quinta-feira, 12 de maio de 2016

DE LUCCA ATINGE A MARCA DE MAIS DE 1 MILHÃO DE LIVROS VENDIDOS

HOMENAGEM AO AUTOR JOSÉ CARLOS DE LUCCA 

Luiz e Claudia Saegusa com De Lucca


No dia 11 de maio de 2016, a Intelítera Editora e o Grupo Espírita Esperança homenagearam o consagrado autor JOSÉ CARLOS DE LUCCA pela marca de MAIS DE 1 MILHÃO DE LIVROS VENDIDOS.

DE LUCCA é juiz de direito em São Paulo e, ainda pequeno, sentiu profundo impulso para o estudo de temas ligados à espiritualidade, desenvolvendo seus potenciais no campo da mediunidade de consolo e esclarecimento.

Já realizou graciosamente mais de 2.500 palestras focadas em motivação e desenvolvimento do potencial espiritual do ser humano, falando a um público estimado em mais de 1 milhão de pessoas.

Fundou, juntamente com outros amigos, o Grupo Espírita Esperança (www.grupoesperanca.com.br), e juntos trabalham na divulgação e prática do Espiritismo, promovendo o potencial de luz de cada um de nós como a mais excelente terapia para os sofrimentos humanos.

A convite do SBT - Sistema Brasileiro de Televisão, participou do programa que elegeu Chico Xavier O Maior Brasileiro de Todos os Tempos.

Apresenta na Rádio Boa Nova o programa Sem medo de ser feliz (www.radioboanova.com.br) e TV Mundo Maior (transmissão ao vivo) (www.redemundomaior.com.br).

Na Rádio Mundial o programa Cura e libertação. (www.radiomundial.com.br)
E na Rádio Rio de Janeiro o programa Sempre melhor. (www.radioriodejaneiro.am.br)

Várias palestras e vídeos estão disponibilizados no youtube e facebook.

Até a presente data, foram publicados 16 livros e 2 audiolivros de sua autoria e 1 livro  mediúnico, ditado pelo espírito Bezerra de Menezes. Dentre estes livros, O Médico Jesus se destaca por ser seu título mais vendido. Pela Intelítera Editora também foram publicados outros grandes sucessos: Feliz, O Amigo Jesus, Sempre Melhor, Socorro e Solução, Alguém me Tocou, Cura e Libertação, Minutos com Chico Xavier e Recados do meu Coração.

Na homenagem, a Intelítera Editora, representada por seu presidente Luiz Saegusa, entregou uma placa de gratidão e o Grupo Espírita Esperança, representado por sua presidente Valquíria Dalberto, entregou flores a De Lucca e foi distribuído um cartão de agradecimento contendo um poema enaltecendo a marca de
1 Milhão de Exemplares, ao público presente, que compareceu para assistir a belíssima palestra de De Lucca.

A Intelitera agradeceu a dedicação deste trabalhador de Jesus em escrever tão belas obras, que iluminam o caminho de milhares de leitores, no Brasil e no mundo, bem como auxiliam na manutenção das entidades filantrópicas beneficiadas pelos direitos autorais de todos os seus livros, atendendo mais de 100 mil pessoas necessitadas.

O exemplo de fé e amor de De Lucca nos contagia e nos faz querer ser pessoas melhores.

Que Jesus o abençoe e que cada vez mais e mais leitores sejam beneficiados com seus livros, que são verdadeiros faróis que nos ajudam a trilhar os caminhos da vida.

Valquíria Dalberto e De Lucca

Anna Dalberto com De Lucca

Anna Dalberto com De Lucca

Luiz Saegusa com De Lucca

Valquíria Dalberto com De Lucca

Luiz Saegusa com De Lucca

Público presente na homenagem

Luiz Saegusa com De Lucca

Público presente na homenagem

Valquíria Dalberto com De Lucca

Luiz Saegusa com De Lucca

Claudia Saegusa (diretora da Intelítera Editora) com De Lucca


Placa de homenagem a De Lucca


sexta-feira, 8 de abril de 2016

VOZES NA SENZALA - PELO ESPÍRITO JOSÉ DO PATROCÍNIO POR ADEILSON SALLES


VOZES NA SENZALA

A mediunidade não é privilégio de raças e seu grau não se vincula a cor da epiderme.

É recurso misericordioso concedido ao homem para que ele possa ser instrumento das “vozes do céu”.

E é por ela que escrevo, não para verbalizar como outrora meus sentimentos de revolta e descontentamento, pois o tempo e o conhecimento das leis da vida aplacaram minha ignorância.

Testemunhei inúmeras vezes as “vozes do céu” a se manifestarem nos redutos de sofrimento, nas senzalas, onde não existia dignidade humana e o desespero e a dor eram o pão de cada dia.

A escravidão do corpo não impedia que o espírito se libertasse e alçasse voo através das mensagens de esperança.

Nas senzalas, fenômenos mediúnicos aconteciam de maneira farta, pois através da mediunidade, o consolo chegava para aqueles que aguardavam a morte no cativeiro.

A desesperança se abrandava quando incorporações aconteciam e as vozes eram ouvidas cantando a fé em uma vida nova.

Eram parentes que feneceram na senzala e depois de mortos voltavam para falar da continuidade da vida.

Pais desencarnados que pediam coragem aos filhos, guias espirituais que aviavam receitas para minimizar as dores e doenças do corpo.

A revolta e a inconformidade eram aplacadas pelas vozes invisíveis ouvidas na senzala.

Mas existiam noites especiais, onde se testemunhava que “anjos do céu” desciam à Terra, porque mesmo no cativeiro a luz se fazia pelo amor de Deus por seus filhos.

Eram as noites em que vozes de amor entoavam a canção de liberdade ensinada por um Profeta Galileu.

Conta-se que nessas noites um perfume diferente era sentido, que o sofrimento abrandava.

As vozes diziam que o Profeta também foi cativo de uma cruz e que, mesmo inocente, Ele não deixou de abraçá-la para redenção de todos os homens, seja qual for a cor da sua pele.

As vozes ensinavam o perdão, pediam paciência, conclamavam a união.

Não obstante essa consoladora realidade, alguns corações cultivavam a revolta diante da desumanidade com a qual os negros eram tratados.

E a vingança e o crime eram defendidos por muitos.

Percebia-se que as vozes guardavam sintonia com os homens de boa ou má conduta. Fossem eles bons, sintonizavam-se com boas vozes, fossem eles maus, eram instrumentos das vozes revoltosas.

Quantas revoltas e crimes foram evitados pela intercessão dessas vozes que pediam coragem e paciência!

Do lado invisível, forças espirituais se movimentavam, a fim de fortalecer os corações em sofrimento.

O Cativo da cruz ensinara aos homens que a liberdade viria, mas que ela começaria por dentro do coração.

Seu evangelho ensina que cada espírito está atado ao tronco da própria ignorância e da maldade, mas que a caridade traz a libertação, a alforria verdadeira.

Se não houver luz por dentro da alma, não haverá luz na vida.

Fui filho de religioso. Quando encarnado, tive contato com o evangelho e me perguntei muitas vezes: Por onde anda esse tal Jesus, que não vem libertar minha gente?

Durante um tempo acreditei que existissem dois Jesus, um para salvar os brancos e outro para salvar os negros.

Em minhas preces, pedia para que surgisse um Jesus para os negros, não entendia que Ele não era Redentor de corpos, mas de almas.

Naqueles tempos, o que meus olhos viam de dor e sofrimento cegavam minha alma, e repudiei essa brandura e entendi que não seria Ele o Redentor.

Os navios negreiros que aportavam entulhados de escravos diminuíam a minha fé e aumentavam minha revolta.

Seres humanos sendo tratados como animais por causa da cor da sua pele.

Fiz o que pude, mudei de lado, voltei para o outro lado, paguei o preço das minhas escolhas, até que o gosto do sangue em minha boca fez raiar a liberdade para o meu espírito.

Morto fisicamente, meus olhos se abriram para as coisas do espírito.

Em minhas memórias, as invisíveis “vozes da senzala” sempre vão estar presentes, porque encontrei consolo em suas mensagens.

Mensagens que ensinavam que o Redentor estava no mundo, não para nos livrar das lutas do mundo, mas para verdadeiramente libertar todo aquele que crê em Deus e entende que só é livre de verdade aquele que ama a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

Podemos entender a Terra como uma grande senzala, onde todos estamos ainda cativos, mas em dimensões diferentes.

A dor experimentada no cativeiro de carne é que abre os ouvidos humanos para os valores imperecíveis da alma, daí muitos estão se voltando para ouvir e ler as mensagens que chegam da dimensão espiritual.

A mediunidade é neutra, mas o médium é o responsável pela mensagem que transmite, pois deve se sintonizar com as bondosas e invisíveis “vozes na senzala”.

A liberdade na Terra é relativa, pois a medida que amamos nos liberamos, mas quando o ódio e a paixão nos envolvem, os grilhões aumentam e encarcerados ficamos.
           
            
José do Patrocínio pelo médium Adeilson Salles


            
Verão 2016.

 

Para saber mais sobre o autor clique na imagem abaixo:



 





domingo, 3 de abril de 2016

SERENIDADE - DIVALDO FRANCO


O bom cidadão não pode nem deve abdicar da serenidade em qualquer situação em que se veja colocado. Deixar-se dominar pelas secretas paixões do ego é comportamento perigoso, porque elas enceguecem-no, tiram-lhe o discernimento e precipitam-no a situações embaraçosas. A serenidade demonstra segurança pessoal, consciente de atitude e confiança no bem.
Normalmente, nos momentos de crises, acendem-se incêndios vorazes e labaredas inesperadas quão devoradoras surgem em todo lugar, dificultando o entendimento da ocorrência e precipitando condutas lamentáveis. A verdade é falseada, suposições maleivosas são transformadas em acusações insensatas e o julgamento é sempre infeliz, porque é firmado em ideias preconcebidas.
A crise de qualquer natureza é sempre o clímax de uma questão malcuidada que se vai agravando à medida que não recebe a consideração merecida, até o momento em que já não é mais possível ser postergada. Logo surgem temperamentos exaltados de um lado e do outro, que se desafiam ansiosos por debates inúteis e acusatórios, revelando também os aproveitadores que se escusam de comprometer-se, porque são pusilânimes e desejam sempre lucrar.
A serenidade não anui com o erro nem com os comportamentos ilegais, imorais e agressivos, somente age com equilíbrio, não aumentando a inquietação que se generaliza e quase sempre termina em ações que indignificam os seres humanos. 

Nesses períodos de crises, de incertezas, surgem boatos assustadores, as calúnias são aceitas com exaltação e a justiça mal-aplicada foge aos seus próprios estatutos.
A melhor maneira de comportar-se durante ocorrências dessa natureza é agir-se corretamente, sem os envolvimentos emocionais de ocasião, contribuindo em favor da harmonia de todos. 

Nestes dias nos quais as notícias correm com altíssima velocidade e as condutas de enfermos emocionais se aproveitam para gerar pânico, é necessário vigilância para não se abandonar a serenidade.
Divaldo Franco escreve quinta-feira, quinzenalmente.
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 24-03-2016
Achou interessante? Passe um e-mail ou ligue para os  nºs  abaixo e comente, isso é muito importante para a permanência da coluna no referido jornal.

Email – opiniao@grupoatarde.com.br

Redação:   (71) 3340 – 8800

Central Telefônica: (71) 3340-8500

quinta-feira, 24 de março de 2016

BRASIL, CORAÇÃO DO MUNDO E A PÁTRIA DO EVANGELHO


Estamos vivendo tempos difíceis.


Às vezes temos a impressão que Deus se descuidou um pouquinho e que as barbaridades, que estamos assistindo mundo afora, estão em completa revelia de comando.


Atentados terroristas, Estado Islâmico, conflitos armados, guerras, o êxodo de um povo sofrido que foge em perigosas travessias onde perecem milhares de vidas. Povos que fogem da violência e da barbaridade da guerra abarrotando a Europa em milhões de refugiados sem esperança, tratados como farrapos humanos.

No Brasil, as notícias do dia a dia da corrupção, o desemprego, a violência e as drogas nas grandes cidades.

Então vem a pergunta: Por que Deus permite que tudo isso esteja acontecendo?

Na verdade, tudo isso já estava previsto com milênios de antecedência. Estamos vivendo um momento grave e solene de Transição Planetária.

É o vendaval da renovação, para que diante de tantos acontecimentos infelizes, o ser humano possa dar o testemunho de quem ele é. É o momento da separação do joio e do trigo, do lobo e das ovelhas. O próprio Cristo nos alertou que viriam os escândalos e que os escândalos seriam necessários. 

Mas alertou: Ai daquele por quem os escândalos viessem. Porque depois do grande vendaval da renovação, teremos a NOVA JERUSALÉM, uma nova etapa de uma humanidade renovada pela esperança, reconstruindo um mundo destroçado pela insanidade daqueles que daqui forem varridos para um planeta inferior, onde haverá choro e ranger de dentes.

Então, aqueles que forem os eleitos e aqui ficarem, irão conhecer um novo mundo, uma nova Terra e o Brasil será realmente o CORAÇÃO DO MUNDO E A PÁTRIA DO EVANGELHO.

Foi Jesus quem nos disse: Bem-aventurados os mansos de coração, porque eles herdarão a Terra.
Não podemos desanimar, nem entrar no vendaval dos sentimentos perigosos do ódio e da desforra.

João, o Evangelista, alerta no apocalipse: Aquele que é sujo, suje-se ainda, aquele que é imundo, continue na imundície, mas o que é justo, justifique-se mais e o que é santo, santifique-se mais.

Estejamos em vigilância e oração porque o momento assim exige.

Abraços a todos!


Antonio Demarchi 

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sexta-feira, 18 de março de 2016

Divaldo Franco não fez previsão de Guerra Civil no Brasil


Existe um texto sendo divulgado na Internet com o título: "Divaldo Franco prevê Guerra Civil no Brasil". Informamos que se trata de uma farsa (fake) e o uso indevido do nome dele.
Infelizmente ainda existem pessoas cruéis, mistificadoras que ficam envolvendo as pessoas pacíficas em seus conflitos.