie domina imensa fatia da sociedade em desespero malcontido.
DIVALDO P. FRANCO
Professor, médium e conferencista


Compre os livros do Divaldo Franco online pelo site www.hiperlivros.com.br

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

O Centro Espírita pós-pandemia - Divaldo Franco responde.

 

O Centro Espírita pós-pandemia – Divaldo Franco responde

Como devem os Centros Espíritas balancear as atividades presenciais com as atividades virtuais no momento em que pudermos voltar às atividades presenciais?

 

R.: Nós vamos viver uma era diferente. Os instrumentos, os valores, serão um pouco diferentes. Iremos manter, naturalmente, comunicação virtual para as nossas atividades. Mas, não olvidemos das presenciais. O calor humano, o toque de mão, o olho no olho, o sorriso leal. Porque através da comunicação virtual podemos jogar a imagem que não corresponde à realidade do que somos. O nosso magnetismo intervivos é muito mais fácil quando estamos próximos.

Estabeleceremos as atividades com o público, com os sofredores, com as pessoas. E aqueloutras, de maior propaganda, de propriedade mais profunda, através dos recursos de natureza virtual e outros mais avançados que, certamente, no próximo ano, em dois anos, teremos.

Neste momento, usemos com parcimônia a comunicação virtual. Tenhamos muito cuidado para não baratear o significado profundo da Doutrina Espírita. Procuremos eleger pessoas conhecedoras da Doutrina para não corrermos o risco do fato da pessoa dizer-se espírita e ter a máxima facilidade da comunicação virtual apresentar ideias conflitantes, extravagantes, colocar apêndice na Doutrina: O meu guia espiritual pediu para que eu falasse ao grande público. – Nenhum guia espiritual faz pedido desta natureza.

Porfiemos, estimulando as pessoas para que não se utilizem da crise para se apresentar, mas que se apresentem para diminuir a crise; que não se utilizem da fama momentânea para as vaidades pessoais, – todos somos muito frágeis – mas que as nossas fragilidades sejam resguardadas. Se a pessoa não tiver facilidade de improvisar, temos dois mil títulos de obras excelentes para divulgar, ao invés de fazer improvisações que são menos eloquentes para a boa apresentação da Doutrina.

Como é natural, tudo tem seu lado positivo, também o lado oculto, o outro lado do espelho. As comunicações virtuais – tenho acompanhado algumas – são excelentes, outras nem tanto e outras sem nenhum compromisso com o Espiritismo, levando dúvidas a pessoas ainda não preparadas e demonstrando que não é tão bela a Doutrina conforme anunciamos. Precisamos conversar com os amigos para que convidem ou formem um grupo, elejam pessoas bem equipadas para falar a respeito da Doutrina. Dessa forma, devagar, escolhermos os novos Paulos de Tarso porque nem todos têm a mesma facilidade do antigo rabino.

Texto publicado no Mundo Espírita (órgão de divulgação da Federação Espírita do Paraná) - Agosto 2020.



A Humanidade vive, sem dúvidas, uma era de progresso. Há cada vez mais avanços tecnológicos, permitindo a exploração de lugares longínquos, outrora inalcançáveis. Há também novos e avançados estudos da mente humana, do pensamento, do psicológico, que conseguem explicar alguns comportamentos em nossa sociedade. Contudo, a criatura humana muitas vezes se utiliza de maneira equívoca das ferramentas e oportunidades ensejadas por tais avanços, afundando-se com celeridade em pensamentos frívolos, em perturbações e sensações fortes, o que resulta em vidas vazias. Apesar de todo aturdimento e aberrações que enxameiam a Terra, planeta de provas e expiações, a vida humana tem os sublimes objetivos de amar e de encontrar o sentido existencial, que são razão vigorosa para viver. A presente obra foi pensada tendo tais fatos como base. São 30 mensagens ricas de estudos e reflexões cuidadosos, sugerindo métodos eficazes para os graves problemas dos dias hodiernos, a fim de que se possa vencer a inferioridade moral, assim como a espiritual, e conquistar a plenitude. Joanna de Ângelis


domingo, 2 de agosto de 2020

Imunização Espiritual - Bezerra de Menezes por José Carlos De Lucca.



Meus filhos,

Enquanto aguardam ansiosos pela descoberta de uma vacina que os imunize contra o vírus que atordoa a humanidade, não vos esqueceis da imunização espiritual que se alcança com a vivência dos princípios do Evangelho de Jesus.

A imunização do espírito precede a imunização do corpo físico, que nada mais é do que um espelho da nossa alma.

Quanto mais o homem se inferioriza, mais ele se se fragiliza. Quanto mais ele se espiritualiza, mais ele se imuniza. Embora distantes da imunologia perfeita, dada a condição evolutiva da humanidade, ainda caracterizada pelas paixões decorrentes do orgulho e do egoísmo, as quais criam o campo mórbido favorável para a instalação da maioria das patologias médicas, psicológicas e espirituais, o homem precisará ainda de muitas vacinas até alcançar a saúde integral do espírito. Enquanto isso, continuamos orientados quanto à necessidade de cuidarmos do corpo e da alma, atendendo às orientações da medicina da Terra, mas, sobretudo, não olvidando os apelos da medicina do Céu, através do uso diário dos remédios da oração, do amor, da humildade, do perdão e da caridade. Vacinem o corpo, sim. Não esqueçam, porém, de vacinarem a alma!

São as singelas recomendações do nosso coração, em nome do Cristo Consolador.

Bezerra de Menezes


(mensagem recebida por José Carlos De Lucca,
em 01 de agosto de 2.020).

quarta-feira, 17 de junho de 2020

ANGÚSTIA E PAZ | DIVALDO FRANCO PELO ESPÍRITO JOANNA DE ÂNGELIS



ANGÚSTIA E PAZ

Previne-te contra a angústia.
Essa tristeza molesta, insidiosa, contínua, arrasta-te a estado perturbador. 
Essa insatisfação injustificável, perseverante , penosa, conduz-te a desequilíbrio imprevisível.
Aquela mágoa que conservas, vitalizada pela revolta sem lógica, impele-te a desajuste insano.
Isso que te assoma em forma de melancolia, que aceitas, empurra-te a abismo sem fundo.
Isso que aflora com frequência, instalando-se nas tuas paisagens  mentais de pressão constante, representa o surgimento de problema grave.
Aquilo que remóis, propiciando-te dor e mal-estar, impele-te a estados infelizes, que te atormentam.
A angústia possui gêneses várias.
Procede de erros que se encontram fixados no ser desde a reencarnação anterior, como matriz que aceita motivos verdadeiros ou não, para dominar quem deveria envidar esforços por aplainar e vencer as impressões negativas e as compulsões torpes.
Realmente, não há motivos que justifiquem os estados de angústia.
A angústia entorpece os centros mentais do discernimento e desarticula os mecanismos nervosos, transformando-se em fator positivo de alienações.
Afeta o psiquismo, o corpo e a vida, enfermando o Espírito.
Rechaça a angústia, pondo Sol nas tuas sombras-problema.
Não passes recibo aos áulicos da melancolia, e dispersa com a prece as mancomunações que produzem angústia.
Fomenta a paz, que é o antídoto da angústia.
Exercita a mente nos pensamentos otimistas e cultiva a esperança.
Trabalha com desinteresse, fazendo pelo próximo o que dizes dele não receber.
A paz é fruto que surge em momento próprio, após a germinação e o desenvolvimento do bem no coração.
Jamais duvides de Deus.
Fixado aos propósitos de crescimento espiritual, transfere para depois o que não logres agora, agindo com segurança.
Toda angústia dilui-se na água corrente da paz.

Divaldo Franco pelo Espírito Joanna de Ângelis, 
do livro ALERTA.

domingo, 19 de abril de 2020

Pirataria Não é de Deus - Sobre Filmes e PDFs Espíritas.





Pirataria Não é de Deus. Sobre Filmes e PDFs Espíritas.     
Qual deve ser a atitude do Espírita diante das violações dos direitos autorais. 
por Jaime Ribeiro

Se eu fosse Asclépios, o sublime visitante dos círculos mais altos da vida do nosso planeta, que ficou conhecido por meio do livro Obreiros  da Vida Eterna de André Luiz e psicografia do médium Chico Xavier, eu retiraria uma folha do meu pergaminho e com apenas poucas linhas terminaria este texto citando o versículo doze do capítulo do Evangelho de Mateus: "Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam; pois esta é a Lei e os Profetas".
Certamente as pessoas entenderiam imediatamente o que tenho para dizer.

Contudo, sou apenas mais um habitante da crosta terrestre, na luta pela evolução e vou ter que me estender um pouco mais que Asclépios.

Pirataria é crime. Não existe meio termo ou relativização desse tipo de delito.
Enviar cópias de PDFs de livros, espalhar por aí vídeos com direitos autorais reservados ou comprar cópias não autorizadas de CDs ou DVDs é desonesto. É trapacear, em um só golpe, quem acreditou e investiu dinheiro em um sonho, quem dedicou tempo e trabalho para escrever ou filmar uma obra e também ser desonesto com o sistema de impostos do governo. Significa um pouco pior do que “não dar a César o que é de César”, é jogar contra toda uma cadeia de pessoas e organizações.

Violar os direitos autorais não é errado apenas porque a lei humana não permite, isso todos já sabem, mas também porque viola o que Kardec chamou no capítulo XI do Evangelho Segundo o Espiritismo de "a expressão mais completa da caridade, porque resume todos os deveres do homem para com o próximo”. Ele se referiu ao mandamento “amar ao próximo como a si mesmo”.

Independente de ser Espírita ou não, atentar contra o direito do próximo é antiético, não importa se isso é feito com a desculpa de ajudar quem quer que seja. Ainda mais que quando se trata de uma obra espírita, na maioria das vezes, boa parte da receita é destinada a manter atividades humanitárias de várias instituições.

Algumas pessoas tentam justificar a pirataria e sua difusão com questões como: "é a mensagem do Espiritismo e de Jesus, enviando de graça estou divulgando a Doutrina", ou "e as pessoas que não podem comprar, como vão ter acesso ao nosso conteúdo?" ou por último, tentam defender que todo conteúdo espírita deveria ser distribuído de graça.
Pessoal, nós só podemos doar o que nos pertence. Mesmo aquilo que circula na internet ou está com o link no site de alguma Casa Espírita pode não ter licença para ser compartilhado.

Até as obras de Chico Xavier e de Divaldo Franco não escaparam de ter PDFs piratas dos seus livros circulando sem qualquer pudor em sites e grupos das casas espíritas. Isso é ainda mais surpreendente porque todos sabem que os direitos autorais dessas obras foram doadas para apoiar a manutenção da Federação Espírita Brasileira e da Mansão do Caminho. Eles não liberaram as obras para domínio público.

Sabemos que as pessoas que compartilham esses conteúdos fazem com boa vontade e a Lei de Deus sempre leva em conta a intenção, mas é nosso dever como espíritas saber interpretar o texto impecável de Allan Kardec sobre o que é ser um Homem de Bem: "o verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem”.

Algumas vezes, recebemos o conteúdo ilegal, como aconteceu comigo recentemente com o filme "Divaldo, o Mensageiro da Paz", pelas mãos de amigos queridos e não paramos para pensar que aquilo estava ferindo o direito de alguém.

Grande parte das pessoas se acostumaram tanto com o jeitinho brasileiro que qualquer chance de economizar, ou de favorecer um amigo para que não gaste dinheiro, as isenta de refletir e lembrar que pessoas que não conhecemos podem estar sendo prejudicadas.

Amar e respeitar o próximo e ter empatia, não serve apenas para aqueles que podemos ver e nos são familiares. Essa lei deve ser aplicada para toda a humanidade.

É importante lembrar que precisamos ser melhores do que quem avança sobre as cargas dos caminhões que tombam e furtam o produto que está no chão. De alguma forma aquelas pessoas tentam se convencer de que um veículo de rodas para o ar é símbolo de permissão para cometer um crime.

A internet também não é um carro tombado.
Existem incontáveis conteúdos gratuitos sendo produzidos e publicados todos os dias nas diversas plataformas digitais que podem e devem ser compartilhados sem custo.
É nossa obrigação respeitar, prestigiar e ser grato por encontrarmos pessoas dispostas a investir na divulgação da Doutrina Espírita.

Gratidão.
Agora, acredito que encontrei a palavra que o nosso irmão dos ciclos mais altos nos falaria após retirar uma outra folha de seu pergaminho alvinitente e ler para nós o versículo dezoito do capítulo cinco da carta de Paulo para os Tessalonicenses:
"Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco".

A única forma de sermos gratos a quem dedicou trabalho, tempo e dinheiro em produzir uma obra para a divulgação da Doutrina Espírita é honrando os seus direitos e sendo honestos com eles mesmos em suas ausências.

Por isso, peço perdão por ter abordado esse assunto de uma forma menos delicada do que o iluminado Asclépios faria, mas acredito que é a única maneira de entendermos de uma vez por todas a gravidade que envolve a pirataria e porque ela não é de Deus.



Jaime Ribeiro é palestrante e escritor espírita. Formado em Engenheira Química e  especializado em gestão de negócios e marketing pela FGV Rio. Atualmente é executivo da área de educação  e estudioso do impacto da tecnologia nas habilidades humanas. Seus estudos e pesquisas giram em torno de questões humanas importantes como: empatia, diminuição da desvantagem social e competências do século XXI.