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sábado, 24 de maio de 2014

Divaldo Franco em Linz / Áustria - 23 de maio 2014

Divaldo Franco - Linz/ Áustria - 23 de maio
Roteiro de palestras Europa 2014




O dia era 23 de maio de 2014, uma sexta-feira, no período da tarde o Embaixador da Paz no Mundo, Divaldo Pereira Franco, desbravando fronteiras, foi pela primeira vez levar a mensagem consoladora do espiritismo à belíssima cidade de Linz na Áustria, nas instalações da Johannes Kepler Universität, falando sobre Ciência e Espiritismo.

O Arauto do Evangelho fez um relato histórico a partir do Século XVI, o século dos grandes cientistas, apresentando os feitos de Lorde Francis Bacon, Nicolau Copérnico, Galileu Galilei, Blaise Pascal, entre outros, além de relatar a evolução do pensamento materialista. Fazendo uma conexão com o conhecimento científico de então, Divaldo apresentou os fenômenos ocorridos com as irmãs Fox, em Hydesville, em Nova Iorque/EUA, chegando até ao professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, que através de métodos ainda rudimentares, revelou todo um novo mundo, vindo a seguir a ser convidado, sob o pseudônimo de Alan Kardec, a publicar no dia 18 de abril de 1857, em Paris, O Livro dos Espíritos.





O nobre conferencista ainda abordou o trabalho produzido por Carl Gustav Jung sobre Self, - o espírito -, a Sombra, - as heranças reencarnatórias -, o estado Numinoso, ou a Individuação, que coloca o indivíduo diante de Jesus, falando sobre o Reino dos Céus. 

Avançando no campo do conhecimento científico, o Semeador da Boa Nova citou também o geneticista Francis Collins, líder do Projeto Genoma Humano Internacional, trabalhando no que há de mais moderno em torno do estudo do DNA, o código da vida. O brilhante cientista americano, biólogo, afirmou que essa grande pesquisa certifica como Deus criou a criatura humana. É um cientista apresentando evidências de que Ele existe.




Neste mesmo sentido, Divaldo destacou as conclusões a que chegou o astrofísico inglês Sir James Jeans que afirmava: os cientistas dizíamos que o universo é uma máquina, mas agora sabemos que é um pensamento que se expande e se contrai. Adentrando-se por essa linha, Divaldo relatou os fatos envolvendo o maior neurocirurgião dos EUA, Herbert Alexander III, que foi vítima de meningite, entrando em coma, com morte cerebral por sete dias, vivendo com auxílio de aparelhos e o cérebro sem reação nenhuma. Seus colegas resolveram desligar os aparelhos para que ele morresse, porém, trinta minutos antes disto ele despertou, explicando que durante os sete dias vivera em um local diferente.

Após esse episódio Herbert Alexander III escreveu o livro O CÉU EXISTE. Ele que era materialista, após viver este fato, passou a afirmar que fora do cérebro se pode pensar e que nós somos energia pensante. O fascinante é que a doutrina espírita demonstra isto no laboratório da mediunidade. A ciência espírita está ao lado do conhecimento cientifico moderno, a cada dia a ciência nos leva a imortalidade da alma.




Finalizando a enriquecedora conferência, Divaldo afirmou: é muito agradável saber que eu não vou morrer, que em breve mudarei de estado vibracional, acho fantástico e aproveito todas as horas. Desejo ir, para poder voltar, por que a beleza na crença da imortalidade da alma é algo que nos enriquece e explica todas as aparentes anomalias que aí estão. O espiritismo é uma ciência filosófica de consequências morais, que nos leva a um estado de religiosidade.

O Arauto do Evangelho fez um relato histórico a partir do Século XVI, o século dos grandes cientistas, apresentando os feitos de Lorde Francis Bacon, Nicolau Copérnico, Galileu Galilei, Blaise Pascal, entre outros, além de relatar a evolução do pensamento materialista. Fazendo uma conexão com o conhecimento científico de então, Divaldo apresentou os fenômenos ocorridos com as irmãs Fox, em Hydesville, em Nova Iorque/EUA, chegando até ao professor Hippolyte Léon Denizard Rivail, que através de métodos ainda rudimentares, revelou todo um novo mundo, vindo a seguir a ser convidado, sob o pseudônimo de Alan Kardec, a publicar no dia 18 de abril de 1857, em Paris, O Livro dos Espíritos.






O nobre conferencista ainda abordou o trabalho produzido por Carl Gustav Jung sobre Self, - o espírito -, a Sombra, - as heranças reencarnatórias -, o estado Numinoso, ou a Individuação, que coloca o indivíduo diante de Jesus, falando sobre o Reino dos Céus. 

Avançando no campo do conhecimento científico, o Semeador da Boa Nova citou também o geneticista Francis Collins, líder do Projeto Genoma Humano Internacional, trabalhando no que há de mais moderno em torno do estudo do DNA, o código da vida. O brilhante cientista americano, biólogo, afirmou que essa grande pesquisa certifica como Deus criou a criatura humana. É um cientista apresentando evidências de que Ele existe.

Neste mesmo sentido, Divaldo destacou as conclusões a que chegou o astrofísico inglês Sir James Jeans que afirmava: os cientistas dizíamos que o universo é uma máquina, mas agora sabemos que é um pensamento que se expande e se contrai. Adentrando-se por essa linha, Divaldo relatou os fatos envolvendo o maior neurocirurgião dos EUA, Herbert Alexander III, que foi vítima de meningite, entrando em coma, com morte cerebral por sete dias, vivendo com auxílio de aparelhos e o cérebro sem reação nenhuma. Seus colegas resolveram desligar os aparelhos para que ele morresse, porém, trinta minutos antes disto ele despertou, explicando que durante os sete dias vivera em um local diferente.

Após esse episódio Herbert Alexander III escreveu o livro O CÉU EXISTE. Ele que era materialista, após viver este fato, passou a afirmar que fora do cérebro se pode pensar e que nós somos energia pensante. O fascinante é que a doutrina espírita demonstra isto no laboratório da mediunidade. A ciência espírita está ao lado do conhecimento cientifico moderno, a cada dia a ciência nos leva a imortalidade da alma.

Finalizando a enriquecedora conferência, Divaldo afirmou: é muito agradável saber que eu não vou morrer, que em breve mudarei de estado vibracional, acho fantástico e aproveito todas as horas. Desejo ir, para poder voltar, por que a beleza na crença da imortalidade da alma é algo que nos enriquece e explica todas as aparentes anomalias que aí estão. O espiritismo é uma ciência filosófica de consequências morais, que nos leva a um estado de religiosidade.

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