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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

5º MOVIMENTO VOCÊ E A PAZ - AMPARO / SP



22 de outubro de 2017
Domingo
Praça Pádua Salles

O Movimento Você e a Paz é uma atividade sem caráter religioso ou político, idealizado por Divaldo Pereira Franco e mobilizado pelo ideal de uma vivência pacífica entre as criaturas humanas.
Divaldo, conferencista de renome internacional, recebeu mais de 750 homenagens, entre elas, em 2005, na Suíça, o título de Embaixador da Paz no mundo.
Iniciado em 1998 em Salvador, na Bahia, hoje o movimento é promovido em 75 cidades do mundo, sendo 58 do Brasil e as demais em 17 países onde o Movimento se expandiu, como Venezuela, Honduras, África do Sul, Espanha, França, Inglaterra, Israel, China, entre outros. Inclusive, foi lançado na sede da ONU, em Nova Iorque, em abril de 2013 e, em seguida, em Miami.
O Movimento Você e a Paz conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Amparo e patrocínio da Ypê.
Em 2017, pelo quinto ano consecutivo, a Ypê promove o movimento na cidade de Amparo, interior de São Paulo. Estima-se que, na edição anterior, aproximadamente 12 mil pessoas participaram das iniciativas desenvolvidas e a expectativa para esse ano é ainda maior.
JUNTE-SE A ESSE MOVIMENTO EM PROL DA PAZ!

Confira a programação completa e as maneiras de participar conosco.
CAMINHADA PELA PAZ
Com saída às 9 horas da Praça Pádua Salles, a caminhada percorrerá um breve trajeto pela cidade de Amparo, com o principal intuito de despertar a atenção das pessoas para o tema, já cedinho.
INSCREVA-SE: As inscrições ocorrem de 02 a 19 de outubro, nos seguintes pontos de inscrição: Academia Procorpo, Loja de Fábrica Ypê, Núcleo Educacional SEPI, Prefeitura Municipal de Amparo e Centro Esportivo do Trabalhador.
A programação não para por aí, durante todo o dia tem muito mais!!!

Das 10 às 15h:
Atividades sociais gratuitas serão oferecidas para toda a família. As crianças poderão se divertir com diversas atividades como Educação Ambiental, desenhos e pinturas, além de aproveitarem a pipoca e algodão doce à vontade.
Também terão a oportunidade de visitar o Espaço da Saúde, recebendo orientações sobre hipertensão, diabetes, cálculo de IMC, entre outros, e ainda usufruir de serviços como corte de cabelo e atendimento e orientação jurídica. Além disso, o Grupo de Escoteiros e o Canil da Guarda Municipal prometem alegrar, ainda mais, essa tarde especial.
A partir das 18 horas
Mensagens de paz serão transmitidas por Dom Luiz Gonzaga Fechio, Bispo Diocesano de Amparo; Pastor José Lima, da Assembleia de Deus Ministério do Belém de Amparo e Divaldo Pereira Franco, fundador do Movimento, Médium e Orador Espírita.
E para abrilhantar ainda mais a nossa noite, teremos a apresentação musical de Guilherme Arantes.

Então, não perca!
Será um dia repleto de diversão, prestação de serviço e reflexões.
Traga sua família para comemorarmos juntos, este dia especial e também exercer o seu papel de Embaixador da Paz.
“A Paz no mundo começa em mim, se eu tenho amor com certeza sou Feliz. Se eu faço bem, ao meu irmão, tenho a grandeza dentro do meu coração”. Nando Cordel
Quaisquer dúvidas, entrar em contato por meio dos contatos:
Camila Stefano | 19.3808.8261 | camila.oliveira@ype.ind.br
Denis Dias | 19.3808.8244 | denis.dias@ype.ind.br
Mariana Nunes | 19.3808.8046 | mariana.nunes@ype.ind.br


PALAVRAS QUE CURAM - "O MÉDICO JESUS"







Tu, que estás lendo, podes curar a ti mesmo e aos teus semelhantes pelo poder sem limites da palavra falada e escrita.

Ela pode ser um catalisador de forças que até então desconheces. Usa esse dom divino que o teu coração guarda, acionando-o pela mente.

Aprendemos com todos os mestres espirituais da humanidade que as palavras criam nosso destino e, portanto, criam também a nossa saúde ou doença. A palavra, quando repetida com sentimento, cria um campo magnético poderoso capaz de atrair a ideia expressada
Jesus esclareceu: “Ainda não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce para o ventre, e é lançado fora? Mas o que sai da boca procede do coração, e isso contamina o homem.”

Palavras são como sementes; existem as positivas e as negativas. Nós escolhemos quais delas alimentar. Vamos analisar o nosso vocabulário, carecemos observar o que está saindo da nossa boca, a fim de eliminar palavras e frases altamente doentias como:
– ainda morro disso...
– sofro de um terrível mal...
– meu organismo é fraco...
– minha saúde não vai bem...
– estou muito doente...
– se melhorar, estraga...
– estou piorando a cada dia...

Todo o processo de cura se estabelece na mente, passa pela boca e se completa no coração. Evite também palavras maledicentes, palavras que abrem feridas, que machucam o próximo, pois tudo isso será um veneno para nós mesmos.

Utilize frases que são verdadeiros remédios para a alma:
– sinto-me cada vez melhor;
– meu corpo é abençoado por Deus;
– sou suficientemente forte para superar a enfermidade;
– a força divina me cura de todos os males;
– meu organismo é muito forte;
– eu sou luz, força e poder;

É verdade que toda cura começa na mente, mas passa também pelo que sai da nossa boca. Por isso fale somente o bem, tenha boas palavras para consigo mesmo, para com o próximo e para com médicos, enfermeiros, familiares e amigos, pois assim estará educando o seu corpo com a sabedoria das suas palavras.

Capítulo extraído do livro "O Médico Jesus", de José Carlos de Lucca.

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terça-feira, 17 de outubro de 2017

REENCARNAÇÃO? HÁ ESPÍRITOS QUE NÃO A ADMITEM. - DR . RICARDO DI BERNARDI


Se rebuscarmos a vasta literatura existente sobre comunicações mediúnicas, ou ainda recorrermos diretamente aos diálogos com certos espíritos desencarnados, poderemos nos deparar com essa interessante e curiosa constatação. Realmente existem espíritos que
afirmam jamais terem vivido outras vidas físicas, além da sua recém-deixada no mundo material. Dizem que não renascerão
mais, pois tal fato “não ocorre”.

Além das referências literárias, são comuns os relatos de pessoas que conversam mediunicamente com seus entes queridos egressos recentemente do planeta e, uma vez questionados sobre a reencarnação, eles lhes são absolutamente incisivos ao afirmar desconhecerem essa hipótese.

Essas constatações, aos menos experientes, podem ser bastante perturbadoras no sentido de abalar as suas noções ainda precárias da concepção palingenésica.

Somando-se ao exposto, existem ainda determinadas comunidades espiritualistas que aceitam e convivem com o fenômeno mediúnico, mas não admitem a tese reencarnacionista em seus postulados filosóficos. No século XIX, a Inglaterra foi um exemplo clássico desse fenômeno, contrastando com os estudos desenvolvidos por Allan Kardec na vizinha França.

O condicionamento psicológico que atavicamente adquirimos pode induzir à equivocada concepção do “sagrado” quando tratamos com o mundo espiritual. Se hoje possuímos determinados conceitos filosóficos ou religiosos, ao sermos deslocados para o mundo extrafísico pela porta da morte biológica, levamos na nossa bagagem mental os conceitos adquiridos e estratificados no nosso espírito pela vivência terrestre. Por muito tempo nos aferraremos a eles se os julgamos verdadeiros.

Somente um prolongado estágio de aprendizado no mundo espiritual habilitará o ente desencarnado a se tornar um informante confiável para os que aqui permanecerem. Alguns de nós, se formos após a morte física contatados prematura e inadequadamente por médiuns despreparados, seremos também veículos dos maiores absurdos, convictos de estar sendo sinceros e verdadeiros.

Há espíritos desde os mais ignorantes, por simples primitivismo
ou falta de experiência, até os mais cultos, por intenso esforço no desenvolvimento do seu intelecto. Existem habitantes no mundo extrafísico desde os mais irresponsáveis até aqueles que irradiam luz de amor e sabedoria aos encarnados.

O intercâmbio mediúnico não é exclusividade de uma
determinada religião, filosofia ou seita. É um fenômeno universal. Assim como a percepção extrassensorial nos mais diversos matizes consegue expressão em qualquer ser humano, as ondas mentais dos desencarnados, sejam eles sábios ou zombeteiros, saudáveis ou emocionalmente enfermos, podem ser sintonizadas por qualquer sensitivo ou médium que crie o campo energético afim com eles.

O exercício da mediunidade embasado cientificamente e com finalidade exclusivamente ética permite haurir comunicações
úteis, plenas de informações substanciosas para aqueles ávidos de esclarecimentos.É de fundamental importância sabermos que as comunicações mediúnicas arbitrariamente estabelecidas (sem
os critérios recomendáveis pelos próprios espíritos superiores
e bem estudados por Kardec em O Livro dos Médiuns) não sintonizam com frequências de onda que dão acesso às
transmissões telepáticas das entidades de luz, gerando assim
informações falsas.

Sobretudo, cumpre-nos lembrar que os espíritos são simplesmente homens ou mulheres apenas livres do invólucro carnal e transitando no mundo espiritual. A condição de espírito não é suficiente por si só para que se lhes possa atribuir conhecimentos ou “poderes” especiais.
Ao entrevistarmos diversas pessoas aqui mesmo no
planeta Terra e solicitarmos que opinem sobre determinado
tema, sem dúvida ouviremos opiniões das mais desinformadas
até as mais profundas. Poderemos transpor essa experiência
do mundo físico para o plano espiritual e estabelecer
uma analogia.

Por exemplo, imagine um cidadão desinformado nos dias atuais afirmando que a Terra não gira em torno do sol, ou mesmo alguém dizendo que o homem nunca pisou na Lua; por acaso isso torna menos realidade esses fatos? No mundo espiritual pode acontecer exatamente a mesma coisa.

Quanto aos espíritos reconhecidamente cultos, inteligentes
e amorosos, são unânimes em afirmar a necessidade
de reencarnar para a evolução infinita rumo ao conhecimento
pleno das leis do Universo.

Trecho extraído do livro "A Reencarnação em Xeque" de 
Ricardo Di Bernardi.


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terça-feira, 3 de outubro de 2017

DIVALDO FRANCO - CONFERÊNCIA EM ARARAS/SP - 01/10/2017


A Índia – há mais de 8000 anos – é o berço da construção do pensamento espiritual no oriente e o Mahabharata, cuja autoria é atribuída a Krishna, é o texto sagrado de maior importância no hinduísmo, e pode ser considerado um verdadeiro manual de psicologia-evolutiva de um ser humano, como evidenciado nos diálogos entre Krishna e seu discípulo Arjuna – alma singela e bastante confusa – recebendo os esclarecimentos sobre a cerca de seu dever iluminando o aprendiz na ciência da autorrealização mediante a adoção de ideias nobres e transcendentais.
Krishna adverte o discípulo Arjuna que para obter a autorrealização, deveria ele participar da Guerra de Kurukshetra a luta entre os Káuravas (os vícios) e os Pândavas (as virtudes), representando, alegoricamente, a luta do Bem contra o Mal (imperfeições).
Muitos milênios mais e Allan Kardec afirmaria: “Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas más inclinações”. (O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XVII Sede Perfeitos itens 3 O Homem de Bem e 4 Os Bons Espíritas).
A partir desse introito Divaldo discorre sobre o processo antropossociopsicológico da criatura humana que inicia sua viagem com a manifestação do Instinto desdobrado em suas 3 (três) abrangências: Reprodução; Alimentação; Repouso.
Avançando um pouco mais na sua evolução o homem primitivo, observando as forças da Natureza agindo à sua volta, desenvolve sua primeira emoção: O Medo
Essa emoção, quando mantida dentro da normalidade, é positiva, pois nos capacita fisiologicamente para enfrentar ou fugir das situações perigosas.
A partir do medo surgem, então, a ira, a cólera, o ódio e o desejo de vingança.
Agrupados em suas cavernas e observando a fragilidade e dependência das crias tem início o desenvolvimento dos prelúdios do nobre sentimento que somente muito mais tarde se consolidará em sua estrutura psicológica: o amor.
O amor é - no arcabouço psicológico emocional da criatura humana - uma emoção recente e por essa razão estamos mais habituados às emoções anteriores e que nos acompanham de longa data como o medo, a ira.
O amor nos inspira a buscar um sentido profundo e transcendental para a nosso existência que nos leva ao discernimento e a capacidade de distinguir o bem do mal.
Allan Kardec preocupado com esse tema fundamental para a vida moral indaga aos Bons Espíritos pela questão 630 de O Livro dos Espíritos: Como se pode distinguir o bem do mal?
Ao que redarguiram os Benfeitores:
— O bem é tudo o que está de acordo com a lei de Deus, e o mal é tudo o que dela se afasta. Assim, fazer o bem é se conformar à lei de Deus. Fazer o mal é infringir essa lei.
O Espiritismo vem despertar a nossa consciência para a necessidade de encontrarmos um sentido psicológico para a vida deixando a fase do primarismo representado pelos instintos e as sensações.
Nós somos mais do que um corpo físico e emocional. Somos também aqueles que trazemos na alma a presença de Deus e nascidos para amar, pois o amor é o ápice do nosso processo evolutivo ético e moral.
O sentido da vida, conforme nos ensinou Jesus – Modelo e Guia - é AMAR.
Para aqueles que já têm a consciência iluminada pelos ensinamentos do Cristo o verdadeiro Vencedor não é aquele que conquista bens, poder, projeção social. Para a moral de Jesus o Triunfador é aquele que vence a Sí mesmo e Vitorioso é aquele que controla as suas más inclinações e vence as suas más tendências.
O foco de que a vida resume-se a conquistas imediatistas gera a perda do sentido existencial com a consequência funesta da Depressão e do vazio existencial, levando a criatura que experimenta essa constrição a desejar a libertação da terrível angústia. Incapaz de compreender esse desejo de “libertação” acaba fugindo pelo mecanismo do suicídio.
O resultado dessa infeliz escolha vem se refletindo nas estatísticas da OMS que prognostica para o ano de 2025 que as mortes provocadas pelos suicídios situar-se-ão no primeiro lugar entre as mortes não naturais, ultrapassando as mortes decorrentes de acidentes de viação (carros, trem, ônibus, avião, barco, moto, etc) e também aquelas produzidas pela violência das guerras, terrorismo, assassinatos.
Nos dias atuais, em todos os 27 países da Europa o número de suicídios representa 81% entre todos os casos de mortes não naturais (crimes, catástrofes e acidentes de viação).
Conforme o mais recente levantamento estatístico envolvendo todos os países membros da ONU estabeleceu-se um registro macabro: A cada 40 segundos, em algum lugar do planeta, alguém morre pelo suicídio, totalizando cerca de 810.000 óbitos anuais.
A ciência constatou que toda matéria e energia que compõe o Universo somente existe em função das 4 forças fundamentais que tornou tudo possível: Gravidade, Eletromagnetismo, Força Nuclear Forte e a Força Nuclear Fraca. Albert Einstein acrescentou uma quinta força: o Amor de Deus.
É o Seu amor que no proporciona a vida e as oportunidades de evolução consubstanciada na Reencarnação.
Divaldo passa, então a abordar a reencarnação, iniciando pela verídica narrativa de Justiniano I (482-595 d.C.) Imperador bizantino (Império Romano do Oriente).
Antes de ser coroado Imperador, Justiniano conheceu e se casou com Teodora filha de um tratador de animais e que vivera uma juventude de devassidão escandalizando a cidade com as suas aventuras de atriz e dançarina. Seu matrimônio com a antiga bailarina de circo e prostituta teria grande importância, uma vez que ela iria influenciar o Imperador de maneira decisiva em muitas questões políticas e religiosas.
Suas antigas companheiras de meretrício deram grande visibilidade à toda comunidade da anterior ocupação da Imperatriz, que incomodada mandou matar a todas elas.
Mais trde, estando à beira da morte, Teodora exigiu do marido que a reencarnação – aceita como verdadeira até aquele momento pelo Cristianismo – fosse banida dos cânones religiosos.
Após a morte de Teodora, Justiniano convocou – em 553 d.C. – o Segundo Concílio de Constantinopla que deste então, passou considerar como herética a doutrina de Orígenes um dos pais do Cristianismo e por consequência a reencarnação.
Mesmo banida das considerações religiosas, a reencarnação deixa inúmeras evidências de que é uma verdade da vida. Ilustrando essas evidências Divaldo narra a história de Kim Yong-Ung nascido na Coreia do Sul, é considerado o homem com o Q.I mais elevado do planeta. Kim, com apenas 6 meses, passou a falar e com 1 ano falava fluentemente. Aos 3 anos de idade já falava, além do coreano, japonês, alemão e inglês.
Aos 17 anos obteve o título de Doutor em Física, pela Unibersidade do Colorado – EUA.
Com o principal objetivo de emoldurar o tema da reencarnação, Divaldo narra suas experiências pessoais vividas por ele.
A primeira foi no ano de 1967 quando de uma viagem para a divulgação doutrinária na França.
Impulsionado por uma força que não sabia precisar, Divaldo tomou de um ônibus e dirigiu-se às cercanias de Paris até encontrar um Convento religioso de Freiras.
Dialogando com a Madre Superiora informou-a de detalhes a respeito do fundador daquela ordem, fornecendo inclusive a localização de uma porta – até então desconhecida de todos – que oculta por detrás do altar mor permitia chegar até os aposentos do religioso do Século XVI uma das existências de Divaldo.
Logo em seguida, Divaldo narra a comovente história de uma de suas irmãs que desencarnou em 1939 pelo suicídio da ingestão de cianureto e mercúrio.
Divaldo, pela sua mediunidade, percebia a presença espiritual da irmã, até a desencarnação da mãe em 1972; Nesses 33 anos, a irmã apresentava as sequelas do ato impensado.
Anos mais tarde, apareceu uma mulher paupérrima às portas da Mansão do Caminho trazendo nos braços uma criança desnutrida e portadora de lábios leporinos. Era a irmã querida que retornava ao seu afeto.
Divaldo, impulsionado pelo afeto, pensou em submeter a menina a cirurgia para reparar as deformidades físicas que a incapacitavam para uma vida convencional.
A mãezinha de ambos – Dona Ana – apareceu à mediunidade de Divaldo recomendando que não interferisse nas sequelas que eram as consequências do suicídio, mesmo porque a menina teria uma existência muito breve.
Em mais alguns anos a criança sucumbe a uma bronquite retornando ao Plano Espiritual, mais redimida do gesto tresloucado.
Mais algum tempo e o espírito da irmã reencarna novamente e passa a frequentar a escola na Masão do Caminho, mas Divaldo atendendo as recomendações, não interfere na vida da menina, agora uma adolescente.
A vida não é uma prisão e nem tampouco nossas aflições são castigos de Deus.
São, na verdade, desafios existenciais que nos convidam a desenvolver qualidades que ainda não possuímos ou então oportunidades de expiarmos equívocos transatos, pelas atitudes fomentadas pela ausência de um sentido transcendente para a vida.
A reencarnação em sua proposta primordial é a de que nossa vida é escrita por nós.
Aproveitemos a existência consagrando-nos a viver a vida com entusiasmo embalado nas asas de um sentido psicológico profundo. Sempre com muita gratidão a Deus, pelo muito que temos Dele recebido.

Texto: Djair de Souza Ribeiro

Fotos: Sandra Patrocínio


Mais sobre Divaldo Franco:

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

PROGRAMAÇÃO DE AUTÓGRAFOS - HIPERFEIRÃO DO LIVRO



A programação de autógrafos já está pronta!


Faltam 3 dias, programe-se para esta grande festa!!!



terça-feira, 26 de setembro de 2017

Rossandro Klinjey no Rio de Janeiro

IX Congresso Brasileiro de Magistrados Espíritas

O IX Congresso Brasileiro de Magistrados Espíritas, será realizado pela ABRAME (Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas) nos dias 28 a 30 de setembro de 2017, na cidade do Rio de Janeiro-RJ.

ROSSANDRO KLINJEY – Justiça e Perdão
ABERTURA – 28.09.2017 - 18:00 h

A entrada para o primeiro dia é livre não há necessidade de inscrição.

LOCAL: AUDITÓRIO ANTÔNIO CARLOS AMORIM / ESCOLA DA MAGISTRATURA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – EMERJ – FICA NO 4ºANDAR

Rua Dom Manuel, S/N – Centro
Acesso pelos elevadores e depois se caminha por dentro do TJ até o auditório.
Tem acesso também pela Av. Presidente Antônio Carlos - Acesso ao auditório pela rampa até o 4º andar. Ao final da rampa no 4º andar virar à direita.

O auditório fica no Tribunal de Justiça.




quinta-feira, 21 de setembro de 2017

terça-feira, 19 de setembro de 2017

ROTEIRO ADEILSON SALLES EM CANELA - RS





















Adeilson Salles realizará um roteiro de palestras na cidade de Canela, no Rio Grande do Sul no período de 22/09 à 26/09. 

Confira a programação abaixo:



quinta-feira, 14 de setembro de 2017

3º MOVIMENTO VOCÊ E A PAZ EM SÃO PAULO

Dia 08 de Outubro (domingo), às 18h acontecerá o
3º MOVIMENTO VOCÊ E A PAZ EM SÃO PAULO.
Vamos juntos celebrar a paz com Divaldo Franco e convidados.Local: Auditório Ibirapuera - Platéia externa.
Acesso para pedestres Portão 10.




Venha com uma peça de roupa branca.



terça-feira, 29 de agosto de 2017

DIVALDO FRANCO NO RIO GRANDE DO SUL - PASSO FUNDO


Divaldo Franco no Rio Grande do Sul - Passo Fundo - 28 de agosto 2017
Retornando mais uma vez à Passo Fundo, Divaldo Franco proferiu uma conferência pública no Centro de Eventos da Universidade de Passo Fundo. No espaço de tempo dedicado aos autógrafos, o lídimo trabalhador do Cristo concedeu breves entrevistas para diversos órgãos de comunicação social de Passo Fundo e região. A Prece de São Francisco cantada e tocada ao violão, asserenou o público, bastante disciplinado, dando início ao magnífico evento que reuniu em torno de 7.000 mil pessoas, acomodadas em ambientes internos e externos.
O Dr. Juan Danilo Rodríguez, de Quito, no Equador, espírita, querido amigo de Divaldo, profissional da área de saúde, fundou a primeira instituição espírita de Quito, o Centro Espírita Francisco de Assis, sendo seu atual presidente. Também é o fundador de uma instituição para tratamento da síndrome autista. Neste seguimento escreveu o livro Alliyana, abordando o tratamento aos portadores de autismo. Dr. Juan, em breves palavras, destacou que a língua do Espiritismo é o amor e a caridade. Tomado por esses sentimentos, dedica-se, há 17 anos, a auxiliar, estendo as mãos do conhecimento aos necessitados. Certo dia uma mentora incentivou-o a estudar o português, preparando-se para melhor auxiliar e se fazer compreender. O Espiritismo, disse, propicia tantas alegrias e felicidades. Para fruí-las será necessário abrir o coração.
Fernando Carlos Bicca, líder do movimento espírita regional e coordenador do evento, destacou sentir imensa alegria, saudando os presentes e aos internautas que acompanham o evento virtualmente. Enaltecendo os feitos de Divaldo em favor dos homens, frisou que o Semeador de Estrelas tem contribuindo grandemente para a melhoria do planeta, melhorando as criaturas humanas, tornando-as mais dignas, mais justas, honradas, éticas, amorosas. Passo Fundo o recebe com carinho e amor.

Chamado à tribuna, Divaldo Franco, ícone do Espiritismo na atualidade, sensibilizado, agradeceu as referências elogiosas a ele dirigidas, dizendo que havia aprendido a amar Passo Fundo desde que a visitou pela primeira vez há mais de 50 anos.
“Se um único homem atingir o mais alto grau de amor, será suficiente para neutralizar o ódio de milhões” (Mohandas Karamchand Gandhi), assim, começou a excelente conferência espírita. Incomparável, Gandhi mudou o conceito de paz entre as criaturas humanas.
Apoiando-se na obra “Perdão Radical, de Brian Zahnd, o conferencista narrou a história vivida por Simon Wiesenthal (31 Dez 1908 - 20 Set 2005), sobrevivente de campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial, autor do livro Os Girassóis.
Estando no campo de Mauthausen, durante a Segunda Guerra Mundial, foi procurado por uma enfermeira que o levou a visitar um soldado alemão gravemente enfermo e que desejava falar com um judeu, pedir-lhe perdão. Karl Silberbauer, da Gestapo, já em seus últimos dias, implorou o perdão de Simon. Karl, tinha sido educado no cristianismo. Fascinou-se pelo discurso de Hitler, ingressando na juventude hitlerista, passando mais tarde a integrar a Gestapo. Nesta condição havia cometido vários atos de barbárie. Estava arrependido em seu leito de morte, havia sido ferido, agonizava.
No diálogo com Wiesenthal, Karl procurou se certificar que o seu visitante era realmente judeu. Convencido, solicitou dois favores, um era dizer a sua mãe que estava arrependido e que morrera cristão, relegando o nazismo, outro era ser perdoado por um judeu, levando em conta as atrocidades que cometera. Wiesenthal cumpriu o primeiro, já o segundo sentia-se incapaz de perdoar. Se fosse você, perdoaria? Perguntou Divaldo ao público, levando a uma reflexão sobre o perdão.
O grande desafio da criatura humana é a própria criatura humana. Interpretar a sua realidade é a proposta do pensamento filosófico. Ela não encontrou ainda a sua plenitude, a felicidade. Não logrou porque não teve a coragem de fazer a viagem interior em uma tentativa eficaz para autodescobrir-se, utilizando-se do amor, compreendendo que é um ser específico.
Apoiando-se nos estudos de George Gurdjieff e de seu discípulo Peter Ouspensky, Divaldo Franco, com seu verbo iluminado, discorreu sobre os quatros níveis de consciência do ser humano. De acordo com Peter Ouspensky, o ser humano pode ser catalogado em quatro níveis de consciência. Consciência de sono é o primeiro nível. Neste está a grande maioria, com raras exceções. É o estágio primário na escala de evolução. Ouspensky afirmou que pelas reencarnações o indivíduo vai adquirindo conhecimento e despertando a consciência. O segundo nível é o de consciência desperta. A criatura humana alcança o discernimento, dá-se conta que sua existência tem um significado psicológico. Consciência de si mesmo é o terceiro nível estabelecido por Ouspensky. Neste nível o autor apresenta as funções da máquina – o ser humano. A primeira função é a intelectiva. A segunda é a emocional. Na ordem estão as funções instintiva, motora e sexual. A sexta função é a emotiva superior e a intelectiva superior é a sétima. Estas funções devem ser administradas por essa consciência de si mesmo. Peter Ouspensky denominou o quarto nível como o de consciência objetiva, e que Allan Kardec chamou de consciência cósmica. O espiritismo conduz a criatura humana a ter vida em abundância, revelando com ênfase Jesus Cristo.
Utilizando-se de técnicas para que o público se descontraísse, Divaldo conduziu-os para o riso, uma verdadeira terapia de enriquecimento humano, elevando o padrão vibratório, destacando a certeza na imortalidade da alma, seu crescimento com o emprego do perdão, abandonando o ódio, a raiva, tornando-se amoroso, fraterno e caridoso. Deixar de viver na angústia, adotar a alegria de viver com amor, dando ao outro o direito de ser como deseja, é tarefa que se impõe.
Jesus disse ser a luz do mundo. Para viver nele e na luz será necessário realizar o exercício da solidariedade, servindo e amando sempre. Vale a pena amar, vale a pena perdoar. Finalizando o profícuo trabalho com o Poema da Gratidão, de Amélia Rodrigues, Divaldo foi aplaudido de pé, demoradamente. Envoltos em vibrações de amor e profundo sentimento de servir, todos saíram levando em seus corações a esperança em dias melhores, compreendendo que são os construtores da era nova, a era do amor.

Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke


Mais sobre Divaldo Franco:


segunda-feira, 28 de agosto de 2017

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

LIVRO: "PENSAMENTOS QUE AJUDAM" É DESTAQUE NA REVISTA TRIBUNA DA MAGISTRATURA





















O livro "Pensamentos que Ajudam" do autor e palestrante José Carlos De Lucca foi destaque na coluna Estante Jurídica da revista "Tribuna da Magistratura" do mês de Julho. Confira a matéria abaixo:


PENSAMENTOS QUE AJUDAM
Autor: José Carlos de Lucca
Editora: Interlítera
Acabei de receber mais um livro do nosso caríssimo colega José Carlos de Lucca, livro que se
destina a todos nós, com inspirações de paz, saúde e felicidade para nossa vida, segundo entende
o nobre e querido autor.

O livro tem 247 páginas, contendo corretos ensinamentos para o nosso dia a dia, com vários
estudos mostrados, que citamos, por exemplo, “A paz não é inércia”, que “O lírio nasce no pântano”,
como ter a “Paz de Espírito”, “A força da gratidão”, “Desesperar, jamais”, “Progredir sempre”, “A sabedoria
do bem viver” e muito mais. São dezenas e dezenas de ensinamento, como dos brilhantes Sêneca,
Confúcio, Emmanuel, Herculano Pires, Papa Francisco, Lenine, e muitos outros de nosso tempo.

O autor, José Carlos de Lucca, um grande Juiz e grande colega, procura mostrar o que devemos seguir na nossa vida, sendo
justo, trabalhador, ligado ao próximo, realizador das grandes obras. Só seguindo tais ensinamentos seremos felizes e vencedores.
É livro que gostosamente lemos e relemos, terminando, com sua leitura, certos de que na vida precisamos ser amigos dos
outros, companheiros de toda hora, lembrando que tudo devemos estudar e até mesmo lembrar que a “A própria doença não é
castigo divino e que Deus não usa tais expedientes cruéis, afinal, isso não combina com Ele. Deus é amor, e, nesse contexto, a
doença é uma informação que nos chega para nossa melhora”. 

Quanta coisa bonita, quanta coisa certa, quantos conselhos que
nos permitem um melhor viver, quanto carinho mostrado. É a sabedoria do bem viver. É a demonstração de que somos apenas
passageiros nesta vida, “somos todos visitantes deste tempo, deste lugar. Estamos só de passagem. O nosso objetivo deve ser
observar, aprender, crescer, amar. E, depois, vamos para casa”, como diz um provérbio citado no livro.

Recomendo aos colegas inteligentes, aos tristes, aos doentes, a leitura desse livro, que só bem fará. Aliás, fará bem a
todos, independentemente de sua orientação religiosa.

Por: Antonio Raphael Silva Salvador - diretor cultural


Mais sobre José Carlos De Lucca:                                  Adquira o livro:

                            
                            


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

terça-feira, 15 de agosto de 2017

POR QUE PERDOAR É TÃO DIFÍCIL? - MAURÍCIO DE CASTRO


Uma das coisas mais difíceis que existe é perdoar. O perdão verdadeiro só acontece quando o fato e a pessoa que nos traiu, magoou ou feriu, não nos incomoda mais e quando nos dispomos a voltar a convivência com ela com o mesmo nível de amizade e confiança que existia antes. 

Parece impossível? Para a maioria é. Por isso existe a reencarnação que inevitavelmente irá juntar quem não perdoou ao seu algoz numa próxima vida como irmãos, pais e filhos, colegas de trabalho, dentre outras tantas variáveis, para que, vendo-os sob outro enfoque, possamos perdoar e sublimar a mágoa. 

Embora impossível para a maioria, tem muita gente que perdoa verdadeiramente. E não é só pessoa evoluída não. Tem muita gente que longe está de uma evolução maior, mas que tem procurado se melhorar, se trabalhar, entender porque as coisas aconteceram e voltar atrás. E conseguem. Qualquer um pode conseguir, se quiser.

O perdão está intimamente ligado à humildade. Quanto mais humilde a pessoa for, mais facilidade era terá em perdoar, e quanto mais orgulhosa e vaidosa, mais difícil será.
A pessoa magoada, ferida e traída também tem dificuldade em perdoar porque acha que foi "vítima" das pessoas. Acha que ela é inocente e foi o outro quem a feriu.
Mas isso não é verdade. Ninguém é inocente quando a dor atinge, mesmo que essa dor seja causada por um semelhante. Se fosse inocente ninguém o conseguiria atingir, porque a Lei é Justa.


O caminho que facilita o perdão é entender que, embora o outro tenha errado, foi você quem o atraiu por meio de alguma imperfeição moral que você possui e precisava ser provada. A pessoa não foi vítima, na verdade ela criou a situação e as leis das afinidades aproximou-a de uma pessoa com grandes imperfeições morais para que fosse atingida.


Dessa forma percebemos que na Terra, de fato, não há vítimas nem algozes, apenas pessoas que precisam evoluir e a Vida os une para que um ensine ao outro.
Se você está sofrendo muito com uma mágoa, se foi muito ferida, traída, usurpada, ofendida, pense nisso. Pode ser uma maneira de entender que a ajude a vencer a mágoa e descobrir que você é tão humana quanto quem errou com você.


Maurício de Castro.

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

UMA MISSÃO DE FÉ - DIVALDO FRANCO EM PORTUGAL


Divaldo Franco - Faro/Portugal 28 e 29 julho 2017
Divaldo começa o seu seminario agradecendo a Caminus Duo – Joana Vieira & Mikhail Shumov pela magistral interpretação de várias peças musicais, que sensibilizaram o público. A música é a língua com a qual Deus se comunica conosco.
Começa falando de um grande depressivo crônico, piloto, que realizou o primeiro vôo França - Dakar para levar correspondência e que também iniciou os vôos entre Buenos Aires e Ushuaia, a cidade mais meridional de Argentina, com uma vida cheia de aventuras e cuja maior obra alcançou um grande êxito, falamos de Antoine de Saint-Exupéry.
O Pequeno Príncipe é uma obra que comove os corações de crianças e adultos.
Infelizmente Antoine não creia em Deus até que um fato ocorrido na sua vida vai mudar este conceito para sempre.
Seu avião é derrubado e diante da preocupação daquele momento, se pergunta: Haverá um Deus? Seria tudo uma fantasia religiosa? Observando como se alimentavam uns ratos do deserto, chegou à conclusião de que vale a pena lutar por viver.
Entre ele e o seu mecánico, que viajava com ele conseguem reparar o avião e chegar à Paris.
Ao regressar se torna idealista.
Logo depois em Espanha eclode a guerra civil y Antoine se apresenta como voluntario, assim como muitos otros para combater.
Durante os combates seu avião foi derrubado e ele capturado.
Foi considerado inimigo de guerra, condenado à muerte e encerrado em uma hedionda fortaleza próxima à fronteira francesa, à espera de sua execução.
Durante a sua estadia compreende o sentido da vida, seu significado e o fácil que é perdê-la. Recém casado e pai de uma criança, começa a questionar a sua existência neste planeta.
Fumador compulsivo, se encontra em uma cela sem nada que o relaxe.
O traje de presidiário que lhe deram, ainda está con los buracos de bala do seu anterior dono, buscando nos bolsos Antoine encontra uma guimba e a leva à boca.
Por um segundo mata sua ansiedade, porém um cigarro apagado não é suficiente, através de sinais tenta que o guarda lhe dê fogo, mas este desconfiado, não lhe presta atenção.
O guarda, ao final, sentindo pena, se aproxima cuidadosamente e lhe acende o cigarro.
O prisioneiro emocionado pelo gesto e como agradecimento olha o seu guardião e sorri longamente e o soldado lhe devolve o sorriso. Ele continua fumando e sorrindo até terminar a última tragada e com um gesto agradece ao guarda.
O soldado espanhol, comovido ante os gestos de Antoine lhe abre a porta e lhe pede que se vaia.
Ele crê que o guarda tentará matá-lo quando se vire de costas e decide sair encarando o seu libertador, até que a uma distância prudencial já não pode resistir-se mais e começa a correr em direção à França, onde chega ao amanhecer do dia seguinte.
No seu relato, recorda o monólogo que fez quando sorriu ao soldado, onde lhe falava de sua morte, de sua família, de tudo que para ele era importante e ia perder.
Parece que as palavras, que eram proferidas no seu idioma natal, o francês, conseguiram abrandar o coração do soldado, que não falava o seu idioma, mas que com certeza, a emoção lhe tocou o coração.
Uma semana depois, em Paris, com seu filho e sua esposa, narra a história de um sorriso e diz:
- Se a humanidade sorrisse um pouco mais seria melhor. Se mudássemos nossos gestos de desagrado por sorrisos haveria felicidade no mundo.
Ao analizar a história de Antoine Saint- Exupéry, Divaldo recorda uma citação de Aristóteles:
“Quando duas pessoas se amam, são uma só alma em dois corpos.” (Metaforicamente falando)
A humanidade se divide em extrovertidos e introvertidos. Os indivíduos introvertidos chegaram à fase adulta sem liberar-se das amarguras infantis, são crianças feridas.
O conhecimento espírita é o veículo mais nobre para a extroversão, porque o conhecimiento de Jesus e seus ensinamentos nos libera das amarguras e nos fala de esperança e também através dos ensinamentos dos imortais que nos dizem: - A vida continua.
Divaldo narra depois a história do colar de diamantes, quando uma dama rica, o empresta a uma amiga para um baile de gala e esta o perde. Ao perceber que não podia devolvê-lo, encomenda um igual, de acordo com suas lembranças do colar, o que faz com que eles se endividem. No final o devolve, porém a dívida é demasiado importante e leva a ela e a seu marido à falência, até o ponto em que ele agoniado falece e ela se vê obrigada a viver do que encontra na rua.
Um dia quando revira o lixo, seus olhos avistam uma dama que descia por uma escada.
A dama era aquela sua amiga e levava o colar. A mulher o olha fixamente e a dama reconhece a sua amiga, se aproxima e lhe pergunta pela sua atual situacão. O que ocorreu? E ela apontando para o colar lhe explica sua desgraça. A amiga a fita e lhe diz:
- Por que você no me contou, te disse que te emprestava porque tinha muitas jóias, que não te preocupasses. O colar que te emprestei só custava 50 francos, era uma imitação, minha querida amiga.
Aplicando-o a nossa vida, isso quer dizer que nos endividamos por colares falsos. Confundimos a felicidade com TER. Nossas jóias deveriam ser a amizade, a caridade, a fraternidade, etc...
Recorda Divaldo como em uma ocasião Ghandi ria em frente de uma joyería e quando lhe indagaram o motivo da sua alegria respondeu:
- Estou feliz de ver tantas cosas que não necessito.
Ato seguido narra como em uma ocasião estando inconsciente, por uns problemas cardíacos, visualiza a figura de Jesus e o mar de Galiléia. Recordando a felicidade desse momento e demonstrando que SIM se pode ser feliz, ainda que seja por um instante.
Na segunda parte do seminario Divaldo inicia contando uma história comovedora. La história do Dr. Tadeo Merlin, que sendo um defensor da eutanásia, deixou viver um menino aleijado, que anos mais tarde irá salvar a vida da sua neta. O doutor Tadeo Merlin no final da história diz a si mesmo, quão cego estava, hoje compreendo que é melhor melhor ser aleijado que ser cego como eu.
Também contou a história acontecida há poucos días, quando em uma palestra, fez alusão a Chico Xavier, falando da sua bondade e comparando-o com a figura de Francisco de Assis. No dia seguinte a mídia publicava: “Divaldo Franco diz que Chico Xavier foi Francisco de Assis.”
Ao passar os dias e não dizer nada sobre a noticia, alguns amigos lhe comentaram a necesidade de desmentir a noticia, ao que Divaldo contestou:
- Não posso desmentir algo que eu não disse.
Com um grande sorriso e sem demonstrar no semblante o trancurso de mais de três horas de seminario, Di se despede com a oração da gratitude de Amélia Rodrigues e enche uma vez mais os corações dos que ali estávamos de alegria e felicidade, HOJE FOMOS FELIZES.
Texto e fotos: Manuel Cemyd