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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

DIVALDO FRANCO RESPONDE: qual é o motivo das mortes prematuras?



O ciclo natural da vida é que os pais morram antes dos filhos. Quando se dá o inverso e os filhos morrem primeiro, existe muita dor, muito sofrimento, tanto para os pais como para os demais familiares. Nesse contexto, qual é a razão de crianças, em tão tenra idade, desenvolverem doenças graves como a AIDS e o câncer?

Divaldo Franco:

Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, faz uma bela abordagem sobre as mortes prematuras. Essas desencarnações prematuras estão dentro da ficha evolutiva, não somente daqueles que devem retornar, que vêm à Terra apressadamente para cumprir um período que lhes ficou faltando em experiências anteriores, como também para propiciar àqueles que os amam, a oportunidade da reflexão.

A vida, examinada do plano físico para o mundo espiritual, é feita de incógnitas, mas no sentido inverso, do plano espiritual para o físico, é muito diferente. Sem dúvida, a morte sob qualquer aspecto considerado é uma grande ceifadora de alegria. Freud assevera no seu notável livro Melancolia, quando estuda o capítulo sobre o luto, que a morte é tão perversa que o indivíduo passa por um período de abatimento, de quase depressão, que dura invariavelmente até quatro semanas, no entanto, quando por acaso prolonga-se por mais tempo, transforma-se em transtorno depressivo.

Do ponto de vista espírita, é uma provação. Provação para os pais, não para a criança. O Espírito no corpo infantil liberta-se, e, ao libertar-se do antigo débito, prossegue em evolução, em melhores condições. No entanto, para quem fica, a dor, a frustração, constituem testemunhos muito sérios, que devem levar a profundas reflexões a respeito dos nossos limites e da imortalidade, da sabedoria de Deus.

Nessa provação, que muitas vezes tem o caráter expiatório, porque os genitores não conseguem superá-la com facilidade, o indivíduo deve voltar-se para os porquês e buscar em Deus a única solução, aliviando a dor com a certeza do reencontro no futuro.

Cumprida a provação, o Espírito retorna para continuar o processo da afetividade, renascendo no mesmo reduto doméstico ou através de outros corpos e acercando-se do antigo lar, prolongando a convivência, que momentaneamente ficou interrompida.

Do livro Divaldo Franco Responde Volume 1.
Para mais informações, acesse: http://goo.gl/GLDGTD



3 comentários:

  1. E quando uma mãe idosa desencarna, deixando os filhos sob a legislação de desejos não justos, exaltando um filho em detrimento dos outros?

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  2. MI EXPERIENCIA COMO MADRE ES QUE EL DUEL (DOLOR) SE PROLONGA INVARIABLEMENTE POR TIEMPOS DE ACUERDO A LAS EDADES DE LOS PADRES .ES MUY DOLOROSO ,SE NECESITA TIEMPO DE REFLEXION SILENCIO Y TRANQUILIDAD. PARA LOGRAR LA RESILENCIA ; SE LOGRA .Y CUANDO SE LOGRA ES PORQUE ENCONTRAMOS LA PAZ EN LA FE .Y ESPERIMENTAMOS EN TRANQUILIDAD ARMONIA Y AMOR LA COMUNICACION CON EL ESPIRITU DE NUESTRO HIJO .QUE NOS PLENA DE FELICIDAD SABER DE EL .AUNQUE DEBEMOS GUARDAR SILENCIO PUES LA SOCIEDAD CONDENA Y LA FAMILIA SE PREOCUPA PUES CREEN QUE DESARROLLAMOS ENFERMEDAD MENTAL.

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