sexta-feira, 30 de maio de 2014

Divaldo Franco - Colônia / Alemanha - 29 de maio


Divaldo Franco - Colônia/Alemanha - 29 de maio
Roteiro de palestras Europa 2014 



Na quinta-feira, 29 de maio de 2014, Divaldo Pereira Franco retornou à Bonn, na Alemanha, onde desembarcou de um voo procedente de Milão/Itália, para a realização de um seminário no final de semana. De imediato dirigiu-se para a cidade de Colônia onde, ao convite dos amigos do Grupo Espírita Cantinho do Chico, proferiu belíssima conferência em Português com o tema Em Busca da Saúde e da Paz.


Homenageando o Apóstolo de Pedro Leopoldo, Francisco Cândido Xavier, a maior antena psíquica do século XX, Divaldo enalteceu o seu profícuo trabalho e exemplo de caridade. Referindo-se ao poder do amor, citou Mahatma Gandhi, cujo amor libertou oitocentos milhões de indianos e paquistaneses do tacão do poder britânico. 


Destacando a caridade como força geradora de saúde e paz, o Arauto do Evangelho narrou à bela e comovente história da jovem Ananda, da Índia, que depois de sofrer inenarráveis sofrimentos, humilhações e mutilações variadas pelo crime de ter contraído a lepra, tomou contato com Madre Teresa. Ananda, apesar da doença, dedicou-se a amar e servir ao próximo incondicionalmente. Divaldo detalhou, como exemplo de dedicação, o grandioso trabalho de abnegação total, e de amor irrestrito ao próximo e à Jesus de que se fez portadora a pequena gigante de Calcutá, demonstrando que o amor promove a saúde e a paz.

Adoecemos, esclareceu Divaldo, por que perdemos a ética, o sentido existencial, entregando-nos à depressão e abrindo campo às doenças. O paciente que não acredita em si, obtém muito menos êxito na terapêutica. De um lado, o ser humano possui muitos sofrimentos, e de outro, muitas soluções. Porém a infantilidade no comportamento faz com que o indivíduo deseje que os outros o cure, quando a cura, a saúde, está dentro de si mesmo. A criatura humana gosta muito de enganar-se, muitos pensam que ao retornarem à espiritualidade, tornar-se-ão santos, como que por encanto, apesar de uma existência muitas vezes voltada ao gozo e ao prazer. A morte não nos torna melhores, ela é um veículo que nos leva de volta à imortalidade.


A religião é um fator preponderante para a busca da saúde. Aqueles que adoecem e creem em Deus curam-se em maior número, e mais rapidamente do que os que Nele não creem. Aqueles que perdoam, que não carregam mágoas, adoecem menos. Asseverou o Semeador de Estrelas que cada um busque a paz como recurso para a saúde através da oração. Assim obterá os recursos necessários para manter-se em paz, mesmo quando visitado pelas enfermidades. Finalizando, afiançou que vale a pena amar. Quem ama está rico de luz e espalha paz. Que a presença de Jesus seja uma constante na vida de cada um, conclamando ao amor.

O amplo salão ficou mergulhado em uma atmosfera de paz. A plateia visivelmente emocionada olhava aquele homem que, à medida que falava, parecia agigantar-se, dispensando mesmo o microfone. Sua voz ecoava por todos os cantos do salão e especialmente na acústica das almas dos presentes, sedentas de paz, de ternura, de amor. Divaldo ali esteve renovando o canto daquele que ouvimos uma vez e não nos esquecemos nunca mais... Jesus.

Fotos e texto: Ênio Medeiros

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Divaldo Franco em Milão / Itália - 28 de maio 2014

Milão/Itália - Divaldo Franco - 28 de maio
Roteiro de palestras na Europa 2014 




Encerradas as atividades de divulgação da Doutrina Espirita em Roma, Divaldo Pereira Franco dirigiu-se à belíssima cidade de Milão, na Itália, onde foi recebido pelos amigos espíritas daquela cidade para falar desta vez sobre a mediunidade, abrigada sob o tema: Il sesto senso: sfide e benedizioni, come riconoscerlo e come gestirlo (O Sexto Sentido: desafios e bênçãos, como reconhecê-lo e como lidar com ele).


A magnífica conferência foi realizada no Centro Congressi Provincia de Milano, com o auxílio de Regina Zanella, traduzindo-a para o italiano. O evento contou com a apresentação do talentoso tenor Maécio Gomes, enriquecendo a atividade. Prestigiando o notável orador e seu trabalho, esteve presente o Cônsul do Brasil em Milão, Sr. Renan Paes Barreto.



Na oportunidade foram lançados os seguintes livros, vertidos ao Idioma Italiano, com a psicografia de Divaldo Franco: Medianità: sfide e benedizioni (Mediunidade, desafios e bênçãos), de Manoel Philomeno de Miranda; e Il Seminatore (O Semeador), de Amélia Rodrigues. Aproveitando a presença e a coincidência da oportunidade do trabalho desenvolvido por Divaldo Franco, um divulgador incomum do Evangelho de Jesus no mundo, foi apresentado o livro Paolo e Stefano (Paulo e Estevão), de Emmanuel e psicografia de Francisco Cândido Xavier, lançado pela EDICEI.




O incansável trabalhador de Jesus referiu-se ao trabalho do Prof. Charles Richet, Prêmio Nobel de Fisiologia, autor da obra Metapsiquica Humana, afirmando que os indivíduos são portadores de um sexto sentido. Aprofundando a temática, Divaldo expôs os conceitos e estudos realizados pela Psicotrônica e a Psicobiofísica, demonstrando que a psique humana transcende a matéria. O pensamento, salientou, não é um atributo do cérebro, é um atributo da psique, que os espíritas denominam de O Espirito Imortal. Desde Albert Einstein a ciência começou a pensar no campo da energia. Na energia, que é o mundo normal, existe o mundo espiritual. Desta forma, os homens se encontram em um moto-contínuo. Ora veste a matéria, ora despe-se, volta a vestir, e através da reencarnação atinge a plenitude.




Eloquente, Divaldo discorreu sobre diversos casos de paranormalidade ocorridos ao longo da história da humanidade, como por exemplo com Dante Alighieri, que após a sua morte apareceu ao filho indicando onde se encontravam o complemento de sua monumental obra A Divina Comédia, trancada em um cofre, cuja existência todos ignoravam. Divaldo narrou fatos por ele vivenciados, relativos à mediunidade, que muito contribuíram e enriqueceram o tema proposto.

Esclareceu que para trabalhar a mediunidade, a Doutrina Espirita recomenda uma vida moral elevada, para poder atrair bons espíritos, levando uma vida saudável, com saúde sexual e equilíbrio emocional. Sugeriu que se faça silêncio interior, que se acalme a mente, pois os bons Espíritos estão a nossa volta, trazem uma mensagem de otimismo e esperança e nos convidam a pensar em Jesus. Convocou ao exercício do amor, pois a verdadeira felicidade consiste em amar, e quando amamos temos um imenso tesouro, vivamos plenamente cada momento, e sejamos felizes agora.


A plateia, como que magnetizada pelas palavras acompanhadas da emoção daquele que simplesmente expõe o quotidiano de sua vida, não se levantou para sair, mas, aplaudindo intensamente o exímio orador, permaneceu por bastante tempo no amplo salão, convivendo no clima de paz e harmonia que ali se fizera. Já era quase chegada a hora primeira do dia vindouro, demonstrando a força do amor unindo os indivíduos...

Fotos e texto: Ênio Medeiros

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Divaldo Franco - Roma/Itália - 27 de maio

Divaldo Franco - Roma/Itália - 27 de maio
Roteiro de palestras Europa 2014 




Em seu segundo dia em Roma/Itália, e dando prosseguimento ao roteiro de divulgação da Doutrina Espírita pelo continente Europeu, no dia 27 de maio de 2014, uma terça-feira, nas instalações do L’Hotel Arco di Travertino, Divaldo Pereira Franco, eminente professor, humanista, apresentou o tema Psicologia della Gratitudine (Psicologia da Gratidão), com o auxílio de Valentina Vettorazzo traduzindo a conferência para o Idioma Italiano.

Trabalhador incansável de Jesus, Divaldo destacando o amor, referiu-se a Gandhi, que asseverava que se um único homem atingisse a mais elevada qualidade de amor, isto seria suficiente para promover a paz, demonstrando, assim, a força do amor.


Observando a sociedade atual, constata-se que a criatura humana transita entre o consumismo e o utilitarismo, que se expressa através das diversas conquistas materiais que levam o homem ao tormento da posse. Expondo o conhecimento produzido pelos filósofos da antiguidade e apoiando-se nessas conclusões, o Embaixador da Paz abordou os conceitos sobre o medo, a ansiedade e a solidão, questionando por que o homem, mesmo com tantas conquistas, ainda não encontrou a paz?




Aprofundando a temática e tornando-a mais compreensível, Divaldo narrou alguns exemplos por ele vividos dando-lhes importante toque de humor, provocando risos na plateia, proporcionando um relaxamento benéfico para a absorção do tema. Utilizando-se da psicologia de massa é possível observar a criatura sempre armada, pronta para reagir, esquecida da capacidade de ser gentil, de amar, de ser grata à vida.

Como mecanismo de estímulo, expôs a bela e verídica história de ingratidão experimentada por Adam Rickles, de formação judia ortodoxa e seu filho Joey, narrada no livro Os Pequenos Milagres, que nada mais são do que os mecanismos da providência Divina em ação, proporcionando a reabilitação ao equivocado e ingrato, movido pela força do amor, sensibilizando a atenta plateia.



Gratidão, esclareceu Divaldo, não é apenas devolver algo. Gratidão é não devolver o que de negativo o indivíduo receba. Tão pouco não se trata de esquecer o erro, nem de apoiar o erro, mas não se vincular à ele. Frisou o incansável orador: O nosso sentimento deve estar acima de qualquer situação, quando somos gratos, a vida adquire um novo sentido.

O espiritismo nos apresenta uma mensagem da gratidão incomparável, isto é, não fazer aos outros aquilo que não gostaríamos que nos fizessem, tentando ser melhor a cada momento, pois todos dependem de alguém, e por isso devemos ser gratos à vida.


Finalizando a conferência, o eminente orador afirmou que o importante não é crer em Deus, mas ser digno, viver dignamente. A verdadeira oração é a ação de fazer o bem, pois a maior felicidade possível é fazer o bem. Feliz é quem dá, é quem ama.



Efusivamente aplaudido, Divaldo a todos atendeu distribuindo gentilezas, atenção e esclarecimentos àqueles corações oprimidos pela aturdida correria cotidiana, muitas vezes em busca de coisa nenhuma. As expressões faciais dos participantes transpareciam serenidade, tocados pela mensagem de amor daquele que vive o que prega, o semeador infatigável do Cristo...

Fotos e texto: Ênio Medeiros

terça-feira, 27 de maio de 2014

Divaldo Franco - Roma/Itália - 26 de maio

Divaldo Franco - Roma/Itália - 26 de maio.
Roteiro palestras Europa 2014 




Saindo ao amanhecer do dia 26 de maio de 2014, segunda-feira, de Viena/Áustria, Divaldo Pereira Franco dirigiu-se à formosa e histórica cidade de Roma/Itália, sendo recebido no aeroporto pelos amigos do GRAK – Gruppo Di Roma Alan Kardec, que o conduziram diretamente ao hotel, onde após refazer-se rapidamente, seguiu para proferir uma conferência aos amigos do grupo espírita de Roma, mais precisamente aos trabalhadores espíritas.

Divaldo para atender ao tema proposto, a Psicologia do Perdão, iniciou referindo-se aos vários vultos da humanidade que abordaram inúmeros aspectos da criatura humana e dos seus relacionamentos, porém, frisou, ninguém o fez como Jesus. Somente Ele propôs o amor e foi além, lançou à humanidade um repto, que amássemos também aos inimigos. Qual o poeta que foi capaz de cantar algo semelhante as Bem-Aventuranças? Indagou.




O ilustre orador pintou verdadeiros quadros dos momentos vividos por Jesus, emoldurando-os com seu verbo eloquente, levando a atenta plateia a uma verdadeira viagem mental às paisagens por onde Jesus passou cantando o seu hino de amor.

Citando grandes nomes da psicologia moderna e o resultado por eles produzidos, culminou com a assertiva: quem ama não adoece, embora ocasionalmente tenha doenças, não é doente. Dissertou sobre os conflitos ocasionados pela culpa arquivada no inconsciente, e a importância do perdão a si mesmo, o autoperdão para o reequilíbrio emocional e uma vida saudável.




Aquele que aprende a perdoar é alguém que, despertando, resolve não aceitar e não carregar o lixo mental que lhe oferecem através da agressividade, da loucura e da insensatez. Todos têm o dever de se perdoar, todos possuem o direito a uma nova oportunidade. A reencarnação é a nova oportunidade que Deus concede aos indivíduos para a reabilitação.

Trabalhando a questão da felicidade, o peregrino do Cristo apresentou as cinco regras básicas para que a criatura humana alcance a felicidade, sugeridas pelo espírito Joanna de Ângelis: 1 - A vida é bela; 2 - Eu nasci para amar; 3 - Eu nasci para servir; 4 - O mal que me fazem não me faz mal. O que me faz mal é o mal que eu mesmo faço; e 5 - Eu nasci para esquecer o mal.




A psicologia do perdão, ressaltou Divaldo, nos convida ao autoamor, a buscarmos a reabilitação, tirando-nos a culpa, sem continuar no erro. Estamos buscando o pão que nos falta, este pão é o amor preconizado por Jesus.

Destacando o esforço, o amor, a dedicação, uma vida de abnegação à Doutrina Espirita, e em reconhecimento ao auxilio prestado ao longo dos anos ao Grupo Espírita de Roma, Divaldo foi homenageado com uma sugestiva placa. 




Finalizando a belíssima conferência, lembrando os cristãos primitivos que se reuniam nas catacumbas para orar, Divaldo deixou uma mensagem de estímulo e bom ânimo ao pequeno grupo de trabalhadores, renovando-os para servir e amar como ensinou Jesus. A base da felicidade, destacou o Arauto do Evangelho, é exatamente servir. Seja você aquele que tem a honra de servir.

Fotos e texto: Ênio Medeiros

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Divaldo Franco - Viena / Áustria - 25 de maio

Divaldo Franco - Viena/ Áustria - 25 de maio
Roteiro de palestras Europa 2014



Na tarde ensolarada e quente de Domingo, 25 de maio de 2014, Divaldo Pereira Franco retornou à belíssima Viena/Áustria pela vigésima quinta vez. Atendendo ao convite do Verein für spiritistische Studien Allan Kardec - VAK/Viena -, apresentou o tema: Überwindung Der Depression (Vencendo a Depressão). O minisseminário contou com momentos de grande beleza. Divaldo foi homenageado pelos grupos espíritas da Áustria, recebeu um livro histórico relatando através de fotos de todas as suas passagens por Viena desde 1989, contando ainda com a apresentação das belas vozes de Amanda e Taila que interpretaram alguns compositores clássicos.

Tendo por intérprete ao Idioma Alemão a eficiente Edith Burkhard, Divaldo salientou que a humanidade está vivendo um momento grave, onde a depressão tornou-se pandêmica. Referiu-se a variada gama de conquistas tecnológicas que o ser humano tem obtido, sem no entanto lograr a autoiluminação, prosseguindo com o semblante triste, abatido e com a fisionomia fechada. Para onde vai a humanidade? Questionou. E logo completou afirmando que por enquanto, para lugar nenhum, pois ainda se compraz nos sentidos sensoriais, o gozo, o prazer, sempre em detrimento das conquistas emocionais, que transcendem ao ter, a posse devoradora.




A Organização Mundial da Saúde – OMS - cita três elementos responsáveis pelo momento atual. A dissolução da família, a falta de conservação das tradições, e o isolamento das massas. Esses elementos criam uma ansiedade tormentosa. O tormento do consumismo, por exemplo, que chega ao ponto de fantasia alucinante, busca atender as futilidades que nenhuma falta real faz, porém para muitos, estas futilidades são tão importantes que o indivíduo, não obtendo o objeto desejado, fica infeliz, e não poucas vezes a vida perde o sentido. O desenvolvimento tecnológico não foi acompanhado pelo desenvolvimento moral e a criatura perde o sentido de si mesma e sente que a vida não possui nenhum significado.

Fazendo referência as obsessões, Divaldo asseverou que elas iniciam no ser que se é, pois na raiz de qualquer problema, o doente é o Espírito encarnado que atrai aqueles que lhe são afins, pelo ódio ou pelo amor. Apresentou, então, a terapêutica espírita como o esclarecimento através do Evangelho de Jesus, o uso da água fluidificada, os passes, as sessões mediúnicas.



Finalizando o brilhante trabalho, o Arauto do Evangelho e da Paz esclareceu que todos devem vigiar o coração, os sentimentos, atentos a necessidade de mudar de atitudes perante a vida, não respondendo o mal pelo mal, pois a vida cuida de todos. Nesse sentido afirmou Divaldo: estamos na terra para sermos felizes, vivamos intensamente cada momento da nossa vida. Todos temos problemas, mas coloquemos esperança e amor acima de todos estes sentimentos. Não há fortuna maior do que uma consciência em paz, é muito fácil ser feliz, olhemos para o futuro e lembremos que somos imortais, nada nos impede de alcançar a divindade.

Fotos e texto: Ênio Medeiros