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sábado, 10 de setembro de 2016

TRAGÉDIAS DO COTIDIANO - DIVALDO FRANCO


Prosseguem na sua faina interminável as tragédias do cotidiano, ceifando vidas de maneira perversa e descontrolada. No Mar Mediterrâneo continuam a ser abandonadas as vítimas dos países dilacerados pelas guerras cruéis, como recentemente mais de 1.500 foram resgatadas pela Itália, quando buscavam oportunidade nova de vida na Europa exausta e com excesso de população.
Em toda parte avolumam-se os atos de violência e de desespero em que existências louçãs ou não experimentam o gume que lhes ceifam a oportunidade de desenvolvimento.
E por mais se apresentem excruciantes, sempre surgem formas novas de extinção da vida, de maneira hedionda. Foi a ocorrência fatídica na Barra da Tijuca, conforme noticiou angustiada a Imprensa do país há poucos dias. Referimo-nos à família que foi destroçada, crê-se que pelo chefe do clã, cavalheiro honrado, desfrutando de respeitável posição socioeconômica, com esposa bela e filhos lindos. A senhora, possivelmente dormindo, foi assassinada a faca, e as duas crianças, seus filhos, foram atirados da janela do alto edifício com o próprio genitor. Apesar de acostumados com os dramas trágicos, essa calamidade surpreendeu, não apenas aos amigos, familiares e moradores do bairro, bem como toda a sociedade que lhe tomou conhecimento.
Que estado de desespero ou de consciência alterada leva alguém a cometer tantos e tão hediondos crimes? Quais as razões, se é que existem razões para ações de tal porte, que induzem a criatura humana a matar de maneira quase inconcebível?
Por mais que se encontrem fatores psicológicos, sociológicos, econômicos ou de outro porte, vale a pensar que “a criatura moderna perdeu o endereço de Deus” e, em consequência, perdeu o próprio também. A falta de fé na imortalidade reduz a vida na Terra a uma experiência sem sentido nem significado.
Torna-se necessário que se volte a Deus e à fé religiosa, seja qual for, para evitar-se tragédias de tal magnitude.

Divaldo Franco escreve quinta-feira, quinzenalmente.
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 08-09-2016
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Redação:   (71) 3340 – 8800
Email – opiniao@grupoatarde.com.br

9 comentários:

  1. Obrigada pelo constante interesse em nos ajudar, as matérias com a vasta sabedoria que ajuda a esclarecer as dificuldades e a nossa falta de Fé. É de muita importância esta ajuda. Eu agradeço e espero poder contar sempre com a sabedoria que me auxilia nos momentos difíceis...Gratidão.

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  2. Sempre leio as publicações do Divaldo Franco. Muita gratidão por este trabalho, isto cria condições para progredirmos na escala da evolução.

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  3. A maneira como Divaldo Franco nos transmite os ensinamentos através da contação de casos, é uma marca registrada dele que nos envolve e nos alcança.Sua sabedoria e simplicidade é radiante! Obrigada por cuidar de todos nós!

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  4. Eu particularmente, gosto muito do Divaldo, tenho grande respeito pelo seu trabalho e sempre o acompanho, através de seus artigos, livros e encontros, quando ocorrem aqui na m inha região, Que ele poça continuar nos agraciando com sua querida presença, por muito tempo.

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  5. Amor às mensagens & palestra de Divaldo são maravilhosa gosto quando ele vem a Pernambuco -Recife muito bom. .

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  6. Amor às mensagens & palestra de Divaldo são maravilhosa gosto quando ele vem a Pernambuco -Recife muito bom. .

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  7. A fé e a crença na imortalidade da alma nos ajudam a ancorar nossas atitudes e a entender os que fazem diferentes escolhas
    Rogo ao Nosso Misericordioso Pai que se apiede das vítimas e também dos algozes

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  8. O momento é grave; Divaldo nos relembra que é importantíssimo orar e vigiar! Fé!

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