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segunda-feira, 2 de junho de 2014

DIVALDO FRANCO - Bonn/Alemanha - 01 de junho 2014

DIVALDO FRANCO - Bonn/Alemanha - 01 de junho 
Roteiro de Palestras na Europa - 2014




Em 1º de junho de 2014, no segundo dia do seminário A Psicologia do Perdão e a Saúde, no salão de conferencias do Seminaris Hotel & Meeting Resorts, em Bonn/Alemanha, o clima entre os participantes transparecia ser o de uma família. As pessoas trocavam experiências em um convívio fraterno, participando deste que é, sem dúvida, um seminário terapêutico, pois que dali todos saíram renovados, após vivenciarem tão nobres conceitos, verdadeiras ferramentas para modificar a forma de pensar, de sentir e de agir, para melhor.

O obreiro de Jesus, Divaldo Franco, iniciou ressaltando a necessidade de o ser humano aprender a conviver com as diferenças. Utilizando-se de algumas figuras de linguagem, exemplificou referindo-se aos dedos das mãos, que são todos diferentes entre si, mas que ao moverem-se para pegar qualquer objeto tornam-se iguais. Graças a essas diferenças é possível realizar diversas tarefas.





Narrando fatos reais, de pessoas submetidas à violência monstruosa, daqueles que, doentes, agridem sem pensar, e dirigindo-se à atenta plateia, questionou: Você perdoaria? Citou o Dr. Dean Ornisch, autor da obra Amor & Sobrevivência, que após analisar-se, percebeu carregar mágoa em relação ao pai, apesar de aparentemente ter tudo o de que possa necessitar, sendo cirurgião e escritor famoso. Ao reencontrar-se com o pai conseguiu, através do diálogo, dar-se conta, caindo em si, que a mágoa trazida no íntimo não tinha razão de ser, pois que o pai abnegadamente dedicara-se à sua vida, ao êxito da vida do filho, por amor. Desde então o Dr. Ornisch passou a sugerir, aos seus pacientes, o perdão como terapia para a reconquista da saúde e da paz. Saúde e doença são estados espirituais da criatura, frisou o nobre expositor.





No campo dos sentimentos, das emoções e das vibrações, Divaldo alertou para que o ser humano tenha cuidado ao falar aos outros, pois que pode transmitir mensagens destrutivas. Existem várias formas de dizer o que se pensa, a vibração que se emite ao falar irá atingir, positiva ou negativamente, o outro. É necessário tomar muito cuidado na hora das conversas, certas colocações afastam as pessoas, primeiro emocionalmente, e fisicamente em seguida. Quando a criatura se sente criticada ela se fecha, este é um aspecto grave dos relacionamentos afetivos, a pessoa se fecha e se afasta, assim, irá buscar fora aquilo que não mais existe, e quando se dá conta, já não há mais aproximação.

Desculpemos aos outros, não queiramos que as pessoas pensem pela nossa cabeça, não nos atormentemos para que o outro seja o nosso modelo, aprendamos a gostar das pessoas como elas são, os caminhos devem ser percorridos com carinho, por que com censura as pessoas vão embora. Sejamos simples, vivamos com simplicidade, é muito fácil ser simples, nós é que complicamos a vida. Quando temos relativo conforto, queremos conforto absoluto, e quando temos tudo, fazemos depressão, estamos constantemente buscando fora, aquilo que não nos preenche. A simplicidade mais importante é a do coração, mergulhemos para dentro de nós, façamos uma viagem ao mundo íntimo, fazendo silencio para ouvir as estrelas e acordar para o verdadeiro sentido da vida, ensinou o nobre conferencista.


À medida que expunha os belos conceitos, as pessoas iam se deixando penetrar pelo verbo amoroso, que endereçava-se diretamente aos corações como verdadeira chuva de bênçãos, proporcionando bem-estar, preenchendo espaços íntimos que a incompreensão e o vazio existencial vão criando na criatura humana. Vibrações amorosas pairavam no ar. Embalados pelas apresentações musicais, a emoção tomou conta de todos. Foi um daqueles momentos mágicos em que não se necessita nada dizer, pois o que vigora é a linguagem do amor. A lembrança auspiciosa desses momentos felizes já começava a produzir a saudade, a fazer pensar no reencontro, para o ano vindouro, se assim Deus o permitir...

Fotos e texto: Ênio Medeiros

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