sábado, 31 de maio de 2014

Divaldo Franco - Bonn / Alemanha - 30 de maio 2014

Bonn/Alemanha - Divaldo Franco - 30 de maio
Roteiro de palestras Europa 2014



Na noite desta sexta-feira, 30 de maio de 2014, na tranquila cidade de Bonn, na Alemanha, marcando o início das atividades que se estenderão até o domingo, Divaldo Pereira Franco, o abnegado trabalhador de Jesus, conduziu os presentes no amplo salão de conferencias do Seminaris Hotel & Meeting Resorts, no culto do Evangelho no Lar. Iniciou as atividades convidando o barítono Mauricio Virgens que, com sua treinada voz, sensibilizou a todos interpretando Ave-Maria.




Ato continuo pediu a um dos presentes que realizasse a prece inicial, para logo em seguida abrir o Evangelho Segundo o Espiritismo ao acaso. A seleção recaiu sobre o Capítulo XX, item 01, Os Trabalhadores da Última Hora. Concluída a leitura, Divaldo solicitou aleatoriamente aos presentes que dessem a sua interpretação ao texto lido, o que se deu em oito idiomas, Português, Italiano, Alemão, Frances, Inglês, Catalão, Espanhol e Sueco.

Após todos darem as suas interpretações, Divaldo considerou o fascínio da mensagem de Jesus, onde cada um interpreta de uma forma, pois que o ensinamento do Divino amigo, é sempre rico de aprendizado. Chamou a atenção para a resposta daquele que convocou os trabalhadores, o que importa não é a quantidade do trabalho, mas a qualidade com que se faz. Discorreu também sobre a inveja dos que foram convocados na hora primeira do labor, concluindo que o senhor foi honesto, pagando o que prometera e injustiça alguma cometeu.

Comentou sobre o pensamento de Kardec, ao referir-se que os espíritas são os últimos a tomarem contato com o Evangelho de Jesus, e que nem por isso possuem menos direito ao trabalho nobilitante. Aquele que tem pouco tempo, sentindo-se honrado, vai com todo o ânimo, com todas as forças colaborar. Aqueles que se acham melhores, esclareceu Divaldo, em verdade não o são, e Jesus demonstrou isso nos momentos finais, quando se pôs a lavar os pés dos apóstolos, deixando para sempre a sublime mensagem da humildade.

É comum que pessoas presunçosas, que subestimam os mais simples na aparência, humildes, não darem-se conta que o reino dos céus é para aqueles que são simples e humildes de coração. A proposta dos trabalhadores da última hora é um convite ao amor, de mil formas, através da caridade, da simplicidade, da paciência, da compaixão, da gentileza, etc...




Finalizou deixando uma mensagem de união, que nos amemos, e ao invés de querer ser melhor que os outros, empenhemo-nos para sermos, nós próprios, melhores a cada dia. Convidou, então, o exímio Warren Richardson que encerrou as atividades da noite cantando a inesquecível canção Imagine, de John Lennon.

O silêncio pairava no ar, e ainda enlevados pela tocante canção, todos permaneceram concentrados em si próprios, buscando sorver os ensinamentos ali apresentados. O clima era de harmonia e gratidão pela oportunidade, pela vida...

Fotos e texto: Ênio Medeiros

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Divaldo Franco - Colônia / Alemanha - 29 de maio


Divaldo Franco - Colônia/Alemanha - 29 de maio
Roteiro de palestras Europa 2014 



Na quinta-feira, 29 de maio de 2014, Divaldo Pereira Franco retornou à Bonn, na Alemanha, onde desembarcou de um voo procedente de Milão/Itália, para a realização de um seminário no final de semana. De imediato dirigiu-se para a cidade de Colônia onde, ao convite dos amigos do Grupo Espírita Cantinho do Chico, proferiu belíssima conferência em Português com o tema Em Busca da Saúde e da Paz.


Homenageando o Apóstolo de Pedro Leopoldo, Francisco Cândido Xavier, a maior antena psíquica do século XX, Divaldo enalteceu o seu profícuo trabalho e exemplo de caridade. Referindo-se ao poder do amor, citou Mahatma Gandhi, cujo amor libertou oitocentos milhões de indianos e paquistaneses do tacão do poder britânico. 


Destacando a caridade como força geradora de saúde e paz, o Arauto do Evangelho narrou à bela e comovente história da jovem Ananda, da Índia, que depois de sofrer inenarráveis sofrimentos, humilhações e mutilações variadas pelo crime de ter contraído a lepra, tomou contato com Madre Teresa. Ananda, apesar da doença, dedicou-se a amar e servir ao próximo incondicionalmente. Divaldo detalhou, como exemplo de dedicação, o grandioso trabalho de abnegação total, e de amor irrestrito ao próximo e à Jesus de que se fez portadora a pequena gigante de Calcutá, demonstrando que o amor promove a saúde e a paz.

Adoecemos, esclareceu Divaldo, por que perdemos a ética, o sentido existencial, entregando-nos à depressão e abrindo campo às doenças. O paciente que não acredita em si, obtém muito menos êxito na terapêutica. De um lado, o ser humano possui muitos sofrimentos, e de outro, muitas soluções. Porém a infantilidade no comportamento faz com que o indivíduo deseje que os outros o cure, quando a cura, a saúde, está dentro de si mesmo. A criatura humana gosta muito de enganar-se, muitos pensam que ao retornarem à espiritualidade, tornar-se-ão santos, como que por encanto, apesar de uma existência muitas vezes voltada ao gozo e ao prazer. A morte não nos torna melhores, ela é um veículo que nos leva de volta à imortalidade.


A religião é um fator preponderante para a busca da saúde. Aqueles que adoecem e creem em Deus curam-se em maior número, e mais rapidamente do que os que Nele não creem. Aqueles que perdoam, que não carregam mágoas, adoecem menos. Asseverou o Semeador de Estrelas que cada um busque a paz como recurso para a saúde através da oração. Assim obterá os recursos necessários para manter-se em paz, mesmo quando visitado pelas enfermidades. Finalizando, afiançou que vale a pena amar. Quem ama está rico de luz e espalha paz. Que a presença de Jesus seja uma constante na vida de cada um, conclamando ao amor.

O amplo salão ficou mergulhado em uma atmosfera de paz. A plateia visivelmente emocionada olhava aquele homem que, à medida que falava, parecia agigantar-se, dispensando mesmo o microfone. Sua voz ecoava por todos os cantos do salão e especialmente na acústica das almas dos presentes, sedentas de paz, de ternura, de amor. Divaldo ali esteve renovando o canto daquele que ouvimos uma vez e não nos esquecemos nunca mais... Jesus.

Fotos e texto: Ênio Medeiros

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Divaldo Franco em Milão / Itália - 28 de maio 2014

Milão/Itália - Divaldo Franco - 28 de maio
Roteiro de palestras na Europa 2014 




Encerradas as atividades de divulgação da Doutrina Espirita em Roma, Divaldo Pereira Franco dirigiu-se à belíssima cidade de Milão, na Itália, onde foi recebido pelos amigos espíritas daquela cidade para falar desta vez sobre a mediunidade, abrigada sob o tema: Il sesto senso: sfide e benedizioni, come riconoscerlo e come gestirlo (O Sexto Sentido: desafios e bênçãos, como reconhecê-lo e como lidar com ele).


A magnífica conferência foi realizada no Centro Congressi Provincia de Milano, com o auxílio de Regina Zanella, traduzindo-a para o italiano. O evento contou com a apresentação do talentoso tenor Maécio Gomes, enriquecendo a atividade. Prestigiando o notável orador e seu trabalho, esteve presente o Cônsul do Brasil em Milão, Sr. Renan Paes Barreto.



Na oportunidade foram lançados os seguintes livros, vertidos ao Idioma Italiano, com a psicografia de Divaldo Franco: Medianità: sfide e benedizioni (Mediunidade, desafios e bênçãos), de Manoel Philomeno de Miranda; e Il Seminatore (O Semeador), de Amélia Rodrigues. Aproveitando a presença e a coincidência da oportunidade do trabalho desenvolvido por Divaldo Franco, um divulgador incomum do Evangelho de Jesus no mundo, foi apresentado o livro Paolo e Stefano (Paulo e Estevão), de Emmanuel e psicografia de Francisco Cândido Xavier, lançado pela EDICEI.




O incansável trabalhador de Jesus referiu-se ao trabalho do Prof. Charles Richet, Prêmio Nobel de Fisiologia, autor da obra Metapsiquica Humana, afirmando que os indivíduos são portadores de um sexto sentido. Aprofundando a temática, Divaldo expôs os conceitos e estudos realizados pela Psicotrônica e a Psicobiofísica, demonstrando que a psique humana transcende a matéria. O pensamento, salientou, não é um atributo do cérebro, é um atributo da psique, que os espíritas denominam de O Espirito Imortal. Desde Albert Einstein a ciência começou a pensar no campo da energia. Na energia, que é o mundo normal, existe o mundo espiritual. Desta forma, os homens se encontram em um moto-contínuo. Ora veste a matéria, ora despe-se, volta a vestir, e através da reencarnação atinge a plenitude.




Eloquente, Divaldo discorreu sobre diversos casos de paranormalidade ocorridos ao longo da história da humanidade, como por exemplo com Dante Alighieri, que após a sua morte apareceu ao filho indicando onde se encontravam o complemento de sua monumental obra A Divina Comédia, trancada em um cofre, cuja existência todos ignoravam. Divaldo narrou fatos por ele vivenciados, relativos à mediunidade, que muito contribuíram e enriqueceram o tema proposto.

Esclareceu que para trabalhar a mediunidade, a Doutrina Espirita recomenda uma vida moral elevada, para poder atrair bons espíritos, levando uma vida saudável, com saúde sexual e equilíbrio emocional. Sugeriu que se faça silêncio interior, que se acalme a mente, pois os bons Espíritos estão a nossa volta, trazem uma mensagem de otimismo e esperança e nos convidam a pensar em Jesus. Convocou ao exercício do amor, pois a verdadeira felicidade consiste em amar, e quando amamos temos um imenso tesouro, vivamos plenamente cada momento, e sejamos felizes agora.


A plateia, como que magnetizada pelas palavras acompanhadas da emoção daquele que simplesmente expõe o quotidiano de sua vida, não se levantou para sair, mas, aplaudindo intensamente o exímio orador, permaneceu por bastante tempo no amplo salão, convivendo no clima de paz e harmonia que ali se fizera. Já era quase chegada a hora primeira do dia vindouro, demonstrando a força do amor unindo os indivíduos...

Fotos e texto: Ênio Medeiros

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Divaldo Franco - Roma/Itália - 27 de maio

Divaldo Franco - Roma/Itália - 27 de maio
Roteiro de palestras Europa 2014 




Em seu segundo dia em Roma/Itália, e dando prosseguimento ao roteiro de divulgação da Doutrina Espírita pelo continente Europeu, no dia 27 de maio de 2014, uma terça-feira, nas instalações do L’Hotel Arco di Travertino, Divaldo Pereira Franco, eminente professor, humanista, apresentou o tema Psicologia della Gratitudine (Psicologia da Gratidão), com o auxílio de Valentina Vettorazzo traduzindo a conferência para o Idioma Italiano.

Trabalhador incansável de Jesus, Divaldo destacando o amor, referiu-se a Gandhi, que asseverava que se um único homem atingisse a mais elevada qualidade de amor, isto seria suficiente para promover a paz, demonstrando, assim, a força do amor.


Observando a sociedade atual, constata-se que a criatura humana transita entre o consumismo e o utilitarismo, que se expressa através das diversas conquistas materiais que levam o homem ao tormento da posse. Expondo o conhecimento produzido pelos filósofos da antiguidade e apoiando-se nessas conclusões, o Embaixador da Paz abordou os conceitos sobre o medo, a ansiedade e a solidão, questionando por que o homem, mesmo com tantas conquistas, ainda não encontrou a paz?




Aprofundando a temática e tornando-a mais compreensível, Divaldo narrou alguns exemplos por ele vividos dando-lhes importante toque de humor, provocando risos na plateia, proporcionando um relaxamento benéfico para a absorção do tema. Utilizando-se da psicologia de massa é possível observar a criatura sempre armada, pronta para reagir, esquecida da capacidade de ser gentil, de amar, de ser grata à vida.

Como mecanismo de estímulo, expôs a bela e verídica história de ingratidão experimentada por Adam Rickles, de formação judia ortodoxa e seu filho Joey, narrada no livro Os Pequenos Milagres, que nada mais são do que os mecanismos da providência Divina em ação, proporcionando a reabilitação ao equivocado e ingrato, movido pela força do amor, sensibilizando a atenta plateia.



Gratidão, esclareceu Divaldo, não é apenas devolver algo. Gratidão é não devolver o que de negativo o indivíduo receba. Tão pouco não se trata de esquecer o erro, nem de apoiar o erro, mas não se vincular à ele. Frisou o incansável orador: O nosso sentimento deve estar acima de qualquer situação, quando somos gratos, a vida adquire um novo sentido.

O espiritismo nos apresenta uma mensagem da gratidão incomparável, isto é, não fazer aos outros aquilo que não gostaríamos que nos fizessem, tentando ser melhor a cada momento, pois todos dependem de alguém, e por isso devemos ser gratos à vida.


Finalizando a conferência, o eminente orador afirmou que o importante não é crer em Deus, mas ser digno, viver dignamente. A verdadeira oração é a ação de fazer o bem, pois a maior felicidade possível é fazer o bem. Feliz é quem dá, é quem ama.



Efusivamente aplaudido, Divaldo a todos atendeu distribuindo gentilezas, atenção e esclarecimentos àqueles corações oprimidos pela aturdida correria cotidiana, muitas vezes em busca de coisa nenhuma. As expressões faciais dos participantes transpareciam serenidade, tocados pela mensagem de amor daquele que vive o que prega, o semeador infatigável do Cristo...

Fotos e texto: Ênio Medeiros

terça-feira, 27 de maio de 2014

Divaldo Franco - Roma/Itália - 26 de maio

Divaldo Franco - Roma/Itália - 26 de maio.
Roteiro palestras Europa 2014 




Saindo ao amanhecer do dia 26 de maio de 2014, segunda-feira, de Viena/Áustria, Divaldo Pereira Franco dirigiu-se à formosa e histórica cidade de Roma/Itália, sendo recebido no aeroporto pelos amigos do GRAK – Gruppo Di Roma Alan Kardec, que o conduziram diretamente ao hotel, onde após refazer-se rapidamente, seguiu para proferir uma conferência aos amigos do grupo espírita de Roma, mais precisamente aos trabalhadores espíritas.

Divaldo para atender ao tema proposto, a Psicologia do Perdão, iniciou referindo-se aos vários vultos da humanidade que abordaram inúmeros aspectos da criatura humana e dos seus relacionamentos, porém, frisou, ninguém o fez como Jesus. Somente Ele propôs o amor e foi além, lançou à humanidade um repto, que amássemos também aos inimigos. Qual o poeta que foi capaz de cantar algo semelhante as Bem-Aventuranças? Indagou.




O ilustre orador pintou verdadeiros quadros dos momentos vividos por Jesus, emoldurando-os com seu verbo eloquente, levando a atenta plateia a uma verdadeira viagem mental às paisagens por onde Jesus passou cantando o seu hino de amor.

Citando grandes nomes da psicologia moderna e o resultado por eles produzidos, culminou com a assertiva: quem ama não adoece, embora ocasionalmente tenha doenças, não é doente. Dissertou sobre os conflitos ocasionados pela culpa arquivada no inconsciente, e a importância do perdão a si mesmo, o autoperdão para o reequilíbrio emocional e uma vida saudável.




Aquele que aprende a perdoar é alguém que, despertando, resolve não aceitar e não carregar o lixo mental que lhe oferecem através da agressividade, da loucura e da insensatez. Todos têm o dever de se perdoar, todos possuem o direito a uma nova oportunidade. A reencarnação é a nova oportunidade que Deus concede aos indivíduos para a reabilitação.

Trabalhando a questão da felicidade, o peregrino do Cristo apresentou as cinco regras básicas para que a criatura humana alcance a felicidade, sugeridas pelo espírito Joanna de Ângelis: 1 - A vida é bela; 2 - Eu nasci para amar; 3 - Eu nasci para servir; 4 - O mal que me fazem não me faz mal. O que me faz mal é o mal que eu mesmo faço; e 5 - Eu nasci para esquecer o mal.




A psicologia do perdão, ressaltou Divaldo, nos convida ao autoamor, a buscarmos a reabilitação, tirando-nos a culpa, sem continuar no erro. Estamos buscando o pão que nos falta, este pão é o amor preconizado por Jesus.

Destacando o esforço, o amor, a dedicação, uma vida de abnegação à Doutrina Espirita, e em reconhecimento ao auxilio prestado ao longo dos anos ao Grupo Espírita de Roma, Divaldo foi homenageado com uma sugestiva placa. 




Finalizando a belíssima conferência, lembrando os cristãos primitivos que se reuniam nas catacumbas para orar, Divaldo deixou uma mensagem de estímulo e bom ânimo ao pequeno grupo de trabalhadores, renovando-os para servir e amar como ensinou Jesus. A base da felicidade, destacou o Arauto do Evangelho, é exatamente servir. Seja você aquele que tem a honra de servir.

Fotos e texto: Ênio Medeiros