segunda-feira, 19 de maio de 2014

Divaldo Franco em Compenhague/Dinamarca - 18 de maio 2014

Divaldo Franco - Copenhague/Dinamarca - 18 de maio
Roteiro de palestras Europa 2014


 


Na tarde chuvosa do dia 18 de maio de 2014, domingo, após o deslocamento de Frankfurt/Alemanha, assim que amanhecera o dia, o Peregrino de Jesus, Divaldo Pereira Franco, retornou a Escandinávia, à bela cidade de Copenhague na Dinamarca, atendendo ao convite do GEEAK - Grupo de Estudos Espíritas Allan Kardec -, para abordar a temática da Psicologia da Gratidão. Divaldo, acompanhado pelo casal Ênio e Jaqueline Medeiros, brasileiros do Rio Grande do Sul que o acompanham nessa jornada europeia, chegou à Copenhague às 11h30min e às 14h00h iniciou o seu profícuo trabalho que se encerrou às 17h30min. 



Divaldo iniciou esclarecendo que na maioria das vezes em que se comenta sobre a gratidão, os indivíduos têm a sensação de um sentimento controvertido, em razão de buscar a retribuição, porém, assim não deveria ser. Nunca espere o reconhecimento, afinal, a vida grata é uma vida rica. Elucidou que todos necessitam de metas, ou um sentido psicológico para viver, todos aqueles que vivem sem ter um sentido existencial, em verdade não vivem, vegetam.




A doutrina Espírita nos propõe uma meta transcendental, um sentido espiritual, além da matéria. Apresentando conceitos formulados por Viktor Frankl, médico psiquiatra austríaco, em sua obra Em busca de Sentido, que afirmava que o sentido da vida é amar, o Semeador de Estrelas aprofundou a temática da gratidão à luz dos conceitos doutrinários.

Todos devem ser gratos, afiançou o ilustre orador, gratos por estar no corpo, por ter sido criado espírito, que teve um princípio e jamais terá um fim, gratos pela vida que prossegue ora no corpo, ora fora dele. Citando Albert Einstein, que afirmava: o amor é a gravidade que une as pessoas, destacou esse sentimento elevado como meta a ser conquistada.

As pessoas, de uma maneira geral, possuem o verniz da educação, são educadas até o momento em que sofrem uma agressão. A Gratidão é um valor ético-moral, e citando alguns arquétipos, esclareceu que os indivíduos são criaturas que transitam entre arquétipos, o Self (espírito), o Ego (a aparência) e a Sombra (a ignorância). Referindo-se a Carl Gustav Jung, o digno conferencista asseverou que o ser humano transita no eixo ego-self, onde o ego vai se fundindo ao self na medida em que a criatura ilumina-se, que busca atingir a plenitude, de acordo com Jung.



A psicologia da gratidão, frisou, não é devolver algo que se tenha recebido, mas é reabilitar-se, é o sentimento de construir o bem, por amor à vida. Apoiando-se em sua própria experiência, sugeriu: faça uma viagem para dentro de si mesmo, ninguém necessita viver na mágoa, no ressentimento, renasça a cada amanhecer. A vida é encantadora, mesmo experimentando dores. A dor é também uma benção que Deus reserva aos seus eleitos, é o buril que nos dá vida.

Finalizando mais um excelente e elucidativo trabalho, deixou uma mensagem de otimismo e de perseverança: se você não consegue, ainda, ser grato naturalmente, faça-o mecanicamente até adquirir o hábito, que virá com a insistência e a permanência na ação gratulatória.

Em um clima de paz e com as pessoas envolvidas em vibrações de harmonia, Divaldo foi efusivamente aplaudido. Proporcionando júbilos de alegria, respondeu várias perguntas, dirimindo dúvidas e aprofundando pontos específicos. Nos contatos finais ficou perceptível que todos, ao retornarem para seus lares, levavam consigo a esperança e o estímulo de fazer mais e melhor para si e para o próximo, compreendendo-lhe a natureza. Desde já, os participantes escandinavos estão na expectativa do retorno deste divulgador incomum do Evangelho de Jesus.

Fotos e texto: Ênio Medeiros

domingo, 18 de maio de 2014

Divaldo Franco em Stuttgart/Alemanha - 17 de maio

Divaldo Franco - Stuttgart/Alemanha - 17 de maio
Roteiro de palestras Europa 2014 


O Jardineiro de Jesus, Divaldo Pereira Franco, que nos dias atuais vem revolvendo o solo dos corações aflitos e lançar as sementes da boa nova através da Doutrina Espírita, atendeu em 17 de maio de 2014 ao convite do grupo Studienkreis Allan Kardec/Stuttgart, esteve novamente na encantadora Stuttgart/Alemanha, para falar sobre o tema Wach auf! Sei glücklich! (Desperte e seja Feliz!). Contando com apresentações do músico local Ulrich Wilke, trazendo ainda mais harmonia ao ambiente.




Foi neste clima de enlevo que Divaldo iniciou sua oratória esclarecendo serem o aborto, a pena de morte, a eutanásia e o suicídio crimes hediondos, embora alguns países venham tentando legalizar o que somente a Deus compete. Narrou a emocionante história do jovem médico americano, filho de imigrantes alemães, Tadeu Merlin que por não ter tido a sua vida extinta ao nascer, por portar uma deformidade congênita, veio na posteridade descobrir e desenvolver uma vacina contra um terrível bacilo devorador de vidas, salvando a neta do médico que desejou aplicar-lhe a eutanásia por ocasião de seu nascimento. As emoções brotaram na atenta plateia.


Divaldo discorreu acerca dos filósofos gregos, citou Epicuro, Diógenes, Zenão de Cítio. Prosseguiu com Sócrates, o pai da filosofia, que criou a doutrina Maiêutica - em grego significa parto -, afirmando que viemos do mundo das ideias e a ele voltaremos, somos seres imortais. Quatro séculos depois de Sócrates, Jesus veio afirmar - o meu reino não é deste mundo – e, avançando no tempo, Divaldo abordou os conhecimentos mais recentes citando Carl Gustav Jung, o pai da psicologia profunda e analítica, que afirmou que a criatura tem o objetivo de conquistar o estado numinoso, de iluminar-se.



A felicidade não é plena na Terra, afirmou o Arauto do Evangelho, pois que este é ainda um mundo de provas, contudo, se o indivíduo concentrar-se na alegria de viver, na busca por uma consciência em paz, através de uma conduta reta, prosseguirá em harmonia, conquistando a felicidade possível.



Concluindo seu brilhante trabalho, asseverou que tem pautado sua conduta com o seguinte postulado: quando sou agredido, eu aceito a agressão se quiser, pois ninguém pode, em verdade, me agredir, somente eu mesmo é que posso permitir-me ser agredido, pois tal como um presente, a agressividade alheia, o ódio, o despautério, eu aceito se quiser.

Vale a pena amar, a viagem para a conquista da felicidade é para dentro, para a intimidade do ser. Despertemos, assim, para a realidade espiritual e busquemos amar para sermos felizes.

Fotos e texto: Ênio Jaqueline Medeiros

sábado, 17 de maio de 2014

Divaldo Franco em Frankfurt/Alemanha - 16 de maio 2014

Divaldo Franco - Frankfurt/Alemanha - 16 de maio de 2014
Roteiro de palestras Europa 2014 




O período crepuscular do dia 16 de maio de 2014 já se fazia presente. Era uma sexta –feira quando Divaldo Pereira Franco retornou pela décima sexta vez à bela cidade de Frankfurt, na Alemanha, atendendo ao convite formulado pelo Freundeskreis Allan Kardec/Frankfurt, para falar sobre a Psicologia do Perdão. A intérprete para o Idioma Alemão foi a dedicada Edith Burkhard.

O lídimo seareiro do Cristo destacou inicialmente o amor, e citando Mohandas Karamchand Gandhi, que dizia que se um único homem atingisse o mais alto nível de amor, isto bastaria para que a paz se estabelecesse, sendo esse desiderato alcançado por ele. Mas antes dele, o maior filósofo da humanidade, Jesus, estabeleceu que o amor é a grande solução para todas as questões da criatura humana.




Elucidando e destacando a importância da Caridade, Divaldo citou a caminhada do apóstolo Paulo, asseverando, também, que a caridade é o amor na sua mais elevada expressão. É necessário que o indivíduo ame para atingir o estado numinoso – conforme conceito de Carl Gustav Jung -, para iluminar-se, atingindo a plenitude. Estimulando os pensamentos, visando mudar as atitudes, o Arauto do Evangelho destacou a necessidade de a criatura humana ser útil, de servir, salientando o pensamento de Gabriela Mistral, poetisa chilena, prêmio Nobel de Literatura de 1945, que asseverava que o ar serve, a água serve, a terra serve, tudo na vida é um hino de serviço.




Uma expressiva parcela das pessoas quer ser entendida e deseja que os outros sejam como ela gostaria que fossem, porém, disse Divaldo, o amor não cobra nada, aceita o outro como ele é, e procura ele mesmo ser melhor a cada dia. Ninguém pode ser feliz a sós, todos necessitam uns dos outros para ser feliz.

Mergulhando na questão do perdão, citou os renomados cientistas de Harvard, nos Estados Unidos da América, os Drs. David Bohm e Stewart Wolf, físicos quânticos. Eles afirmam que quando amamos, perdoamos, temos compaixão, o cérebro produz ondas vibratórias semelhantes aos fótons, que aglutinam as moléculas, levando o indivíduo a conquista da saúde mental e orgânica. Porém, quem guarda mágoas, ressentimentos e ódios, os neurônios cerebrais produzem ondas semelhantes aos elétrons, que desagregam as moléculas, levando à enfermidades cardíacas, respiratórias, gástricas... O corpo físico é resultado do que pensa o espírito, elucidou Divaldo Franco.




Quem perdoa é feliz, embora o perdoado não esteja livre do erro cometido, responsabilizando-se perante as Leis Divinas e pelas consequências de seus atos. Perdoar não é concordar com o erro, é não se vincular à ele, não retalhar, não devolver o mal e olhar o agressor como alguém infeliz. Aconselhou o Semeador de Estrelas: Perdoemos a nós mesmos, à exceção de Jesus, todos erram. Perdoemos indistintamente, façamos de nossa vida um hino de perdão e de alegria de viver. Todos vamos desencarnar, aproveitemos a vida para retificar nossos erros, para sermos felizes.



Ao finalizar a conferência, Divaldo sugeriu que se treine o amor e o perdão, da mente para o coração. Formulando votos de paz, desejou aos presentes que a volta para suas casas seja alegre e, alegres vivam intensamente cada minuto, ressaltando que a existência passa muito rápido e se gasta muito tempo com coisas inúteis.



Tocando profundamente a cada um com sua mensagem de amor, de alegria, Divaldo foi muito aplaudido. A renovação era visível na fisionomia dos presentes. Sensibilizados, reconheceram que estavam diante de um trabalhador incansável de Jesus, dotado de um semblante de paz, de harmonia interior, próprio de quem já atingiu a plenitude, vai penetrando na alma e tocando as fibras mais profundas do coração. E o semeador saiu a semear...

Fotos e texto: Ênio Medeiros

sexta-feira, 16 de maio de 2014

DIVALDO FRANCO - Mannheim/Alemanha - 15 de maio de 2014

DIVALDO FRANCO - Mannheim/Alemanha - 15 de maio
Roteiro de palestras Europa 2014 

skreis Allan Kardec, para falar sobre a Gentileza, contando com o auxílio da eficiente e dedicada tradutora Edith Burkhard para verter a conferência ao Idioma Alemão. Preparando o momento especial que viria a seguir, Flávio Benedito apresentou belíssimas composições ao piano.

Divaldo iniciou sua narrativa referindo-se ao atomismo Grego, onde a razão e a lógica eram apresentadas em lugar do sentimento e da crença. Citou o surgimento, nesse período, de Blaise Pascal, físico, matemático, filósofo moralista e teólogo francês, que desde criança demonstrou ser um gênio. Pascal formulou o conceito envolvendo o espírito de geometria e o de finesse. O primeiro é caracterizado pela aptidão particular, pela inclinação para a dedução, é metódico, geométrico, aplicando essa forma de pensar em tudo, em todas as áreas do conhecimento. Já o espírito de finesse é flexível, maleável, sutil, desembaraçado, e conforme Pascal, vê as coisas em um só relance.



Apoiado nesses conceitos, Divaldo disse que a sociedade humana se encontra em uma encruzilhada. De um lado o espírito de geometria, prevalecendo a lógica, a razão, e de outro o espírito de finesse, onde os pontos fortes são a gentileza, a harmonia, a beleza e as artes, porém, acrescentou o lúcido conferencista, somente com as duas vertentes desenvolvidas e harmônicas entre si é que levarão a criatura ao espírito de amor.Neste momento de alta cultura, o ser humano em geral torna-se criminoso legal, através do suicídio, da pena de morte, do aborto delituoso. A Humanidade tem produzido pessoas educadas e isolacionistas, assim, o indivíduo é estimulado e educado para possuir, para gastar e gozar. 


Na quinta-feira, 15 de maio de 2014, o Peregrino de Jesus, Divaldo Pereira Franco, retornou à bela Mannheim, na Alemanha, atendendo ao convite do Grupo Freunde.


A Doutrina Espírita tem contribuído para trazer o homem de volta para a atualidade do Evangelho de Jesus como terapia para o sofrimento. Ela afirma que o perdão está no amor, que o caminho da nossa redenção é a caridade como a entendia Jesus. A caridade, frisou o nobre expositor, é a gentileza de Deus ao alcance de cada indivíduo, e todos podem ser gentis.

A gentileza, asseverou o Arauto do Evangelho, é a solidariedade, é o sentimento de amor, são os pequenos detalhes em prol do próximo, a gentileza não é covardia, pelo contrário, é coragem. A nova proposta do Cristianismo é o culto da gentileza. O homem possui a capacidade de mudar o mundo quando consegue se transformar para melhor de dentro para fora. Quando o indivíduo é gentil transforma-se em um foco de luz.




Finalizando, afirmou que Blaise Pascal tinha razão. Se as criaturas humanas unirem a lógica, a razão e a gentileza ao amor, teremos uma sociedade feliz. Para que todos pudessem retornar renovados sugeriu aos que estiverem com sentimentos de amargura, de ódio, com mágoas, que mudem de atitude, perdoando, desculpando. Salientou que quem agride não é mau, o agressor somente está com problemas sociais, emocionais, econômicos. Com a adoção da psicologia da gentileza o indivíduo torna-se mais humano e volta à Jesus. Todos retornaram jubilosos ante a oportunidade de renovação, e o semeador prossegue na semeadura das sementes do evangelho no solo dos corações humanos.

Fotos e texto: Ênio Medeiros

quinta-feira, 15 de maio de 2014

DIVALDO FRANCO - Munique/Alemanha - 14 de maio de 2014

DIVALDO FRANCO - Munique - Alemanha - 14 de maio
Roteiro de palestras Europa 2014 



Ao entardecer do dia 14 de maio de 2014, em uma quarta-feira fria, na cidade de Munique, na Alemanha, Divaldo Pereira Franco deu prosseguimento com as atividades de divulgação do Evangelho de Jesus, levando o esclarecimento e o consolo à luz da Doutrina Espírita para uma atenta plateia que o aguardava nas dependências do Jugendherberge München-Park. O evento foi uma promoção do G.E.E.A.K- Grupo de Estudos Espiritas Allan Kardec de Munique.

O exímio orador abordou o sentimento culpa, contando com a colaboração de sua intérprete para o Idioma Alemão, a Sra. Edith Burkhard. Fez apreciações sobre os arquétipos, cujo significado em grego entende-se por marcas antigas. Referiu-se, também, sobre a psique humana, composta por três principais arquétipos, o Ego, o Self e a Sombra, além daquelas outras mais populares como a Anima, ou seja, a função feminina que todo homem possui, e o Animus, a função masculina de toda a mulher, discorrendo sobre cada uma dessas particularidades. Continuando, disse que a Doutrina Espírita explica que na evolução do Self – o Espírito -, ele aparece na terra, ora como homem, ora como mulher, e transfere de uma para outra existência as suas experiências e, nessas experiências estão contidos os arquétipos, as heranças dos seus atos.




Todo o indivíduo, destacou o incansável conferencista, possui em seu inconsciente a presença de um arquétipo muito perturbador, que é a culpa. A proposta da Psicologia é a de que o indivíduo faça um autoexame, que tenha a coragem de olhar e identificar as suas imperfeições, pois que todos as possuem. O ser humano deve ter a consciência de que comete erros, e muitos. Assim, é sabedor que tem o direito de errar, porém, de não permanecer no erro. Caso opte em ficar no erro, o seu inconsciente desenvolve o sentimento de culpa e busca máscaras para manter o quadro, justificando-se.




Quantos de nós somos tomados pela depressão e vivemos com raiva, por que não temos coragem de nos libertar da culpa? indagou Divaldo, citando de imediato os três passos básicos para esta libertação: 1 - Reconhecimento, isto é, reconhecer o erro sem se justificar; 2 - Arrependimento, que é a recompensa na visão psicológica; e 3 - Remissão, ou seja, a busca pela dignificação, a coragem para pedir desculpas. Salientou o Arauto do Evangelho que esta é mesma síntese apresentada pelo insigne codificador Alan Kardec no ano 1865, quando publicou a obra O Céu e o Inferno.




O espiritismo destaca que os indivíduos foram criados para serem felizes. Portanto, prosseguiu Divaldo, não cultive ideias negativas, mágoas, culpas, faça do amor o mapa de suas vidas, encorajando o atento público. Finalizando a harmoniosa e esclarecedora conferência, sugeriu que se viva em paz consigo mesmo, que não se tenha preocupações com o que os outros pensem a seu respeito. A Doutrina Espírita veio ressuscitar a Doutrina de Jesus, com sua ética moral, pois é a religião cósmica do amor. Como derradeira exortação disse: Nada mais de culpa, deixemos a culpa de lado e vamos viver o amor.

Fotos e texto: Ênio Medeiros