quinta-feira, 24 de março de 2016

BRASIL, CORAÇÃO DO MUNDO E A PÁTRIA DO EVANGELHO


Estamos vivendo tempos difíceis.


Às vezes temos a impressão que Deus se descuidou um pouquinho e que as barbaridades, que estamos assistindo mundo afora, estão em completa revelia de comando.


Atentados terroristas, Estado Islâmico, conflitos armados, guerras, o êxodo de um povo sofrido que foge em perigosas travessias onde perecem milhares de vidas. Povos que fogem da violência e da barbaridade da guerra abarrotando a Europa em milhões de refugiados sem esperança, tratados como farrapos humanos.

No Brasil, as notícias do dia a dia da corrupção, o desemprego, a violência e as drogas nas grandes cidades.

Então vem a pergunta: Por que Deus permite que tudo isso esteja acontecendo?

Na verdade, tudo isso já estava previsto com milênios de antecedência. Estamos vivendo um momento grave e solene de Transição Planetária.

É o vendaval da renovação, para que diante de tantos acontecimentos infelizes, o ser humano possa dar o testemunho de quem ele é. É o momento da separação do joio e do trigo, do lobo e das ovelhas. O próprio Cristo nos alertou que viriam os escândalos e que os escândalos seriam necessários. 

Mas alertou: Ai daquele por quem os escândalos viessem. Porque depois do grande vendaval da renovação, teremos a NOVA JERUSALÉM, uma nova etapa de uma humanidade renovada pela esperança, reconstruindo um mundo destroçado pela insanidade daqueles que daqui forem varridos para um planeta inferior, onde haverá choro e ranger de dentes.

Então, aqueles que forem os eleitos e aqui ficarem, irão conhecer um novo mundo, uma nova Terra e o Brasil será realmente o CORAÇÃO DO MUNDO E A PÁTRIA DO EVANGELHO.

Foi Jesus quem nos disse: Bem-aventurados os mansos de coração, porque eles herdarão a Terra.
Não podemos desanimar, nem entrar no vendaval dos sentimentos perigosos do ódio e da desforra.

João, o Evangelista, alerta no apocalipse: Aquele que é sujo, suje-se ainda, aquele que é imundo, continue na imundície, mas o que é justo, justifique-se mais e o que é santo, santifique-se mais.

Estejamos em vigilância e oração porque o momento assim exige.

Abraços a todos!


Antonio Demarchi 

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sexta-feira, 18 de março de 2016

Divaldo Franco não fez previsão de Guerra Civil no Brasil


Existe um texto sendo divulgado na Internet com o título: "Divaldo Franco prevê Guerra Civil no Brasil". Informamos que se trata de uma farsa (fake) e o uso indevido do nome dele.
Infelizmente ainda existem pessoas cruéis, mistificadoras que ficam envolvendo as pessoas pacíficas em seus conflitos.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

O PODER DO EXEMPLO - DIVALDO FRANCO


Todo indivíduo que gosta de literatura certamente leu as obras notáveis de Leon Tolstoi, o grande escritor russo de Guerra e Paz e Ana Karenina, ficando profundamente tocado pela sua beleza mágica.
O notável escritor, porém, escreveu muito mais obras que o destacaram na condição de um dos maiores do seu país e, por extensão, do mundo.
Não obstante, o livro pelo qual tinha mais consideração é O Reino de Deus Está em Vós.
Trata-se de uma obra criada após a sua conversão ao cristianismo ensinado e vivido por Jesus. Após meditar demoradamente na doutrina cristã ortodoxa a que se vinculara, por não concordar com a opressão que exercia sobre o povo sofredor da Rússia, pelo luxo e apoio ao poder do czar Nicolau II, leu, em grego, os originais do Evangelho e encontrou Jesus, Aquele que realmente modificara a ética da humanidade para o amor sem limites.
Renunciou à sua posição de nobreza, da condição de conde, e passou a cultivar as próprias terras, com os humildes e esfaimados trabalhadores, vivendo de maneira equivalente.
Escreveu uma carta longa ao czar, pondo-se contrário à pena de morte e às injustiças praticadas pelas suas forças armadas do exército e polícia, vaticinando que, se ele persistisse na crueldade contra as massas, não fugiria à lei divina. Mais tarde, a sua previsão tornou-se realidade durante a revolução de 1917, que o retirou do poder, enviou-o ao exílio e o fuzilou, bem como à família real.
Causou um tremendo escândalo a sua dedicação a Jesus na simplicidade do evangelho, havendo sido responsável pela mudança de comportamento para melhor de incontáveis criaturas.
Estimulou Gandhi, enviando-lhe o livro, e ele começou a notável campanha da não violência que, por sua vez, influenciou Martin Luther King Jr. na libertação do seu povo. O exemplo, mais do que as palavras, é o que vale. Nestes dias tumultuosos, se desejamos mudar o mundo, mudemos nossa conduta, especialmente aqueles que nos dizemos cristãos.
Divaldo Franco escreve quinta-feira, quinzenalmente.
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 25-02-2016
Achou interessante? Passe um e-mail ou ligue para os  nºs  abaixo e comente, isso é muito importante para a permanência da coluna no referido jornal.
Central Telefônica: (71) 3340-8500
Redação:   (71) 3340 – 8800
Email – opiniao@grupoatarde.com.br

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sábado, 20 de fevereiro de 2016

NAVIO NEGREIRO - Mensagem do espírito José do Patrocínio por Adeilson Salles


NAVIO NEGREIRO

            A Terra para alguns assemelha-se a um “navio negreiro” transportando em seu seio os escravos do egoísmo em noite tempestuosa.


            Suspensa no espaço, essa nau segue seu curso através dos oceanos da galáxia.

            Na intimidade da nau, carga viva se deblatera ante as marés transformadoras, que balançam o navio para que o despertamento das almas se dê através das lutas redentoras.

            Choro e ranger de dentes ecoam por todo orbe como despertadores benditos para que os surdos do espírito possam acordar das paixões que os acrisolam.

            Grande parte da mole humana prefere se manter no porão da nau terrena, não obstante, Jesus, o Timoneiro de Deus, venha acenando com seu astrolábio amoroso ofertando a rota renovadora do Evangelho.

            Os escravos desses tempos não são coagidos pela força exterior através do braço do mais forte.

            A senzala está localizada na intimidade do coração humano.

            O tronco em que o homem se compraz é o do orgulho.

            O espírito escravizado não tem correntes a prender-lhe pés e mãos, impedindo-o de ganhar a liberdade, pois é dentro de si que a luta abolicionista acontece.



            As chagas que ferem a alma são abertas pela ignorância humana acerca do sentido verdadeiro da vida.

            As chibatadas que vergastam e dilaceram o corpo físico, em forma de enfermidades, não são castigos impingidos pelo “Senhor do Engenho”, mas o resultado da semeadura realizada em tempos transatos.

            Os tempos escravagistas da modernidade revelam a cultura hedonista, que escraviza mais e mais as mentes incautas.

            O pelourinho de hoje é o sexo desenfreado e a cultura exagerada ao corpo, pois que a criatura humana se expõe voluntariamente de todas as formas possíveis.

            Jesus, o abolicionista das nossas almas, nos pede esforço próprio para a libertação anelada e necessária.

            O legado do Cristo: A cada um será dado conforme as suas obras – revela que o homem se liberta ou se escraviza às paixões que cultiva, por escolha própria.

            Bendito seja o Consolador Prometido, que nos afasta da sanha da culpa perante a vida, para nos outorgar o archote da responsabilidade pela Doutrina dos Espíritos.

            A Terra é a nau bendita que transporta os filhos de Deus em processo evolutivo.

            Para alguns a vida na Terra é cativeiro, para outros é portal libertador.

            Não somos cativos da vida, somos escravos das escolhas realizadas.

            Já estivemos em outras naus planetárias, já navegamos em outros oceanos escolares.

            A bússola libertadora é o evangelho, e é preciso seguir a direção apontada para o amor.

            A escravidão é voluntária, a caridade é a chave que escancara as portas da senzala emocional onde grande multidão se acrisola.

            Já raiou a liberdade no horizonte das nossas vidas, mas para contemplá-la e vivenciá-la é preciso amar.

            Allan Kardec é o abolicionista da razão, pois O Livro dos Espíritos é a grande carta de alforria.

            A morte morreu, o medo não escraviza mais, a imortalidade é a verdadeira expressão da liberdade para o espírito imortal.

            Já raiou a nova aurora para os nossos corações, mas urge que trabalhemos na construção da liberdade interior.

            Renovemos, pois, as nossas esperanças sem descanso, a obra precisa ser realizada.
            O Senhor das nossas vidas é Jesus.

            Segue conosco, Compassivo Timoneiro, e acalma o mar bravio das nossas imperfeições.

            Diante das dores que nos fazem soçobrar, pede ao mar da nossa ignorância que se acalme, a fim de caminharmos sob as águas turbulentas, como o fez Pedro.

            Acalma a ventania das paixões que nos envilecem egoisticamente.

            Misericórdia, Timoneiro de Deus, pois desejamos abandonar o porão das trevas humanas para estar contigo sob as estrelas da esperança, no convés da nau do Seu Evangelho Redentor.





José do Patrocínio




por Adeilson Salles


segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

JESUS, O REDENTOR - ESPÍRITO JOSÉ DO PATROCÍNIO POR ADEILSON SALLES

foto: dollar photo club

Jesus, o Redentor

            A mediunidade é a tribuna venturosa de onde o mundo espiritual proclama a continuidade da vida.

            E é por ela que os espíritos comprometidos com a reforma do mundo vem cantar a nova aurora.

            São chegados os tempos da grande libertação, que não se dará com a alforria dos corpos, mas com o fim da escravidão das mentes.

            Desde muitos séculos o egoísmo é o Senhor Escravocrata que ainda domina o pensamento humano.

            As religiões que dominam o cenário planetário seguem proclamando a barganha material pelas conquistas espirituais.

            Esquecidas de que, Jesus pede-nos a edificação do reino dos céus na intimidade do ser.

            Nos tempos atuais, as correntes do ego aprisionam a grande multidão de alienados dos valores da alma na senzala do consumismo desenfreado.

            Embora a noite se adense, o Espiritismo está no mundo como archote bendito para guiar o homem pela senda da libertação.

            Jesus trouxe-nos a senha, a lei áurea, o código da nossa alforria:
            Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei

            O homem moderno se escraviza voluntariamente ao tronco das paixões torturantes, ao sexo desvairado, a vida niilista.

            Não obstante seja essa a realidade, o Espiritismo quebrou os grilhões da ignorância ofertando a todos os corações de boa vontade o caminho libertador, a porta estreita a que se referiu Jesus.

            O Consolador prometido veio escancarar as portas da senzala para libertar a todos, todavia, o fim da escravidão se dá no esforço individual da autoiluminação.

            O fim das teologias escravocratas, aquelas que inibem o pensamento humano está próximo.

            O amor e a caridade devem reger essas transformações.

            O coração do homem é a grande lavoura, onde Jesus, o Redentor, aguarda para o plantio do bem e da paz.

            A chibata da dor cumpre seu papel de despertador das consciências, mas a aurora da liberdade irá raiar para os que compreenderem a urgência do trabalho em si mesmos.

            Embora as portas da senzala estejam escancaradas, grande parte da mole humana se mantém voluntariamente encarcerada no tronco dos desejos vis.

            Hoje a mediunidade é a tribuna pela qual me manifesto com a mesma veemência e sonho de liberdade que sempre acalentou minha alma.

            Hoje me valho dos recursos psíquicos do médium para grafar essas palavras, não como espírito redimido, mas como mais um aprendiz, que desperta de um longo período de escravidão.

            Jesus é o Redentor, Allan Kardec o agente da libertação das consciências.

            Com o coração jubiloso e feliz pela oportunidade de trabalho que nos chega, posso respeitosamente parafrasear a passagem de Jesus, quando da cura de alguns corpos, mas como mensagem para cura e libertação do espírito.

            Em algumas ocasiões, Jesus indagava, narram os evangelistas:
            ─ Tu crês que eu te posso curar?

            Com o advento do Espiritismo Jesus vem nos indagar:
            ─ Tu crês, que eu te posso libertar?

            Sim! Ele pode nos libertar, mas a libertação se dá pelo trabalho incessante, pela vitória sobre si mesmo.

            As correntes que nos aguilhoam a alma estão dentro de nós, são pesadas e densas, mas “o amor cobre a multidão de pecados” (Jesus), e esse mesmo amor nos liberta do mais terrível escravagista, o orgulho.

            Jesus nos acena com a era da liberdade, os novos tempos, onde o pensamento, vinculado ao amor e ao trabalho construirão o mundo regenerado.

            Subo e subirei repetidas vezes no púlpito mediúnico para gritar com toda força do meu coração:
            
                   Jesus é o Redentor e o Evangelho a lei áurea para nossas vidas.




            José do Patrocínio
            
            Verão 2016

            Médium Adeilson Salles

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