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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

ONDE HÁ ESPERANÇA, HÁ A PRESENÇA DO AMOR - DIVALDO FRANCO


Divaldo Franco em Salvador

12 de dezembro de 2017 – Centro Espírita Caminho da Redenção

Onde há esperança, há a presença do amor. (Divaldo Franco)
A atividade doutrinária teve início com a formação da mesa diretiva por Demétrio Lisboa, Presidente do Centro Espírita Caminho da Redenção – CECR -; João Araújo, dirigente do encontro; Francisco Batista Ferraz, do Paraná, representando as caravanas e pessoas que vieram para os diversos eventos realizados pelo CECR; e Divaldo Franco, renomado expositor espírita. Fomentando a paz foi divulgada a programação do 20º Movimento Você e a Paz que será levado a efeito em Salvador/BA, nos dias e locais a seguir: 13/12 – Dique do Tororó, às 18h30min; 15/12 – Farol da Barra, às 19h30min; 17/12 – Shopping da Bahia, às 18h00min; e 19/12 – Praça do Campo Grande, a partir das 18h00min.
No sábado, às 16h00min, terá início mais um encontro de reflexões sobre a obra psicológica de Joanna de Ângelis, carinhosamente denominado aulão de psicologia. Além dos habituais expositores estará presente Roberto Crema, Antropólogo, Psicólogo e Mestre em Ciências Humanas e Sociais pela Universidade de Paris, Reitor da Universidade Internacional da Paz – UNIPAZ.
Divaldo destacou, que em todos os tempos, os falsos profetas estiveram e ainda estão presentes no seio da humanidade, chamando a atenção para que se tenha prudência com notícias alarmista com conteúdos proféticos. Não creiamos nos falsos profetas, salientou o lúcido médium baiano. Falando sobre as suas últimas experiências com as dores no corpo físico, externou a sua gratidão a todos que oraram pelo seu pronto restabelecimento após uma cirurgia - rizotomia - para eliminar as dores cruciantes que vem experimentando há sete meses. Divaldo aproveitou as dores para poder se exercitar no domínio do Espírito sobre a matéria, dizendo que a Doutrina Espírita lhe dá a coragem necessária para dominar a matéria e a dor. É uma verdadeira bênção não sentir dores.
Nesta passagem pelo sistema de saúde, enalteceu o atendimento de excelência que recebeu do quadro funcional e técnico do hospital, bem como o componente estrutural, tendo inclusive, neste pequeno período, atendido solicitações de auxílio espiritual, reconfortando os pacientes. Onde há esperança, há a presença do amor. O homem moderno vive em uma verdadeira crise interior oriunda da insatisfação, do vazio existencial. O homem está somente pensando em si mesmo. Alheio ao próximo, fixa-se e refugia-se nos prazeres transitórios. Salientou que uma consciência tranquila, o dever retamente cumprido com justiça, e onde impera o amor, as tribulações momentâneas da vida tendem a desaparecer. Todo aquele que ama é feliz por que faz o bem.
Como o amor com Jesus é especial. Fazer o bem, alegrando crianças e adultos, destacando o seu valor, oferecendo auxílio sem nada exigir de troca, tornando a vida das criaturas humanas mais digna, é amar. Divaldo discorreu sobre a importância da família como instituição primorosa que visa moldar o caráter, preparando criaturas melhores. Neste sentido discorreu sobre a obra realizada por Bert Hellinger (1925 -), é um psicoterapeuta alemão, inventor das Constelações familiares. O pesquisador alemão afirma que a família estabelece, ou procura estabelecer três vínculos. O do pertencimento, onde uns pertencem aos outros; o do progresso, quando cada dia é melhor do que foi ontem; e o da ardem, para que a vida seja mantida. A família, então constituída, também se relaciona com outras, canalizando energias para o bem, transformando a sociedade para o bem.
Novamente reconheceu a inestimável colaboração que recebeu de muitos, externando a sua gratidão. Destacando a coragem do Papa Francisco em dizer que o céu e o inferno não existem e que Adão e Eva são seres mitológicos. Assim, os indivíduos, mais esclarecidos e consolados, sairão das crises interiores, doando-se uns aos outros, caminhando a par e passo com a alegria. Sempre semeando esperança e conforto espiritual, Divaldo embalou os corações e produziu nas mentes dos assistentes a certeza da vida futura e da felicidade, a excelência do amor como fonte de vida, embora ainda experimentando dores de toda monta e ordem.
Texto: Paulo Salerno

Fotos: Jorge Moehlecke

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

MAIS PRÓXIMO DOS 50. E O QUE A VIDA ME ENSINA?



Mais próximo dos 50. E o que a vida me ensina? 


Se existe uma coisa inexorável na vida é o tempo. E o tempo traz algo que muita gente não gosta: o envelhecimento. Mas qual a função do envelhecimento? Primeiro, impedir que passemos a vida toda reféns de nós mesmos, presos a ingenuidade egocêntrica que em algumas fases da vida até nos protege, é necessária, mas que precisa passar para que possamos evoluir. Depois, porque é preciso realmente que a vida nos apresente novas possibilidades e nos ensine a pensar sobre algo mais. Envelhecer traz uma lição que não podemos deixar de aprender: A felicidade nada tem a ver com o corpo, com o status, com o apego, com as relações. Muitos de nós só percebemos a felicidade quando o tempo passa. Quando o corpo perfeito já não pode ser preocupação, a opinião alheia perde a importância e viver passa a ser uma verdadeira dádiva. Hoje eu envelheço um pouco mais, e como todas as fases da vida essa minha nova fase traz dificuldades, aprendizados e muita coisa boa para vivenciar. A minha hérnia de disco não me deixa pular mais como o menino de 20 anos atrás, mas me permite buscar ter disciplina comigo mesmo, me ensina que posso fazer tudo que quero, mas não do jeito que quero. E por que isso é bom? Porque me contém, me permite parar. 

Em cada nova fase, aprendemos novos valores. E a hérnia ou o cansaço a mais, pouco significam no composto belo da vida que apenas o tempo traz. Tenho aprendido muito. Descubro a cada dia que existem muito mais pessoas boas que nós nos permitimos imaginar. 

A capacidade de enxergar e conectar-se com o outro é também amadurecimento. Minhas viagens têm me permitido conhecer pessoas maravilhosas, ampliar uma rede de relacionamento e solidariedade, comprometida com o bem estar da coletividade e de uma sociedade melhor. Me sinto feliz em fazer parte disso. Mas não sou melhor que ninguém, entendo hoje que sou parte do processo, desse processo de um novo tempo, que não é só meu. Envelhecer não é um problema, problema é não se permitir envelhecer. “Cada um de nós compõe a sua própria história e cada ser em si carrega o dom de ser capaz de ser feliz”, mas para isso acontecer eu tenho que envelhecer.


Rossandro Klinjey - psicólogo clínico, palestrante e autor.
www.rossandro.com
www.facebook.com/rossandro.klinjey

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Adeilson Salles é o MAIS VENDIDO na Candeia





















Adeilson Salles é o MAIS VENDIDO na Candeia, um dos maiores distribuidores de livros espíritas do Brasil. 
"GAME OVER" do espírito Luiz Sérgio já é o maior sucesso editorial. Leitura indispensável para pais e educadores.



terça-feira, 14 de novembro de 2017

VIGILÂNCIA E FIDELIDADE DA ÚLTIMA HORA - BEZERRA DE MENEZES


Mensagem do Espírito Bezerra de Menezes por intermédio de Divaldo Franco no encerramento da reunião do CFN 2017:
VIGILÂNCIA E FIDELIDADE DA ÚLTIMA HORA
 Filhos, filhas, todos da alma!
Metamorfoseando-se, o materialismo penetra em todos os ramos do conhecimento humano e as religiões não escapam da sua habilidade camaleônica, permitindo-se os métodos perturbadores das necessidades corporais do ser humano no seu processo de evolução.
Indispensável a vigilância para não nos deixarmos engambelar pelas sereias sedutoras nos seus cânticos que fascinam, entorpecem e aniquilam a esperança.
Jesus, não poucas vezes, teve que enfrentar a argúcia do materialismo disfarçado, das manifestações farisaicas que se apresentavam vestidas de traje impecável quais sepulcros de branco caiados, ocultando cadáveres em decomposição.
Allan Kardec, não poucas vezes, viu-se sitiado pelas manobras maniqueístas do Mundo Espiritual inferior através de companheiros da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, sendo, no entanto, fiéis aos postulados do Espírito de Verdade.
Na atualidade, de sofreguidão e de tormento, o ser humano procura uma forma de escapar das provações necessárias ao seu processo evolutivo, e não raro são atraídas essas almas para as propostas equivocadas do deus Mamon, e Mamon deísta que fascina, embriaga os invigilantes e os precipitados.
Indispensável a nossa fidelidade aos postulados espíritas conforme exarados na Codificação. O mundo estertora, não pela primeira vez. Periodicamente, conjugam-se fatores cósmicos que se tornam sociológicos e ético-morais, sacudindo as civilizações e empurrando-as para o aniquilamento, para logo surgir um período de esperança e de paz.
Às vésperas da grande transição planetária já iniciada desde há muito, atingimos o clímax que nos pede sacrifício e honradez. Quantos desertam na hora do testemunho! Quantas almas fragilizadas pela sua constituição emocional e espiritual, atraídas pela doçura do Homem das Bem-Aventuranças, mas que não suportam o ferrete do padecimento humano e optam pela desistência mais uma vez!
Somos alguns deles que retornamos, ouvindo o convite de Jesus para a mansuetude, para a misericórdia, para a autoiluminação e tendo baqueado ontem, encontramo-nos necessitados da redenção, tropeçando nas próprias mazelas, correndo o risco da desistência perigosa. Tenhamos cuidado para que os encantos rápidos do mundo não nos distraiam tanto.
Algo temos que fazer e o Mestre Incomparável pede-nos fidelidade da última hora. A noite desce e a treva não se faz total porque as estrelas do amor brilham no cosmo das reencarnações.
Este é momento grave, filhas e filhos do coração, e vós tendes a oportunidade de O servir como dantes não lograstes.
Tornai-vos fortes ante a debilidade das forças. Sede fiéis diante das facilidades do comportamento. Por mais longa seja a existência física, ela se interrompe e o ser volta à realidade, à Casa Paterna, com os valores que acumulou durante a trajetória física.
Bendireis amanhã as dificuldades de hoje, as noites, quiçá indormidas, de preocupações e de zelo, porque o pastor se preocupa especialmente com as ovelhas que tresmalham e deveis estar atentos  para essas ou para aquelas que são lobos travestidos de cordeiros em nosso meio, ameaçando a estabilidade do rebanho.
Jesus recomendou-nos a vigilância para, depois, a oração. Sede prudentes como as serpentes, sábios como as pombas, parafraseando o Evangelho, e estai vigilantes, porque amigos vossos de ontem, que se encontram conduzindo as leiras do Espiritismo com Jesus abrem as portas imensas da Imortalidade para que as atravesseis em triunfo e em glória.
Bendizei, portanto, as dificuldades que também experimentamos quando estávamos na indumentária carnal. Ninguém em caráter de exceção. Quantas vezes choramos convosco, abraçando-vos e dizendo-vos: “bom ânimo, crede e perseverai”, recordando-nos de Paulo, sob as ruinas da acrópole antiga em Atenas, renovada, ouvindo as vozes espirituais depois do insucesso da sua pregação aos gregos que ele tanto amava. E ele soube esperar, trabalhar, insistir e amar, fazendo que depois Atenas recebesse o divino pábulo do Evangelho e o legado sublime de Jesus.
Estamos em uma nova Atenas, que teima em não nos aceitar, em substituir Jesus pela tradição dos velhos deuses de Dionísio a Momo, de Baco às expressões mais vis do humano comportamento.
O triunfo, sem dúvida, é de Jesus. Ide e pregai com o exemplo, vivendo o Evangelho a qualquer preço, não conforme as teologias, mas de acordo com a ética moral de que se utilizou Allan Kardec para perpetuar esse modelo e guia da Humanidade que nos conduz!
Ide, amados! Antes, servos e, agora, irmãos do Mestre em triunfo, na Era de Luz que se iniciará em madrugada próxima, logo seja terminada a noite de trevas.
Mantende-vos em paz e amai, ajudando-vos uns aos outros nas suas debilidades e fraquezas, pois que são eles que precisam do vosso auxílio para também atingirem a meta.
O Senhor da Vida irá conosco.
Muita Paz, filhos do coração e filhas da ternura!
São os votos dos espíritos-espíritas, por intermédio do servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra.
(Mensagem psicofônica ditada pelo Espírito Bezerra de Menezes ao médium Divaldo Pereira Franco, no encerramento da Reunião Ordinária do Conselho Federativo Nacional, realizada em Brasília, em 12 de novembro de 2017. Texto revisado pelo autor espiritual.)

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

ROSSANDRO KLINJEY EM UBERLÂNDIA - MG






















Agora é pra valer!

O Curtir é Viver traz para Uberlândia o palestrante e escritor Rossandro Klinjey, que desembarca na cidade para uma palestra imperdível!

O evento acontecerá no Center Convention, no dia 21 de novembro às 19h30. Você não pode perder!

A entrada para o evento será 4KG de alimento não perecível, que serão destinados a entidades beneficiadas, em breve divulgadas. 

Os postos de troca serão na Rede de Supermercados D' Ville.

Não fique de fora, esperamos você!

Palestrante e escritor, Psicólogo Clínico e Mestre em Saúde Coletiva, Rossandro Klinjey atuou como professor universitário durante mais de dez anos e foi a partir dessa experiência que passou a se dedicar à atividade de palestrante, onde encontrou uma nova paixão.

Autor de 4 livros, dedica-se hoje a diversas áreas do conhecimento humano, tais como a motivação, liderança, recursos humanos, perspectivas da educação, relações interpessoais, desenvolvimento emocional, gestão de pessoas, serviço público e cultura de paz e tem como objetivo trazer todo o universo do “mundo emocional” para as suas dinâmicas palestras, para que eles possam ser compreendidos por qualquer pessoa.

É assim que Rossandro Klinjey emprega todo o seu conhecimento e experiência, com a missão de oferecer para um público variado o suporte que necessita para solucionar problemas, desenvolver e explorar o seu potencial e alcançar assim, mais qualidade de vida em todos os sentidos.

É com muito entusiasmo e alegria, típicos de quem ama o que faz, que Rossandro Klinjey desembarca em Uberlândia no dia 21 de novembro, para uma grande e inesquecível palestra. Esperamos todos vocês!


Mais informações em:  https://www.facebook.com/curtireviver/  Tel. 34 3228-7655

CONCEITO DE ARTE - NA NOSSA VISÃO... - DR. RICARDO DI BERNARDI




















Deus, ou o Amor Cósmico Universal Onipresente é a suprema perfeição e beleza, além do artista por excelência.


Através das Leis da Natureza, que são as Leis de Deus, foi artisticamente concebido o espírito humano.


Ao sermos criados recebemos, pelo toque divino, a semente da mais pura arte, que permanece latente em nosso inconsciente. Cumpre a cada um de nós criar as condições, no solo fértil do estudo, para desenvolver o embrião dos pendores artísticos.


A arte legítima é como a religiosidade, uma manifestação de nosso espírito na busca incessante de nossa origem, a busca do belo e da perfeição.

Acreditamos que a Educação Especializada seja importante para fertilizar o solo à semente da arte, porém, acima de tudo acreditamos que cada artista já traz em seu espírito, pelas experiências anteriores, um pendor inato que apenas desabrochará nas flores de suas realizações.


Há gênios da arte que jamais cursaram um ensino superior, mas suas múltiplas existências anteriores como artista geraram um potencial notável para a arte. Trazem no seu Espírito as vivências nesta área.


O artista, normalmente, é um inspirado. Vive mais na esfera espiritual do que na física. Capta as mensagens do mundo transcendental com facilidade e as materializa na sua obra.


O artista  sente mais intensamente as recordações de seu passado,  tanto  desta  vida  como   das   anteriores.    


Através da expansão de sua  consciência efetua um mergulho nas águas profundas do  inconsciente, trazendo inspirações para a superfície de sua consciência atual.


 Projeta-se às vezes em sonho, fora do corpo físico e filtraas percepções artísticas que vão além do convencionalismo do mundo.

Lamentavelmente, existem talentos que, na preocupação excessiva da originalidade, tornam-se cortejadores da glória efêmera e se distanciam da arte legítima, nada mais conseguindo refletir do que a perturbação dos tempos que passamos. Fixam-se na futilidade do mundo e expressam na sua arte concepções extravagantes e doentias.


O verdadeiro artista também  é capaz de perceber na natureza o livro divino onde Deus escreve a história de sua sabedoria. Sentir o acorde sonoro dos pássaros, a música dos ventos e da cachoeira, observar o desenho das flores, as mensagens plásticas ou cênicas das matas e oceanos, enfim expressar sensibilidade e amor em suas obras.


Dr. Ricardo Di Bernardi

Homeopata.

Mais sobre o autor:

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

DIVALDO FRANCO - 9º CONGRESSO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL






















Atendendo a agenda do 9º Congresso Espírita do Rio Grande do Sul, Divaldo Franco esteve reunido com os jovens, no período matutino, respondendo perguntas adrede preparadas. Historiando a participação dos jovens na codificação do Espiritismo, o dinâmico orador destacou a importância e a responsabilidade que os jovens possuem na transformação da humanidade, conduzindo-se com lisura e honradez.
 As questões de pânico, de ansiedade, de medo, de timidez, ou de extroversão, sempre que escapem, essas ocorrências, a normalidade, assumindo características patológicas, devem ser atendidos, os seus portadores, com as terapias psicológicas e espiritual, concomitantes.
Aos jovens está destinada uma tarefa de vital importância no processo de transição planetária, devendo se aprofundarem no autoconhecimento, modificando os hábitos perniciosos, que sempre são mais fáceis de assimilação, e que geralmente são copiados dos demais, esforçando-se em adquirir virtudes. Nunca faça nada escondido que não possa falar para a sua mãe, aconselhou o nobre amigo.
Para as relações interpessoais e para as circunstâncias da vida não é necessário o uso de estimulantes farmacológicos, drogas, álcool, etc. Para viver na Nova Era que já está em curso, é preciso estar bem intimamente, adquirindo consciência. O verdadeiro papel da mulher é superar a vulgaridade. O aprendizado se dará por etapas, em um processo que inclui obrigatoriamente experimentar questões negativas e positivas – erro e acerto, construindo hábitos melhores, saudáveis.
O papel do jovem é antecipar a transição, construindo a Nova Era com atitudes corretas e que sirvam de bons exemplos para os demais, aí está o papel do jovem espírita, que com sua conduta ilibada, sinalizará aos outros, pelo exemplo, a excelência da Doutrina Espírita. Ao sentir necessidade de estímulos, para essa ou aquela circunstância da vida, apelar para Deus, falando com Ele pela prece sincera.
Para cada situação de tristeza, há outra de alegria, para cada porta que se fecha, há outras disponíveis e acessíveis. Cada indivíduo é responsável pela sua escolha, bem como o tempo em que irá permanecer naquela situação selecionada. A superação das crises se dará pela observância de o Evangelho de Jesus, a orientação segura. A mediunidade e suas diversas manifestações, o medo da morte, o cérebro humano, foram outros pontos desenvolvidos, explicando que o medo deve ser superado pelo raciocínio, por exemplo, a respeito do viver e do morrer.
As diversas expressões sexuais e as relações familiares fizeram parte do diálogo fecundo com Divaldo Franco. Disse ele que todos possuímos marcas profundas – os arquétipos na expressão de Carl Gustav Jung. Tomando por base as questões 200 a 202 de O Livro dos Espíritos, Divaldo se expressou dizendo que cada indivíduo é constituído de anima e animus e, através da predominância de um, o ser se expressa nas relações humanas. As diversas reencarnações vão estabelecendo essa predominância na matéria. A prática sexual depende do caráter, é opção do indivíduo, que reflete seu caráter. 
A questão que ora se debate na sociedade humana, o do gênero, destacou o médium baiano que há o gênero biológico e o psicológico, patrimônios do Espírito reencarnado. Os conflitos psicológicos, experimentados inicialmente, evoluem para os de ordem patológica. As ações é que diferenciam as características de cada um.
É indispensável o equilíbrio, respeitando a anatomia, observando sua psicologia. A inclinação emocional deve ser trabalhada com o exercício da ética, do respeito. A homossexualidade - feminina e masculina -, na Nova Era será uma necessidade para que os indivíduos recuperem o equilíbrio, sempre observando a beleza, as conquistas morais, onde a anatomia e as emoções caminhem juntas para o equilíbrio. O bem proceder entre os parceiros produz harmonia, enquanto que a perversidade desarmoniza.
A providência divina está sempre favorável as criaturas de Deus. Ante um desafio, o recurso para que se busque a solução da providência divina é orar. Abrir a boca da alma para que Deus a encha de vitalidade, de valores nobres, preenchendo a alma. Conforme Joanna de Ângelis: Ora o homem a Deus, responde Deus pela inspiração, ajuda Deus o próximo através da solidariedade. Orar é preencher a alma de virtudes e vitalidades espirituais, vinculando-se com o Criador. A providência divina se apresenta, através de inúmeras formas, quando o indivíduo estiver em sintonia, em sincronicidade com Deus.
O sentimento de gratidão deve ser desenvolvido, valorizando o que somos e o que temos, bem como as intercorrências da vida, boas, más, ou as que não aconteceram, mas que poderiam ter acontecido, de todas retirando ensinamentos. Em todo o lugar há a providência divina, tocando a vida das criaturas, endereçando-as a plenitude. Assim, antes de qualquer decisão, ore, lembrando que Deus não está lá, está dentro de cada um, está em nós. Lembre-se, a juventude passa muito rápido. Não esqueça, Deus nos ama.
Nomeando vários Espíritos desencarnado que ali estavam, notadamente os que trabalharam na seara da evangelização infanto-juvenil, Divaldo Franco disse que todos eles estão interessados, empregando esforços para que os jovens alcancem a plenitude e que não prejudiquem a suas vidas. As renúncias e a manutenção da integridade moral exigem sacrifícios que, em contrapartida produzem alegria de viver.
Vale a pena se comprometer, a ternura é duradoura, as sensações são fugazes. A paz que já adquiri a dou a cada jovem presente, adotando-os e amando-os, assim se expressou o nobre amigo e conselheiro paternal. A emoção se fez presente em todos os corações, lágrimas foram vertidas. O amor estava presente através das dádivas que se derramavam, alcançando as almas sedentas de luz e harmonia.
Na sequência das atividades agendadas, Divaldo Franco concedeu uma entrevista para a RBS-TV, onde, entre outras colocações, destacou a importância de o homem desarmar-se, em todos os sentidos, para bem conviver, respeitando, tolerando, se equipando de compreensão. A violência, o sistema prisional, a valorização das virtudes e a contribuição da nova geração para a construção da mudança de padrões mais equilibrados, gerando uma sociedade mais justa, foram outros destaques abordados na entrevista.
Após mais de 1h30min concedendo autógrafos e estabelecendo rápidos diálogos, Divaldo Franco participou da roda de conversa com outros dirigentes espíritas, cuja representação máxima foi a de Jorge Godinho Barreto Nery, Presidente da Federação Espírita Brasileira, e coordenada por Gabriel Nogueira Salum, Presidente da Federação Espírita do Rio Grande do Sul. 
O tema central da conversa foi o da união dos espíritas e da unificação no movimento espírita. Em linhas gerais, as questões envolvendo união e unificação devem passar pelo aperfeiçoamento moral e o conhecimento doutrinário dos espíritas, desenvolvendo a capacidade de dialogar, e a vivência dos postulados doutrinários, introjetando esses conceitos nas atitudes diárias.
Fazendo parte das atividades de encerramento do 9º Congresso Estadual foi realizada uma bela apresentação artística, sensibilizando os expectadores. A cerimônia de encerramento, com a presença de todos os dirigentes executivos da FERGS, conduzida pelo seu Presidente, foi de agradecimento e reconhecimento pelo trabalho que muitos dedicaram a efetivação desse evento que contou com a participação de um pouco mais de 4.000 inscritos.
Divaldo Franco, convidado à tribuna, veiculou uma mensagem do Espírito Dr. Bezerra de Menezes dizendo que apesar da noite tenebrosa das paixões e do festival de loucura, com as almas em desespero e ameaças de caos, a noite densa vai cedendo lugar a madrugada, com a encarnação de entidades estelares, que mergulhados na sombra da matéria, vem cooperar para que a Nova Era se estabeleça no solo terrestre. O mundo pleno de corações retilíneos, rompendo-se a cortina físico/espiritual, implementará a paz.
O lema a ser vivido será o Amor e o trabalho será a exteriorização da fé, na construção planetária, através de etapas sucessivas. Para estar com o Cristo foi necessário estagiar nas zonas onde dominam as más inclinações. Renovando o entusiasmo, coloca-se o cristão a disposição do Mestre, abençoando as existências, entregues ao amor de Jesus. Ele é a solução final de todas as angustias. A catapulta do amor nos lançará ao alto cimo da imortalidade. Exultemos juntos, avançando com o Mestre, sob a misericórdia da Mãe Santíssima.

Texto: Paulo Salerno
Fotos: Jorge Moehlecke

terça-feira, 31 de outubro de 2017

CLARAMENTE VIVOS - JOSÉ CARLOS DE LUCCA





















CLARAMENTE VIVOS

Não olvides que além da morte continua vivendo e lutando o espírito amado que partiu. Tuas lágrimas são gotas de fel em sua taça de esperança. Tuas aflições são espinhos a se lhe implantarem no coração.

Emmanuel


A morte é apenas uma passagem para a vida no mais além. A morte não é o fim, é apenas um portal que leva o espírito para outras dimensões do universo. Impossível que a pessoa que você tanto amou nesta vida esteja morta! Ela continua viva, apenas habita o mundo dos espíritos, de onde viemos e para onde regressaremos.

Deus, que é amor e que nos criou por amor e para o amor, não teria o capricho de pedir que as pessoas se amassem para, depois, sarcasticamente, fazê-las desaparecer para sempre, para o nada, como se nunca tivessem existido. 

Eu não creio nesse deus desumano e cruel! Creio no Deus que nos ensinou a amar de forma tão grandiosa, que esse amor se tornasse eterno, que superasse as barreiras do tempo, lugar, forma, e durasse pelo infinito.

Por isso, além da morte física, nossos amores continuam vivos, habitando uma das infinitas moradas existentes na casa do Pai, conforme afirmou Jesus. Eles nos sentem, porque os laços de afeto que construímos não se rompem com a morte do corpo. 



O amor é mais forte do que a morte! Não os tratemos como mortos, como se não participassem mais da nossa vida. Eles nos percebem, nos acompanham, torcem pelo nosso sucesso, oram por nós e precisam também do nosso ânimo, do nosso riso, das nossas conversas e das nossas preces.

Podemos chorar de saudade – eles vão se emocionar. Mas não choremos o desespero – eles vão sofrer. Podemos até nos entristecer por não os vermos ao nosso lado – eles entenderão. Mas não façamos da nossa vida uma tristeza contínua. Eles ficarão mais tristes ainda!

Mesmo com a saudade e o leve aperto no coração, prossigamos a nossa vida, cumprindo as nossas tarefas e obrigações, pois o mais leve sinal de que perdemos o rumo da nossa existência pela falta que eles nos fazem representará para eles um fardo a mais de angústia e sofrimento. Se os amamos de fato, não temos o direito de afligi-los e perturbá-los na vida que também segue para eles, porque, em síntese, a morte é a grande mensageira da renovação para todos nós.

E, se perceberem, também, que o tempo que teríamos ao lado deles foi transformado em dedicação aos que mais sofrem, uma ponte de luz se estabelecerá entre nós e eles, pois sentirão que o amor que nos uniu um dia, hoje, está alimentando outras vidas. 

Muitos jovens que desencarnam somente encontram paz no mundo espiritual quando veem os pais destinando o tempo que teriam ao lado deles no auxílio a jovens ou crianças que, aqui na Terra, se encontram em situação de carência e abandono.

Quando a saudade se veste de caridade, o amor cura a angústia da separação, seja para nós que ficamos, seja para os que partiram. O grão tem que morrer para germinar e dar novos frutos. Eis o ciclo da vida: o grão que morre e se transforma em pão para saciar a fome de muitos.


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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

A MELHOR EDIÇÃO DE NÓS MESMOS - "PENSAMENTOS QUE AJUDAM"



A vida espiritual, vida normal do Espírito, é eterna.
A vida corporal, transitória e passageira, é apenas
um instante na eternidade.


Estamos aqui de passagem. Nossa morada verdadeira é o mundo espiritual, porque, na essência, somos espíritos, e de lá viemos para a Terra, numa rápida excursão de aprendizado e transformação.
Somos espíritos que, temporariamente, nos utilizamos de um corpo material, enquanto permanecemos estagiando na Terra. 

Já existíamos antes de virmos para cá. E vamos continuar existindo depois que expirar nossa tarefa por aqui, regressando ao mundo espiritual. O que se chama de “morte” é apenas o término da vida biológica, o término de um ciclo na vida terrena. Somos imortais, e nosso destino é o de nos tornarmos espíritos de luz, projeto que vai se construindo paulatinamente, através de sucessivas reencarnações.

Por essa razão, nada justifica dizer que perdemos um afeto querido quando ele volta para a sua morada espiritual. Nós não o perdemos, pois ele continua vivo em outra dimensão. Houve apenas uma separação temporária, não uma despe-dida para o “nunca mais”. É um “até breve”, pois, um dia, também nós regressaremos àquelas muitas moradas existentes na casa do Pai, como esclareceu Jesus, e estaremos juntos outra vez, para novas experiências, tarefas e aprendizados. 

A vida não para! A morte não existe. O que temos são apenas momentos em que um ciclo deve ser encerrado para um balanço geral evolutivo, a fim de que novas etapas possam ser programadas.
Tivemos necessidade de vir para este mundo mais materializado, mais denso, imperfeito, inacabado, para adquirirmos experiências que promovam a nossa evolução. Precisamos encontrar adversidades para acordar as nossas potencialidades! Fomos criados por Deus com talentos ainda dormentes e que vão sendo despertados à medida que enfrentamos os obstáculos do mundo material. 

É por isso que a revolta, a rebeldia, a ociosidade, a indolência e o medo em nada colaboram para o nosso adiantamento. Já o otimismo, o trabalho, a coragem, a fé, a perseverança, a disciplina e o amor são grandes trampolins do nosso progresso.

E por que progredir? Não poderíamos ficar como estamos? Quanto mais o espírito se aprimora, superando as adversidades da vida material e adquirindo virtudes, mais ele se adianta na
evolução, amadurece e se autogoverna, tornando-se feliz por isso. 

Quanto mais ele enjeita as oportunidades de progresso que a vida na matéria lhe propicia através do trabalho e do engrandecimento pessoal, tornando-se prisioneiro da sua própria
omissão ou maldade, mais ele se atrasa na evolução, distanciando-se da felicidade.

Diante desse quadro, convém que cada um medite sobre o próprio aproveitamento da experiência que está tendo nesta vida. Sempre lembrando que nossa trajetória por aqui é passageira, que todos temos um bilhete de volta numerado, mas ninguém sabe qual será o próximo número a ser chamado.

Não temos tempo a perder! Pesemos na balança o que convém levar na nossa bagagem de volta. Não vamos regressar com as malas vazias e com as contas não pagas, como diria o
Mario Quintana! Bom é voltar com um passaporte carimbado de coração leve, paz interior, sorriso no rosto e uma nova versão de nós mesmos, revista, atualizada e melhorada!

Trecho retirado do livro "Pensamentos que Ajudam"

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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

A LIÇÃO DO RELÓGIO - MINUTOS COM CHICO XAVIER









Deus nos deu, no relógio, uma grande lição,
porque os ponteiros assinalando o tempo,
não caminham nunca para trás...


Ao despertarmos a cada manhã, recebemos um presente de Deus: o presente de um novo dia. Que significado tem isso para nós? 

Um novo dia quer dizer uma nova oportunidade, um novo recomeço. Chico Xavier nos ensina a aprender com os ponteiros do relógio que sempre caminham avante.

Assim também deve ser a nossa vida.

Não podemos estacionar nas dificuldades, nas mágoas, na rebeldia, pois do contrário o relógio de nossa vida também deixa de andar e passaremos a viverem um mar de total estagnação.

E a estagnação muitas vezes produz miséria, doença e ignorância.
Quando acordamos pela manhã, os ponteiros do relógio já avançaram em relação ao dia passado, convidando- nos também a avançarmos rumo ao crescimento que nos cabe em todos os setores de nossa existência.

Um novo dia é o ensejo de retomar sonhos, reiniciar projetos, restaurar amizades e afetos, experimentar novos caminhos. É Deus, cheio de esperança em nós, dizendo-nos para irmos adiante apesar do passado de sombras e amarguras, desencantos e aflições.

Aproveitemos esse recomeço para também nos renovarmos virando as páginas tristes do calendário de nossa vida. Não traga o ontem para o hoje. 

Entreguemos nosso coração ferido para os dias que já se foram. Para dar as boas vindas ao novo dia é preciso se despedir do dia velho. Pense e esteja decidido a deixar no chão do tempo tudo aquilo que não pode ser mais mudado.

Hoje Deus lhe deu o presente mais valioso que você já recebeu em sua existência. Ele lhe deu o tesouro do tempo para que você o aproveite e escreva, com atitudes positivas, a sua história de felicidade. O minuto de quem chega à vitória é o mesmo minuto de quem experimenta o fracasso.

Vamos dar corda no relógio de nossa vida?

XAVIER, Francisco Cândido. Agenda Cristã. FEB.

Trecho retirado do livro "Minutos com Chico Xavier"

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ADEILSON SALLES EM SANTA CATARINA






















Adeilson Salles participará de um roteiro de atividades na cidade de Concórdia - SC. Confira a programação abaixo:

























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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

NOSSOS FILHOS DÃO SINAIS DO QUE SE PASSA EM SEUS CORAÇÕES, COMO PERCEBÊ-LOS?


Como falar da perplexidade, que toma de assalto nosso coração diante de um fato como esse? 


Nossas escolas, que supostamente seriam locais seguros, se tornam palco das piores manifestações do comportamento humano.


Ninguém vai dormir bem numa noite, e desperta com desejo de matar seu semelhante.


O fato, nesses dias em que muitos jovens se encontram a deriva de alguns valores básicos que lhes dê sentido a vida, é que estamos falhando como educadores.


Ninguém consegue sondar o coração e os sofrimentos íntimos de quem quer que seja.

A colocação que faço agora, não expressa a minha opinião pessoal, mas é o resultado do contato que tenho com muitos jovens por todo Brasil, nas escolas, públicas e particulares e nos centros espíritas, onde sou convidado a conversar com eles.

Cerca de setenta por cento dos jovens se queixam da ausência dos pais.

Não posso agir com leviandade, para fazer qualquer afirmação sobre o caso de Goiânia, todavia, esse caso é mais um alerta de que os pais precisam participar da vida dos filhos.

Não basta ser provedor para ser pai, é preciso dar amor.
É necessário se interessar pela vida dos nossos filhos.

Nenhum processo como esse é deflagrado da noite para o dia.

Nossos filhos dão sinais do que se passa na intimidade dos seus corações.

O comentário do jovem agressor, de que se inspirou em outras tragédias, para se vingar do colega de escola que o perseguia demonstra a força que os exemplos têm sobre a mente em formação.

Pais que adjetivam pejorativamente os filhos, que os comparam com os filhos de outras pessoas, que na concepção deles, são modelos de sucesso.

Com esse tipo de cobrança os genitores não se dão conta da lesão emocional que promovem na alma do educando.
Antes de tudo, educar é uma ação paciente e amorosa, por isso, precisamos ter olhos de ver, ouvidos de ouvir e coração para sentir a vida dos nossos filhos.

A situação dolorosa nos deixa um legado muito triste, por isso, precisamos participar intensamente da vida dos nossos filhos, numa relação de confiança e respeito mútuo desde a infância.
Vamos conversar mais e falar menos com nossos filhos, não para que nos tornemos amigos, mas primordialmente, para que sejamos pais, pais presentes.

Pais que digam não, que imponham limites, e que possam ouvir os gritos silenciosos da dor que lhes vai na alma, e que se manifesta sob forma de auto mutilações, vícios e agressividade.

Somos herdeiros da educação que promovemos na vida dos nossos filhos, não nos esqueçamos disso.
A sociedade aturdida perdeu o endereço da família, e com isso, perdeu também o endereço do coração dos nossos filhos.

Ninguém educa verdadeiramente, sem que a ação de educar passe pelo amor e pela presença constante na vida dessas joias que nos foram emprestadas por Deus.

Adeilson Salles