Barra de vídeo

Loading...

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

MANJEDOURA E CORAÇÃO


Mensagem do espírito Frei Luiz, recebida pelo médium Adeilson Salles.

MANJEDOURA E CORAÇÃO

Novamente, a noite natalina se anuncia nos convidando às profundas e necessárias reflexões acerca do nascimento de Jesus.
As cidades se enfeitam e o mundo ocidental comemora o aniversário do homem de Nazaré.
Há pouco mais de dois mil anos, o céu da Palestina se iluminou com a passagem da estrela anunciando a chegada do Salvador.
Israel aguardava a chegada do Messias que viria ao mundo conquistar e demonstrar o poder temporal.
Roma seria subjugada e, de força opressora, passaria à condição de oprimida.
Entendiam os hebreus que um Messias de verdade ocuparia um trono na Terra.
O Império Romano, por certo, transformar-se-ia em um novo império, agora hebraico para servir aos judeus.
Não obstante, fosse essa a crença alimentada pelos hebreus, o reino que se anunciava não era desse mundo.
Belchior, Baltazar e Gaspar seguiram a estrela de Belém e testemunharam que o Rei dos Reis iniciava seu reinado em uma manjedoura.
Era noite de natal!
Para a humanidade o começo de um novo tempo. A era do amor, do perdão e da paz.
Hoje, se anuncia novamente o natal. E a estrela de Belém iluminará o céu de nossas esperanças, nos convidando a renascer.
O tempo é de renascimento. E é importante observar o que o exemplo de Jesus nos ensina:
A humildade é a grande riqueza!
O trabalho é o bem maior!
A família é a fortaleza espiritual para os nossos corações.
É natal!
Somos os convidados imortais, presentes na ceia de ontem e de hoje.
Cumpre aprendermos a renascer na manjedoura de cada dia.
No instante da prova, busquemos a manjedoura da paciência.
Quando a dor nos visitar, fortaleçamo-nos na manjedoura do trabalho.
A humildade é abrigo seguro, onde o espírito se fortalece nas provas e desafios de cada dia.
É natal!
O menino Jesus nasceu e solicita o colo do nosso coração, a fim de crescer em nossa alma.
Paz na Terra aos espíritos de boa vontade!

Frei Luiz

Mensagem recebida em reunião mediúnica do CEAC – Centro Espírita Amor e Caridade de Olinda- PE, pelo médium Adeilson Salles.

            

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

INSENSIBILIDADE E ZUMBIS


INSENSIBILIDADE E ZUMBIS

Rotineiramente me encontro envolvido com as atividades de socorro e amparo a crianças e jovens que voltam da Terra para o mundo espiritual.

Não é novidade que em sua grande maioria eles chegam aqui totalmente aturdidos e perturbados, sem qualquer noção a respeito da continuidade da vida.

Nos desdobramos de maneira a auxiliar nessa transição, que por si só na maioria das vezes é brusca.

São tantos os que não demonstram qualquer reação, mesmo quando são recebidos por parentes que os precederam na viagem de volta ao mundo espiritual.

Registramos de maneira a lamentar, a indiferença que acomete muitos corações em trânsito entre os dois planos da vida.

Muitos jovens assemelham-se aos famosos “zumbis” que o cinema retrata, e que uma vida de desamor cria.

Eles não reagem às manifestações de carinho, não registram as demonstrações de afeto, e hipnotizados pela indiferença experimentam estados de apatia letárgica.

O amor, assim como outros sentimentos nobres, deve ser exercitado. A alma foi criada por Deus, que é amor, para amar.

O mergulho na carne, na experiência das vidas sucessivas, que tem como propósito a evolução dos espíritos tem tragado continuadamente muitos jovens para a vala da indiferença pela ausência de uma educação.

Os lares se encontram fragilizados, à mercê dos modismos que sequestram a identidade psicológica em formação.

O mundo infantojuvenil se encontra sitiado por hábeis processos de manipulação mental direcionados a crianças e jovens, a fim de manter os usos e costumes consumistas.

O coração pequenino enregela-se tornando-se refratário às mensagens de amor, que propõe o desenvolvimento da alma em direção a Deus.

Nossas palavras têm o desejo de alertar a todos os educadores sobre o grave momento desses tempos de transição.

Em visita a muitos lares para trabalho de socorro e esclarecimento, já encontramos crianças dividindo o copo com os pais em conúbio vicioso. É a instalação gradual do reino da indiferença.

Os valores dando lugar ao desvalor, e os processos mórbidos se instalando nas almas infantis.

Ao lado da glamorização da rebeldia sem sentido, da destruição dos valores familiares que corrompem a sociedade moderna, uma geração de “zumbis” está nascendo.

Eles se alimentam do gozo, são escravos do hedonismo, não se recordam de Jesus.

Muitos religiosos são os responsáveis pelo apartamento de crianças e jovens da mensagem cristã, pois ao apresentarem a mensagem do Cristo, transformam-na em instrumento de segregação.

O jovem não consegue coadunar seus sentimentos e desejos com um projeto de vida que lhe roube o tesouro da juventude.

Cabe a nós outros, mesmo dentro das limitações que nos caracterizam, envidar esforços para apresentar Jesus em sua essência libertadora para a juventude.

O reino da indiferença que se ergue deve ser substituído pelo mundo da compaixão e do amor.

O escândalo já está acontecendo. E sua necessidade foi predita por Jesus, mas a situação atual não pode servir para imobilizar os corações de boa vontade.

A insensibilidade, que gera a indiferença, tem na caridade o antidoto para combater esse mal.

A indiferença da falta de tempo é assimilada por crianças e jovens a partir do próprio lar.

A indiferença e o desinteresse pelo que os filhos fazem na calada da noite, pelos programas que assistem na TV, pelo mundo virtual em que transitam, pelas companhias em que andam nas baladas, certamente faz nascer e crescer esse sentimento nos corações mais fragilizados e destituídos de valores cristãos.

Unamos nossos esforços para que crianças e jovens tenham despertados em seus corações o sentimento do bom Samaritano, para que possam se importar pela dor e sofrimento do outro.

Cabe-nos trabalhar na educação cristã ensejando desenvolver o senso de caridade na intimidade de cada ser.

Que Jesus, o excelso educador, nos inspire.

Ivan de Albuquerque 

Mensagem recebida pelo médium Adeilson Salles.

Dezembro/2016

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

DEUS E A CHAPECOENSE



Deus e a Chapecoense

 Dr. Ricardo Di Bernardi 
     
Nos dias que se sucederam ao infeliz episódio do desastre aéreo que ceifou dezenas de vidas da querida Chapecoense, nós tivemos a oportunidade de escutar inúmeras opiniões, conceitos e explicações extremamente tímidas no que concerne às causas espirituais do lamentável evento.

Desde as primeiras obras psicografadas por Chico Xavier no século passado já eram mencionados os fenômenos de fluxo das energias, as sintonias entre campos vibratórios do psicossoma e o magnetismo impresso nas moléculas do corpo espiritual. Campos energéticos que atraem outros semelhantes pelo automatismo da Lei de Ação e Reação. Estamos em pleno século XXI e, constrangidos, observamos o deficiente conhecimento desta fenomenologia por significativo segmento de estudiosos do mundo extrafísico. 
Associando-se ao precário estudo, há uma excessiva preocupação a não atribuir-se o fenômeno da “culpa” às vítimas, correlacionando o fato às vidas pretéritas. Prefere-se uma postura semelhante às religiões tradicionais, entendendo que o fenômeno decorreu do livre arbítrio de todos e de uma mera fatalidade. A Doutrina Espírita não é assim.
          
É verdade que a espiritualidade superior não arquiteta uma meticulosa ação que reúne num mesmo lugar, culpados de ontem para se tornarem vítimas de iguais sofrimentos causados a terceiros. Sucede sim, outro fenômeno. A Espiritualidade Superior procura amparar amorosamente àqueles que trazem em sua estrutura, em seus tecidos perispirituais, o magnetismo que os ligará automaticamente a um determinado fato.  
      
Os campos vibracionais do corpo espiritual são geradores de ondas que exteriorizam arquivos pretéritos e essas energias buscam, pelo automatismo da natureza, situações pontuais.
             
Também, é verdade que atribuir a mera causalidade fatos de tamanha gravidade como desencarnes coletivos, seria demonstrar o desconhecimento da Lei Universal e do mecanismo perfeito e automático da dinâmica energética que rege a todos os seres que geram com  atos, pensamentos e sentimentos. 
          
Em função da falta de profundo mergulho em obras como “Mecanismos da Mediunidade” e “Evolução em Dois Mundos” lemos posturas, aparentemente modernas, de críticas às explicações do resgate coletivo, tais como no circo em Niterói R.J., quando o emérito Chico Xavier recebeu, psicograficamente, informações de que também em um circo romano aquelas pessoas teriam participado de atrocidades.  
              
Existem no corpo astral de cada um de nós trilhões de núcleos energéticos que armazenam os detalhes do “modus vivendi” das mais longínquas encarnações. Cada núcleo destes emite uma frequência de onda com características específicas. O conjunto dessas energias gera uma vibrante psicosfera que determinará fragilidades, tendências, vocações e valores, os quais pela “Lei de Ação e Reação” proporcionam altíssimas probabilidades de sermos atraídos a determinados eventos. Isto é o que pode ter acontecido. 
            
Acima de tudo, é o momento de irradiarmos energias de amor, carinho e amparo a simpaticíssima delegação da Chapecoense que continua viva, na dimensão extrafísica, sendo acolhida por parentes e amigos do mundo astral. 
     
A movimentação psíquica de solidariedade que receberam de todo o planeta os facilitará a se adaptarem mais rapidamente à nova vida, que com certeza será bela e agradável após a recuperação do trauma.
   
Quiça, muitos destes atletas, dirigentes e jornalistas podem ter sido instrumentos de Deus para mobilizar as melhores energias mentais no planeta, sim, pois há tempo não se via tantas pessoas no mundo emanarem amor, em ondas de luz e essas energias contribuíram em uníssono para a melhoria da psicosfera do planeta.

Queridos amigos da chapecoense: muito obrigado!
Felicidades a todos!
A morte não existe!   
Dr. Ricardo Di Bernardi

Homeopata

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Cientista que descobriu relação da zika com a microcefalia é contra o aborto


Documentário mostra rotina de bebê com microcefalia
e depoimento da médica Adriana Melo



Cientista que descobriu relação da zika com a microcefalia é contra o aborto

Adriana Melo alerta que apenas 1% dos casos de mulheres infectadas com zika vírus resultam em bebês com microcefalia. Outra preocupação da médica é que a discussão em torno da liberação do aborto nesses casos tire o foco do tratamento das crianças que nasceram com a doença.


Adriana Melo foi a primeira pesquisadora que relacionou o vírus zika à microcefalia, quando a doença que, hoje, assusta as gestantes, disseminou no País. A especialista em medicina fetal e presidente do Instituto de Pesquisa Prof. Joaquim Amorim Neto (Ipesq), sediado em Campina Grande, Paraíba, comprovou laboratorialmente que o líquido amniótico de uma gestante que teve o filho com microcefalia estava infectado pelo vírus.

Um ano após a descoberta, a médica acompanha 86 crianças que nasceram com microcefalia. Ela explica que a identificação de crianças afetadas ainda na gestação pela infecção deve ir muito além da fita métrica, que mede o tamanho da cabeça. Adriana explica que os especialistas já usam o termo Síndrome Congênita do Zika, para identificar crianças que foram afetadas pelo vírus ainda na barriga das mães.

A médica expõe sua preocupação com relação à discussão em torno da liberação do aborto em mulheres grávidas que tiveram zika. Segundo ela, apenas 1% das mulheres com zika vão ter bebês acometidos pela doença. “Se partir do princípio que todas as mulheres que tiverem zika forem abortar, quer dizer que 99% dos bebês abortados serão normais. Se for esperar que apareçam na ultrassonografia, isso só vai acontecer com 20 semanas, ou seja, cinco meses”, alertou Adriana.

Em entrevista exclusiva a Agência da Boa Notícia, a especialista destacou, ainda, que discutir a questão da liberação ou não do aborto nesses casos tira a atenção do que é mais urgente, em sua opinião, que é o tratamento das crianças que já nasceram com a síndrome. “Minha maior preocupação é com as crianças que já completaram um ano e estão sem assistência adequada”, afirmou.

ENTREVISTA
(Agência da Boa Notícia) 

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve colocar em julgamento, no dia 7 de dezembro de 2016 (mas, com possibilidade de adiamento), uma ação em favor da liberação do aborto em mulheres grávidas que tiveram a zika. Qual é sua opinião sobre essa discussão?

Adriana Melo –
 Eu sou a favor da vida. Além disso, apenas 1% das mulheres com zika vão ter bebês acometidos pela doença. Se partir do princípio que todas as mulheres que tiverem zika forem abortar, quer dizer que 99% dos bebês abortados serão normais. Se for esperar que apareçam na ultrassonografia, isso só vai acontecer com 20 semanas, ou seja, cinco meses. Minha maior preocupação, porém, é com as crianças que já completaram um ano e estão sem assistência adequada. Na hora que liberarem o aborto, vão esquecer essas crianças. Isso vai tirar foco do principal problema. Existem crianças no Brasil todo sendo esquecidas. O aborto como centro dessa discussão pode até permitir que as mães não tenham esses bebês, mas e as crianças que já nasceram e precisam de cuidados? As primeiras mulheres que não tiveram a chance de se proteger, que doaram seu material para estudo, serão esquecidas.

(ABN) – Considerando essa perspectiva que a senhora traçou, qual foco a sociedade deveria dar a essa discussão?


A.M –
 Primeiro deveríamos nos concentrar no combate ao mosquito. O segundo foco seria dar atenção a essas crianças. O tempo vai passando e elas vão perdendo essa atenção. A gente faz campanha pra elas, pois elas foram essenciais. Mas, qual foi o retorno que a sociedade deu a elas? Agradecemos porque elas ajudaram? Eu acompanho 86 crianças de Campina Grande e cidades vizinhas. Vejo o sacrifício dessas mães. Devemos nos questionar sobre o quanto devemos a essas mulheres.

(ABN) – Apesar dos importantes pontos levantados pela senhora, a discussão em torno da liberação do aborto nesses casos deve acontecer o STF.


A.M –
 Sim, mas esse não é o momento. Não é hora de discutir a liberação do aborto nesses casos. A gente não conhece a doença. Não sabemos nem se vão ter mais casos. Estamos discutindo incertezas. É muito cedo para levantar esse debate. Se pessoas querem abortar, devem levar em consideração esses dados, de que apenas 1% das mulheres com zika vão ter bebês com microcefalia. Isso quer dizer que de 100 mulheres com essa infecção, apenas uma criança terá problemas. O exame que tem hoje comprova apenas se a mulher teve zika. O grande problema é que se você fizer ultrassonografia com três meses não vai ver se o bebê tem microcefalia. Aos cincos meses, quando o diagnóstico é feito, é mais arriscado um aborto. Quanto mais tarde, mais complicado é o aborto. Como pessoa que se envolveu diretamente com a zika, gostaria que o foco fosse a assistência a essas crianças que já nasceram.

(ABN) – Em outras entrevistas, a senhora chegou a dizer que as suas sextas-feiras eram tristes, pois era o dia da semana que costumava informar o resultado das ultrasssonografias de suas pacientes. Como é essa rotina atualmente?


A.M – 
Toda sexta continuo com as ultrassonografias. No entanto, diminuiu os casos de zika. Minha sexta está mais tranquila. Até agora tivemos apenas três casos novos. A tendência é diminuir e ter apenas casos isolados.



Reprodução Agência da Boa Notícia www.boanoticia.org.br
 

terça-feira, 29 de novembro de 2016

DIVALDO FRANCO RESPONDE SOBRE MORTES COLETIVAS






No livro Divaldo Franco responde Vol.1, editado pela Intelítera Editora (www.intelitera.com.br), tem um capítulo, em que o médium e orador Divaldo Franco responde sobre mortes coletivas, na visão espírita. Na ocasião havia ocorrido o grave acidente da TAM que se chocou com um prédio próximo ao aeroporto de Congonhas, em 17 de julho de 2007.

Reproduzimos aqui algumas das respostas de Divaldo Franco, em função do grave acidente aéreo com a equipe de futebol do Chapecoense,  que chocou o Brasil.


PROPÓSITO DE DEUS NAS MORTES COLETIVAS
1)   Periodicamente a humanidade é surpreendida com acontecimentos que causam a morte de muitas pessoas, algumas decorrem de eventos da natureza como tsunamis, terremotos ou desabamento de terra, outras já decorrem da ação do homem, como o acidente de avião. Recentemente, nós tivemos, em São Paulo, um acidente muito grave em que um avião da TAM se chocou com um prédio. Qual o propósito da divindade nessas mortes coletivas?
O egrégio codificador da doutrina espírita Allan Kardec, em o Livro dos Espíritos, na sua terceira parte, a lei de destruição, faz uma análise dessas tragédias coletivas e interroga aos benfeitores da humanidade o que pretende a divindade com essas desencarnações coletivas? E para surpresa de Allan Kardec e de nós outros, os benfeitores disseram que era para fazer a sociedade progredir. O comentário é vasto e nessa mesma questão o codificador pergunta, não teria a divindade outros recursos para promover o progresso dessas pessoas? Os espíritos informaram que sim, e isto acontece através de fenômenos naturais, como epidemias, insucessos de vária ordem, fenômenos sísmicos e outros. Então, Allan Kardec volve à questão, indagando que, se num caso desses, muitos inocentes não seriam vítimas dos infelizes acontecimentos? Os benfeitores espirituais assinalam que não, porque dentro do código das soberanas leis, somente nos acontece aquilo de que temos necessidade para evoluir. A Lei de causa e efeito estabelece os parâmetros não somente dos resgates coletivos como também das técnicas que induzem os indivíduos a esses resgates calamitosos.
Observamos, por exemplo, que nos acidentes aéreos, pessoas chegam num momento e resolvem mudar a viagem, desenvolvendo um esforço tremendo, enquanto outros lutam para poderem ser incluídos naquele vôo e como resultado padecem essas consequências que estão dentro da sua programação evolutiva. É sempre providencial, portanto, que se mantenha confiança em Deus, quando acontece algo lamentável e doloroso, como este que estamos examinando, especialmente os familiares que ficam embrulhados nos mantos sombrios da saudade e talvez também para alguns desencarnados, porque surpreendidos de maneira inesperada experimentam grande choque ao despertar no além, considerando que todas essas ocorrências estão dentro dos códigos da Soberana Justiça.

MENSAGEM PARA OS FAMILIARES
10) Não temos como mensurar a dor dos familiares, daquelas pessoas que tiveram parentes que desencarnaram nessas tragédias. O que poderia dizer para confortá-las?
Sigmund Freud, o notável pai da psicanálise, escreveu que a morte é uma dilaceração dos sentimentos e o espírito Joanna de Ângelis diz-me que, quando a morte arrebata um ser querido, leva também metade daquele que ficou na retaguarda. Muitas vezes, o desencarnado recupera-se com relativa facilidade, mas aquele que ficou com a existência ceifada pela sua ausência experimenta uma dor inominável. 
Eu lhes diria que se recordassem de Jesus descido da Cruz e a dor de Maria contemplando o filho inerme, mas logo depois se recordem de que três dias transcorridos veio a ressurreição. Os nossos mortos vivem. A saudade do corpo, da convivência, será longa, mas passados esses dias de impacto pior, penso, a dor será mais profunda, porque será aquele espinho cravado na saudade, no sentimento. Então, eu diria como um psiquiatra materialista informou-me oportunamente. Disse-me ele: - Eu não creio na imortalidade, da alma. Quando um paciente vem ao meu consultório e fala da perda de alguém pela morte, eu lhe pergunto  quanto tempo viveu com o ser querido? E ele me responde: - X anos. – Então recorde-se – digo-lhe, por minha vez – desse largo período de convivência com ele e não lamente a interrupção, evoque as horas felizes e olvide por momento a hora da tragédia. 
Desse modo, direi a esses pais, a esses filhos, a esses afetos, a todos aqueles que estão vinculados aos que viajaram para o Grande Lar, que logo mais, no momento adequado, quando o fenômeno biológico de cada um de nós interromper-se através da morte, haverá o reencontro. Que se programem para esse momento feliz, evocando as horas vividas junto, fazendo todo o bem possível em memória deles, ao invés de os evocar no momento trágico da desesperação, recordando-se , isto sim, da convivência ditosa que foi mantida.

VOCÊ AINDA ENCONTRARÁ NESTE LIVRO RESPOSTAS COMO:



CORRELAÇÃO COM AS REENCARNAÇÕES ANTERIORES
    Então, podemos dizer que existe uma correlação desses acidentes com as reencarnações anteriores das vítimas?
FAMILIARES E A LEI DE CAUSA E EFEITO
      E os familiares, eles se vêem repentinamente afastados daqueles entes queridos. Eles também estão vinculados às leis de causa e efeito?
.
 VÍTIMAS DE VÁRIAS IDADES
  Nesses acidentes, temos vítimas que têm idade mínima e outras que já estão com a idade avançada. Também, nesses casos, existe a lei da causa e efeito?
PREPARATIVOS PELA ESPIRITUALIDADE SUPERIOR
    Aprendemos que, para a espiritualidade superior, não existe improviso. Como é o atendimento, como é o preparativo dessa espiritualidade superior no caso desses eventos. Anteriormente e também depois que ocorre, tanto para os desencarnados como para os que ficam?
ATENDIMENTO NO PLANO ESPIRITUAL
  Como essas mortes são coletivas o atendimento no plano espiritual também é coletivo?
CONDIÇÃO DE CHEGADA NO PLANO ESPIRITUAL
   Todos chegam na mesma condição no plano espiritual?
DOR NA HORA DA MORTE
Essa resposta que você nos deu, remete-nos à dor na hora da desencarnação. Cada um vai ter a desencarnação de acordo com a sua evolução?
FORMAÇÃO DO GRUPO QUE IRÁ MORRER
    Há narração de pessoas que não estavam presentes no momento do acidente e deveriam estar lá, enquanto outras que não deveriam estar, lá se encontravam e acabaram desencarnando. Temos exemplos de pessoas que acabaram fazendo horas extras naquele dia e desencarnaram. Não existe coincidência neste caso?
www.intelitera.com.br
facebook.com/intelitera



terça-feira, 15 de novembro de 2016

MEU AMIGO OBSESSOR


- MEU AMIGO OBSESSOR --
(Tempo de leitura: 2 minutos e 10 segundos)

Logo que adentramos nos domínios do espiritismo, rapidamente nos deparamos com a temida figura do obsessor. Aprendemos, o quanto antes, que estes são irmãos que atuam sobre nosso psiquismo, à revelia de nossa vontade, mediante convites feitos por nós mesmos. Somos os anfitriões da festa em que eles tocam suas músicas. Mesmo diante da colocação de que somos sempre co-responsáveis por nossa sintonia, seguimos temendo-o, fugindo, evitando e encaminhando esse irmão para a luz o mais rápido possível.

Conforme vamos avançando nas literaturas da doutrina, histórias luminares apresentam, exemplo após exemplo, imagens tão próximas e humanas desses irmãos que, aos poucos, vamos sentindo nosso coração reconhecer neles o amigo magoado de outrora. Aquele de quem sentimos uma desconhecida saudade, a perda que nunca superamos, mesmo diante de séculos de distanciamento.

Uma insuspeita ternura invade o coração, e aquele temor antigo não se faz mais presente quando nos damos conta de suas presenças. A vontade impaciente de encaminhá-los para tratamento espiritual parece respirar mais devagar. É aí que flores luminosas começam a desabrochar em nossos corações. Florescem em pétalas de compreensão e de um olhar compassivo diante de resmungos, ameaças, xingamentos, choros convulsivos ou, mesmo, um rosnar inesperado.

Enquanto encarnados, perdemos a noção do obsessor que existe em nós. Em grandes porções ou em partes ínfimas, essa manifestação certamente repousa nos cantos escuros de nossa consciência. Na caminhada da individuação do princípio inteligente, precisamos todos passar pelos inevitáveis arcabouços do egoísmo. Egoísmo este que não nasce do mal em si, mas das necessidades instintivas que guardamos dos nossos estágios evolutivos anteriores. De maneira natural e necessária, precisamos conservar parte da porção animal ainda presente em nosso ser. Nos despojando aos poucos dos instintos, vamos galgando o sonho de, quem sabe um dia, sermos realmente humanos.

Todos já passamos por essas trilhas. Quase todos ainda seguem por elas. Somos feitos dessa mesma substância: viver, experienciar, errar, aprender, ensinar.

Que o Senhor Deus, por meio da prática bendita da mediunidade, siga nos oportunizando esse aprendizado no contato com lindas histórias de perdão, de cura, de redenção. Que diante de nossos amigos obsessores, sejamos o colo que acolhe, o olhar que respeita, a palavra que acalma, a oração que eleva, a presença que aceita e sabe esperar.

Sejamos a fé que reside na absoluta certeza de que existe uma Ordem e uma Sabedoria maior, que a tudo rege e cuida com infinita misericórdia. Segundo Ela, todos iremos florescer, cada um a seu tempo, unidos e entrelaçados pelas teias da irmandade. Movidos pelos nossos corações – magnetos invariavelmente atraídos pela luz – haveremos de ser espelhos incontestes de nosso Pai.

Meu irmão, meu velho amigo obsessor: que eu saiba te esperar com paciência, amor e companheirismo – os mesmos sentimentos que tantos outros irmãos nutriram enquanto esperavam por mim um dia, ou ainda esperam até hoje...

Assim seja!


(Daniela Migliari -)

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

CLARAMENTE VIVOS - JOSÉ CARLOS DE LUCCA


CLARAMENTE VIVOS

Não olvides que além da morte continua vivendo e lutando o espírito amado que partiu. Tuas lágrimas são gotas de fel em sua taça de esperança. Tuas aflições são espinhos a se lhe implantarem no coração.
Emmanuel


A morte é apenas uma passagem para a vida no mais além. A morte não é o fim, é apenas um portal que leva o espírito para outras dimensões do universo. Impossível que a pessoa que você tanto amou nesta vida esteja morta! Ela continua viva, apenas habita o mundo dos espíritos, de onde viemos e para onde regressaremos.

Deus, que é amor e que nos criou por amor e para o amor, não teria o capricho de pedir que as pessoas se amassem para, depois, sarcasticamente, fazê-las desaparecer para sempre, para o nada, como se nunca tivessem existido. Eu não creio nesse deus desumano e cruel! Creio no Deus que nos ensinou a amar de forma tão grandiosa, que esse amor se tornasse eterno, que superasse as barreiras do tempo, lugar, forma, e durasse pelo infinito.

Por isso, além da morte física, nossos amores continuam vivos, habitando uma das infinitas moradas existentes na casa do Pai, conforme afirmou Jesus. Eles nos sentem, porque os laços de afeto que construímos não se rompem com a morte do corpo. O amor é mais forte do que a morte! Não os tratemos como mortos, como se não participassem mais da nossa vida. Eles nos percebem, nos acompanham, torcem pelo nosso sucesso, oram por nós e precisam também do nosso ânimo, do nosso riso, das nossas conversas e das nossas preces.

Podemos chorar de saudade – eles vão se emocionar. Mas não choremos o desespero – eles vão sofrer. Podemos até nos entristecer por não os vermos ao nosso lado – eles entenderão. Mas não façamos da nossa vida uma tristeza contínua. Eles ficarão mais tristes ainda!

Mesmo com a saudade e o leve aperto no coração, prossigamos a nossa vida, cumprindo as nossas tarefas e obrigações, pois o mais leve sinal de que perdemos o rumo da nossa existência pela falta que eles nos fazem representará para eles um fardo a mais de angústia e sofrimento. Se os amamos de fato, não temos o direito de afligi-los e perturbá-los na vida que também segue para eles, porque, em síntese, a morte é a grande mensageira da renovação para todos nós.

E, se perceberem, também, que o tempo que teríamos ao lado deles foi transformado em dedicação aos que mais sofrem, uma ponte de luz se estabelecerá entre nós e eles, pois sentirão que o amor que nos uniu um dia, hoje, está alimentando outras vidas. Muitos jovens que desencarnam somente encontram paz no mundo espiritual quando veem os pais destinando o tempo que teriam ao lado deles no auxílio a jovens ou crianças que, aqui na Terra, se encontram em situação de carência e abandono.

Quando a saudade se veste de caridade, o amor cura a angústia da separação, seja para nós que ficamos, seja para os que partiram. O grão tem que morrer para germinar e dar novos frutos. Eis o ciclo da vida: o grão que morre e se transforma em pão para saciar a fome de muitos.


José Carlos De Lucca 
do livro Pensamentos que Ajudam

www.intelitera.com.br





segunda-feira, 31 de outubro de 2016

DE LUCCA ENTRE OS MAIS VENDIDOS DO BRASIL





O livro Pensamentos que ajudam, do consagrado autor José Carlos De Lucca, que já vendeu mais de um milhão de livros, está entre os mais vendidos do Brasil, segundo a Revista Veja (http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/)

 e Publishnews (http://www.publishnews.com.br/ranking/semanal/5/2016/10/28/0/0).

Saiba mais sobre o livro no site:
www.intelitera.com.br

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

MAIS DE 700 LIVROS VENDIDOS NO LANÇAMENTO





No dia 22/10, sábado, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional na Av. Paulista, o consagrado autor José Carlos De Lucca recebeu com muito carinho e simpatia amigos e leitores que compareceram para a tarde/noite de autógrafos de seu mais recente livro Pensamentos que Ajudam.

Foi um dia festivo em uma das livrarias mais belas da capital paulistana, onde pessoas alegres e pacientes foram prestigiar este autor querido que já vendeu mais de 1 milhão de livros.

Os atores Odilon Wagner e Tania Bondezan abrilhantaram o evento lendo capítulos do livro com muita beleza e emoção.

O Grupo Esperança, como sempre, auxiliou na organização esbanjando simpatia e dedicação.

O evento foi um grande sucesso e mais de 700 livros foram vendidos em um só dia, um verdadeiro recorde de vendas.







domingo, 9 de outubro de 2016

VIRÁ UM DIA... MENSAGEM PSICOFÔNICA DE BEZERRA DE MENEZES POR DIVALDO FRANCO


VIRÁ UM DIA...

(...) Virá um dia em que a criatura humana esquecer-se-á de si mesma e, naturalmente quando chegar esse dia, que não está longe e não está perto, as criaturas humanas se abraçarão carinhosamente.

Virá um dia em que o lobo feroz beberá no mesmo regato do cordeiro.
Um dia virá em que as criaturas estreitarão os corações numa doce afetividade.
Virá um dia em que o Santuário dos Espíritos agasalhará a misericórdia de Deus deixando de ser um clube para ser um altar da natureza.
Virá um dia em que nos amaremos uns aos outros com ternura e ciciaremos aos ouvidos palavras doces de encantamento.
Virá um dia em que o amor conseguirá superar o ódio e a amargura.
Filhas e filhos do coração, o Senhor convocou-nos para a implantação do Seu Reino nas paisagens lúgubres da Terra, nos lugares escusos em que a dor se homizia e a vergonha marca com sinete de fogo os corações derrotados.
Haja o que houver, amai! A honra do amor é daquele que ama. Estendei as mãos da caridade, deixai que o amor penetre pelo cérebro, desça através da voz e caminhe pela ternura das mãos, brilhando no coração como o do crucificado que cheio de sangue nos convidou à redenção.
Não amanhã, hoje. Não mais tarde, agora é o momento santo de ajudar.
Exultai vós que chorais. Aqui estamos aqueles que vos amamos para vos dizer, suavemente - vinde, nós vos esperamos.
Vinde para fluirmos da mercê e ternura do Amor não amado: “Vinde, e eu vos consolarei!”

Filhas e filhos da alma, voltai aos vossos lares e amai ao próximo mais próximo de vós - a família. Honrai-a com os vossos beijos de carinho e amai enriquecendo de vida os que estão sedentos de amor e esfaimados de compreensão.
Jesus espera por nós.
Eia, o instante azado da nossa integração no Espírito do Cristo!
Muita paz.
Exoramos a Deus que a todos vos abençoe e vos abraçamos em nome dos Espíritos- espíritas que aqui estamos.
O servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra (Bezerra de Menezes)

Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco ao final da Conferência Pública, proferida no Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, na noite de 22 de setembro 2016.

DE LUCCA ESTARÁ NA LIVRARIA CULTURA DA AV. PAULISTA


Através de um olhar humano para as questões que nos afligem, o consagrado autor José Carlos De Lucca, que já vendeu mais de 1 milhão de livros, traz, em Pensamentos que ajudam, propostas reflexivas a respeito de nossos ideais de perfeição e infalibilidade, de sentimentos de culpa e frustração, mostrando como podemos ser mais leves, menos cobradores implacáveis, tirando, de cada uma das experiências da vida, o ensinamento e proveito que elas propiciam para o nosso crescimento espiritual. 
No próximo dia 22 de Outubro, a partir das 14 horas, na livraria Cultura do Conjunto Nacional, considerada a maior e mais bonita livraria de São Paulo, será o lançamento Nacional desta maravilhosa obra, que com certeza encantará os seus leitores.

Programação: 
Autógrafos - Coquetel - Brindes exclusivos

Mais informações: 11 2369-5377

terça-feira, 4 de outubro de 2016

TENHO MUITAS DIFICULDADES NA MINHA VIDA. SÃO ESPÍRITOS OBSESSORES?

Muitas vezes, por ignorância ou compreensão equivocada da doutrina espírita, terceirizamos a responsabilidade de nossos atos para espíritos obsessores. Neste breve esclarecimento, Rossandro Klinjey, convida à reflexão sobre o que verdadeiramente está por trás deste comportamento infantil. Confira clicando na imagem abaixo:

Tenho muitas dificuldades na minha vida. São espíritos obsessores?


sexta-feira, 30 de setembro de 2016

MADRE TERESA DE CALCUTÁ - DIVALDO FRANCO


Na semana passada, o papa Francisco elevou aos altares da Igreja Católica Apostólica Romana como santa Madre Teresa de Calcutá, que fora beatificada por um dos seus antecessores, o papa João Paulo II. Como sou um grande admirador desse venerando anjo da caridade, estou tomado de grande emoção, embora pertencendo às fileiras da doutrina espírita, o que não invalida o respeito que nós, os espiritistas, mantemos por todas as criaturas… Desde o momento em que ela retornava de um labor de reflexões em outra cidade, que teve a perfeita visão em torno de uma cruz na clausura do mosteiro em que laborava. A figura de Jesus mantinha sob os pés os dizeres: Tenho sede.
Ela perguntou-se qual fora o líquido que Lhe haviam dado na cruz antes da Sua morte e recordou-se do vinagre e do aloés que Lhe umedeceram os lábios num tecido molhado e posto na ponta de uma lança. Ato contínuo, perguntou-se o que ela própria Lhe estava oferecendo, já que Ele continuava com sede de amor, e teve a coragem de constatar que permanecia presa a dogmas e cerimônias, bem como ao curso de inglês que ministrava a meninas da classe média alta no Colégio do Convento.
Naquele momento, nasceu a cristã corajosa que enfrentou as dificuldades tremendas que dominavam as religiões indianas e a própria Igreja, e passou a ser a caridade viva. Seriam registrados os seus gestos de abnegação, amor e renúncia absoluta em favor dos “filhos do calvário” a que se referira Jesus.
Hansenianos abandonados, tuberculosos esquecidos nos guetos de miséria, crianças em estado deplorável, famílias despedaçadas passaram a receber o seu amparo e das suas filhas espirituais, que vieram depois e a humanidade não mais foi a mesma. Centenas de milhares de leprosos foram arrancados das furnas em que se encontravam, das latas de lixo onde eram jogados para morrer mais rapidamente e demonstrou que a caridade é a flor mais bela produzida pelo amor.
A partir de então, Jesus fez-se esperança dos desfavorecidos…
Divaldo Franco escreve quinta-feira, quinzenalmente.
Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 22-09-2016

Achou interessante? Passe um e-mail ou ligue para os  nºs  abaixo e comente, isso é muito importante para a permanência da coluna no referido jornal.
Central Telefônica: (71) 3340-8500
Redação:   (71) 3340 – 8800
Email – opiniao@grupoatarde.com.br